Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Você não é a minha terceira, nem a segunda opção. Você é a minha escolha. E amanhã quando eu acordar vou te escolher novamente.
Meu corpo doe, minha alma sente, meu coração chora, será o peso dos anos vividos?? Ou dos anos que ainda nem vivi. Só sei que o tempo está passando e levando-me junto.
tú es o brilho da minha escuridão a lúz que faz a noite ficar dia,os teus olhos são tão brilhantes que até chego a cofundi-los com uma estrela,os teus lábios tem sabor a mel quem os prova nunca mais esquece são tão doces que até me viciam se fico um dia sem toca-los parece que a minha vida toda para.a tua vôz chama atençao de quem a houve porque ela é tao suável que nao da para resistir,so louco por ti podes falar de tudo que sentires que eu farei a boa vontade de te ouvir.
Da minha janela vejo o mundo lá fora
pessoas a sorrir, a chorar, a amar ....
as flores a nascer, florescer e a morrer
amores e desamores....
a sonhar, a chorar, a sorrir e amar....
as estações do ano a passarem e a sorrirem....
Outono, com as folhas a caírem das árvores,
Inverno, com a sua neve cintilante,
Primavera, com o despontar da natureza;
Verão, sendo o sol e a praia são os reis dos dias...
os legumes e a fruta ganham vida, que nos encantam
com os seus sabores, odores e aromas...!!!
Minha caixa de risadas, alegria e emoções, totalizando minha felicidade por completa que nunca existiu, acabou...
“Minha vida neste momento é como antigos sedimentos que ficam numa xícara de café e prefiro morrer jovem deixando várias realizações ao invés de apagar todas essas coisas delicadas…”
Essência
Busco a minha essência também na minha tristeza;
Em minha tristeza encontro sabores, dissabores e sabedoria para me renovar a cada dia;
E a cada dia renova-se a esperança, da qual sou digna;
Minha dignidade alimenta meus sonhos que dormem e acordam comigo, dando significado à essência da minha vida!
Segure minha mão mas não roube meu juízo. Não vem deixando essa sensação de que sou metade sem você.
Mania de alterar meu humor, esfriar minha barriga e sacudir os hemisférios!
Então, tudo começou a ficar escuro; lentamente, eu via imagens se destroçando na minha frente, coisas que estavam lá, e coisas que não estavam. Palavras soltas rodavam a minha volta, números e relógios me acertavam com pancadas fortes na cabeça. Eles se destroçavam enquanto faziam suas funções tortuosas. As pancadas dos relógios eram fortes, não era como sentir um relógio simplesmente batendo na sua cabeça, era bem mais profundo que isso, eles tentavam entrar em meus neurônios, roubar informações, com pancadas.
Chacoalhei minhas mãos em volta de minha cabeça, mas os relógios continuavam a me bater, os números continuavam a girar e as palavras continuavam a aparecer. Após essa tentativa em vão, tentei me levantar da cama, então o chão se desmontou na minha frente, os móveis do meu quarto começaram a andar pra traz na tentativa frustrada de fugir do desabamento, então resolvi tomar a mesma decisão.
Tentei me afastar do buraco que se abria, mas parecia que quanto mais eu andava pra traz, mais ele me seguia e se abria como um vulcão em erupção. O fundo do buraco não era preto, não era branco, ele não tinha uma cor definida, eram várias cores misturadas, jogadas aleatoriamente naquele buraco, elas formavam algo como uma sinfonia, as cores eram tão surreais que podiam se transformar em som, não um som desordenado, mas uma sinfonia, não uma sinfonia qualquer. O hino de Aletunia! O som se propagou pelo meu quarto em forma de cores e números, tentei escapar, mas eles tentavam me devorar, como se eu fosse uma presa de um caçador.
As cores foram se transformando em líquido, um líquido colorido e aleatório, que ia enchendo o meu quarto, com os relógios batendo em minha mente, tentei jogar o líquido pra fora de meu quarto, mas não era possível. Era como se o líquido não estivesse ali, mas ele estava me afogando, estava alcançando o meu joelho.
Era possível ver a parede descascando e se transformando no líquido que subia em meus joelhos, olhei a minha volta, aquilo não parecia meu quarto, não era mais meu quarto.
Eu estava em algum pedaço aleatório de uma galáxia distante, em alguma fenda de tempo desconexa à dimensão em que vivemos. As cores continuavam subindo, agora estavam em minha barriga, eu podia senti-las, sentir seu cheiro e até ouvi-las. Não ouvir elas em si, mas sim o hino de Aletunia.
Peguei as cores na mão, e elas foram seguindo pelo meu braço e tomando conta de mim, logo percebi que os relógios não me batiam mais, eles estavam se derretendo e entrando em minha pele, eu sentia ponteiro por ponteiro no meu braço. As palavras em latim agora estavam soltas no meio do líquido, dando mais cores a ele.
O líquido foi me afogando, lentamente.
Lentamente fui perdendo a respiração...
Lentamente perdi a consciência...
Lentamente me perdi...
Mesmo em meio aos problemas.... as dores..as lutas que veem a cada dia ... tentando roubar minha alegria... me fazer parar na caminhada com Deus..
Mesmo quando aqueles que eu achava que estavam ao meu lado.. não mais estão ali quando eu preciso...
Mesmo que meus sentimentos estejam tão querendo me mostrar o caminho do desanimo... da dúvida... da incerteza...
Eu corro para Teus Braços de Amor... que sempre estão abertos para me receber...
Braços que me abrigam em meio as tempestades da vida... que me protegem... fazem meu coração perceber que Seu Amor é bem ... bem .. maior do que o que me tenta desanimar...
Nesses Braços de Amor, meu Paizinho celestial descanso meu coração...
............................ Débora Aggio
Hoje o dia amanheceu cinza, não só o clima como minha vida. Aquelas velhas memórias cobertas de pó e regadas de lágrimas parecem ter forças para durar a vida toda. Tantas coisas para se recordar, porém, justo o que deveria ser esquecido é como um corte sem capacidade de cicatrização.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp