Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Fórmula de Silvio Antônio Corrêa Júnior:
Silvio apresenta a fórmula:
C = (ϕ2+π2+2αϕ+2πω)2
Onde ϕ, π, α, e ω representam elementos que, quando substituídos pelos números primários 1, 2, 3, e 4, respectivamente, resultam em:
ϕ=1,π=2,α=3,ω=4
Portanto,
ϕ2=12=1, π2=22=4, 2αϕ=2⋅3⋅1=6, 2πω=2⋅2⋅4=16
C = ( 1 + 4 + 6 + 16 )2
C = ( 27 )2
C= 729
Assim, tanto Platão quanto Silvio Antônio Corrêa Júnior convergem para o número 729 em suas respectivas abordagens. Platão através de um cubo perfeito de 9x9x9, e Silvio através de sua fórmula que, ao ser simplificada com números primários específicos, resulta no mesmo valor.
Esta convergência matemática reflete uma similaridade profunda em suas visões sobre a estrutura e a harmonia do universo, apesar das diferenças temporais e conceituais entre seus pensamentos.
Agota que rola pela face,
Transpassa emoção,
Neste rosto onde a dor se abre,
Emerge a tristeza em profusão.
Qual rio que corre direção a nascente,
Lágrima revela a alma em exaustão,
No peito a mágoa corta, latente,
Toda a existência ecoa solidão.
A Penumbra do Âmago Melancólico.
Novamente volto à penumbra, um local onde meu âmago melancólico, que um dia virá a ser eu novamente, como uma força brutal da natureza, me obriga repetidamente a ser aquilo que mais me causa náuseas. Essa força me compele a contemplar gritos tenebrosos presentes em signos e códigos indecifráveis que ecoam aflitamente na imensidão oca que habita em mim.
Em vão, tento buscar uma alternativa, mas como Drummond disse, "os muros são surdos". Sinto-me forçado e aprisionado em um quarto decaedro que me puxa em direções opostas o tempo inteiro. No centro desse quarto, onde os gritos dão espaço ao vácuo, aquele ser tão deplorável dá lugar a apenas uma imagem: o "POR QUÊ?".
Um mundo que eu quero, um mundo de encanto,
Onde o amor e a paz sejam nosso manto,
Um lugar onde a esperança sempre floresça,
E a bondade e a compaixão sejam nossa nobreza.
Um mundo sem guerras, sem ódio ou violência,
Onde a tolerância e o respeito sejam a essência,
Onde as diferenças sejam motivo de celebração,
E a diversidade seja nossa maior inspiração.
Um mundo onde a natureza seja preservada,
Onde o verde das florestas nunca seja cortado,
Onde os animais sejam respeitados e amados,
E o equilíbrio do ecossistema seja sempre lembrado.
Um mundo onde a educação seja para todos,
Onde a igualdade de oportunidades seja um fato,
Onde cada criança possa sonhar e realizar,
E o conhecimento seja valorizado em cada lugar.
Um mundo onde a fome e a pobreza sejam erradicadas,
Onde a solidariedade seja praticada,
Onde a justiça social seja uma realidade,
E a dignidade humana seja a nossa prioridade.
Um mundo onde a arte e a cultura sejam apreciadas,
Onde a música e a dança encham nossas jornadas,
Onde a criatividade possa florescer,
E a expressão artística nos faça renascer.
Um mundo onde o amor esteja em cada gesto,
Onde a empatia seja o nosso manifesto,
Onde o cuidado com o outro seja uma constante,
E a felicidade seja um sentimento vibrante.
Imagine uma gaiola
Onde o rato corre dentro dela
Ele corre até se cansar
E nunca chegará em lugar nenhum
São bichinhos correndo em direção ao abismo
Estão todos correndo juntos
Em busca de capital
Essa é a “CORRIDA DOS RATOS”
Você se enquadra nela... ou não?
Bem-vindo à pedagogia, a jornada do saber profundo,
Onde cada livro é um portal ao mundo.
