Moda
A nova ditadura: pela ditadura do sabor eu me distancio da saúde quando me aproximo das calorias. Já pela ditadura da beleza, eu me aproximo da magreza mas me distancio do salário...
Quando eu era menino tinha tempo de tudo, todo ano tinha as temporadas. De repente começava o tempo de jogar bola de gude, tempo também de pião, de empinar papagaio, de criar peixe beta pra botar pra brigar, mas, eu não botava não, tinha pena dos bichinhos, e no final, que graça tinha, o peixe bonito, do rabão, super colorido, bem tratado, quando postos em luta, saindo "ratados", convalido, quase mortos, aquela coisa triste. Criava mais por gosto mesmo, exibição, em meia garrafa cortadas, artesanais aquários. Depois do mesmo modo que vinha, do nada, repentinamente, ia. E eu ficava sozinho no mundo com meu brinquedo. Ai batia uma angustia, um desassossego, uma enorme sensação de abandono, culpa, parava também. Era quando eu seguia moda, era igual aos outros. Hoje não ligo muito pra isso, não me incomoda se estou sozinho no mundo, se só eu sou assim ou assado, desse jeito ou não, der vontade, me sinta confortável, o que manda a consciência, o que me apraz.
Desvelanças...
Escolhas ao vestir, panos, cores e formas, poesias de um corpo.
Corpo coberto, que se faz livro aberto, em cada detalhe, subtraído ou adicionado, com claras mensagens, quer queira ou negue, que vão comunicar.
O quê? O que você sabe e o que ignora. Por onde andou, o que enxergou e o que não viu.
O jeito que tece, as tramas de sua alma, que aflora e descostura, mesmo quando, se encolhe e nem escolhe.
Até isso, comunica, uma decisão. A que desnuda, sua mais sutil tentativa, de cobrir, o que na verdade, quer revelar, de um jeito adivinhado, por puro desejo de querer ser, assim, notado sem pedir,
reparado.
Adriana Carvalho Adam
#comunicaçãovisual #linguagemdocorpo #moda #semiótica
Não se deixe impressionar por tendências passageiras: estiloso é quem se veste com a leveza da gentileza, sem intenção de impressionar ninguém; chique é quem usa e abusa de sorrisos de todos os tamanhos, cores e estampas; glamouroso é quem carrega no olhar o brilho da gratidão; elegante é quem cultiva na simplicidade da alma valores que nunca saem de moda.
Mulher quer saber se está bonita ou a roupa tá legal... Melhor pedir opinião de homem, pois as amigas mesmo que não esteja, dizem: "Tá linda amiga"
Nenhuma Cultura é superior que outra entretanto antes do pente chegar à África, o cabelo dos africanos já andava arrumado à moda dos seus ancestrais
Não ter dinheiro,uma boa casa,ou um bom carro,não significa ser um fracassado,o verdadeiro fracassado e aquele que não dá valor naquilo que tem
Outro fator de risco para problemas psiquiátricos nessas lojas é o provador. Sim, esse todo mundo já desconfiava. Eu, por exemplo, fico paranoica com a idéia de que alguém pode invadir o provador a qualquer momento achando que não está ocupado. Para que isso não aconteça, fico dando cotoveladas na porta sempre que alguém passa do lado, o que é, logicamente, um problema psiquiátrico – já que virou um tique nervoso…
http://etavida.com.br/lojas-de-roupa-podem-causar-problemas-psiquiatricos/
Quem faz da vida uma passarela, apenas desfila, esquecendo-se que é bem melhor ser "modelo" do que manequim.
Forçosamente se coloca um exemplar das minorias incoerentemente em nome da igualdade de gênero. A moda escraviza os seres.
A diferença não deve estar no tecido, na tendência, nas cores, deve estar em quem as veste, em quem as lhe dá vida!