Nas páginas da Pedagogia, encontrarás os segredos que os grandes mestres tecem em seus trajes de "paz".
Tu serás a luz na escuridão,
Aquela que guia com amor e paixão;
Nos corredores da escola, ouvirás risos e choros,
E em cada criança, verás futuros tesouros.
Estude com afinco, semei o conhecimento, que o fruto do ensino é eterno, é alento.
Transformará vidas com tua dedicação, plantando sementes em cada coração.
Então agora, ergue-te com orgulho e destemor, pois ser pedagoga é ser portadora de amor.
A viagem começa agora, no teu primeiro passo,e o destino é brilhante, além do compasso.
Que tua jornada seja repleta de sabedoria, e que cada dia na faculdade seja pura alegria.
Com carinho e entusiasmo, em cada aula vai brilhar e ensinar, pois na arte de educar, a tua alma se iluminará.
Mesmo diante do amor pela pedagogia, não posso mentir, a vida de pedagoga não é fácil; é um caminho de desafios, mas cada obstáculo vencido engrandece a missão de educar.
"Em um mundo onde os valores se invertem, a verdadeira lucidez reside em resistir à pressão corrosiva que busca nos corromper."
"A verdadeira liberdade política surge da consciência crítica, onde cada indivíduo entende seu papel na sociedade e exerce sua autonomia com responsabilidade e justiça."
Residem as dores, onde o fogo arde,
E a frieza habita, onde o amor se tarde.
Pois nos corpos mais quentes, a tristeza se disfarça,
Mas no fundo do peito, o vazio é quem abraça.
"Em um mundo onde o conhecimento é a luz que ilumina o caminho, cada passo na jornada do aprendizado nos aproxima de uma compreensão mais profunda de nós mesmos e do universo que nos cerca."
(@marcellodesouza_oficial)
"Nunca deixe seus sonhos morrem, pois, estão apenas começando um novo ciclo da vida onde o futuro não tem limites."
Viver é uma prisão perpétua, onde a Juíza é a morte, onde dia após dia, parece ser uma tortura infinita.
" Onde eu estou na sua vida ? Se vc me ama, estarei no seu coração. Mas se você me odeia estarei na sua mente."
Nossa sensatez é um lugar longínquo onde tudo é realizável e equivalente.Caso tentássemos executar qualquer ação que opusesse à “coerência coletiva”, por consequência seríamos execrado pelos demais.
As redes sociais é o reflexo do nosso mundo real onde as pessoas podem ser fazer e dizer o que não são
Como em nosso mundo com pessoas coisas e vícios
Só precisamos nos assegurar de que somos nós mesmos e tomar cuidado pra não se perder...
Na penumbra da noite, onde a tristeza impera,
Um poema de desolação, uma melodia que desespera.
Na escola, um breve encontro, um vislumbre de esperança,
Mas o destino, implacável, transformou o sonho em desconfiança.
Um mês se passou, um turbilhão de emoções,
Promessas efêmeras, seguidas por decepções.
A família em tumulto, um peso sobre o coração,
A solidão se insinua, como uma sombra na escuridão.
Três dias de amor, seguidos pelo vazio,
A pausa anunciada, um prenúncio de frio.
As desculpas da família, um eco de incerteza,
O coração dilacerado, sem forças para a beleza.
Quatro meses de espera, sete tentações em vão,
Cada negação, uma agonia sem fim, um não.
Ela retorna, com desculpas frágeis, um sorriso sem brilho,
Mas o amor, agora um fantasma, esvai-se em um suspiro.
Conversas de sexta-feira, antes repletas de vida e paixão,
Agora são como fantasmas, assombrando meu coração.
No sábado, o vazio, um abismo sem fundo,
Minhas esperanças despedaçadas, em um mundo moribundo.
Três dias de silêncio, uma mensagem cortante,
Amor confundido com amizade, uma faca penetrante.
Meu coração despedaçado, lágrimas a inundar,
Em busca de suas roupas, um mar de dor a sufocar.
"Eu ainda te amo", murmuro na noite gélida,
Na rua deserta, minha alma destroçada, perdida.
Um ano se passou, mas a tristeza ainda é meu lar,
Ela segue adiante, enquanto eu me afogo no mar.
Na rua fria e solitária, ecoa meu lamento,
Minha alma mergulhada no abismo, sem alento.
Cada verso, mais profundo que o anterior, até chegar,
Ao ápice da desesperança, onde só resta chorar.
Na encruzilhada dos sentimentos, onde o amor se perdeu,
Um coração partido, um lamento no breu.
Conheceram-se na escola, num amistoso de vôlei,
Ela, a lua, ele, um marinheiro sem lei.
Um mês de conversas, um pedido de amor,
Mas as sombras se ergueram, o destino traiçoeiro e traiçoador.
Três dias de namoro, uma pausa por desamor,
A família em aflição, um coração em dor.
Quatro meses se passaram, ele recusou tentações,
Sete garotas, sete sussurros, todas em vão.
Ela retornou, desculpas em mãos, um beijo no escuro,
Mas o frio chegou, seu amor tornou-se obscuro.
Conversas de sexta-feira, risos e planos ao vento,
Mas no sábado, o silêncio, um eco no tormento.
Três dias de espera, uma mensagem cortante,
Amor confundido com amizade, um adeus distante.
O coração dilacerado, lágrimas no olhar,
Ele busca suas roupas, a dor a se espalhar.
"Eu ainda te amo", murmúrio no vento frio,
Na rua deserta, ele chora, em desafio.
Um ano se passou, lembranças como punhais,
Ela segue adiante, em novos vendavais.
Enquanto ele, na rua de sereno e frio,
Ainda sente sua falta, num eterno desafio.
A liberdade de muitos constitui prisão de outros, onde há um oceano de gargalhadas no outro lado há um rio de choros.
No imenso circo da humanidade, onde a lógica se perdeu há muito entre os truques da retórica e as acrobacias da desinformação, estamos todos presos numa marcha descontrolada em direção ao abismo. O mundo, tão amplamente ligado pela tecnologia, fragmenta-se em facções que se observam desconfiadas e se armam com tweets raivosos.
De um lado do ringue, os idealistas tocam suas flautas utópicas, clamando por justiça social e mudança climática, enquanto do outro, os reacionários erguem suas bandeiras de tradição e conservadorismo. Ambos se empurram para o precipício com uma convicção cega, ignorando que o chão está a ruir sob os seus pés.
Enquanto isso, os arautos da mídia manipulam as massas, distorcendo a verdade até que ela se desintegre num caleidoscópio de meias-verdades e mentiras convenientes. É a polarização que dita o tom, a tonalidade dissonante de um mundo que rapidamente se move em direção a um estado de disfuncionalidade global.
A ironia reside no fato de que, apesar de nos vermos cada vez mais próximos do abismo, os que empurram são os mesmos que gritam que estão a ser empurrados. E assim continuamos, numa dança sinistra de culpa e inocência percebida, enquanto o solo cede sob o peso das nossas próprias contradições.
Enquanto o mundo arde em fogueiras de indignação digital, os líderes políticos jogam xadrez com vidas humanas, cada movimento calculado para agradar os seus seguidores leais e enfurecer os seus adversários declarados. A verdade tornou-se um acessório opcional, substituída pela conveniência da narrativa que melhor se alinha aos preconceitos e receios de cada grupo.
No final, estamos todos juntos nesta queda livre em direção ao desconhecido, com o abismo à nossa frente e a desunião às nossas costas. Agarramo-nos às nossas convicções como tábua de salvação num mar de incertezas, mas talvez seja hora de reconhecer que o verdadeiro precipício não é apenas físico, mas moral e intelectual. Num mundo quebrado pela polarização e pela manipulação, a ténue esperança de uma revolução de mentalidades que traria o "Admirável Mundo Novo" contrasta com a implosão do velho. Quer a selvajaria, quer a complacência terão um preço pesado. Resumidamente, estamos fodidos.
