Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Onde os prêmios ao valor são maiores, é aí que se
encontram também entre o povo, os melhores
e mais bravos espíritos.
A idéia da folha voltar para o galho,
Onde no real outono,
Elas são sufocadas para o chão,
É simplesmente a idéia mais linda do amor existente!
Você que é uma simples minhoquinha... cuidado! Pois dependendo de onde você passa pode ser confindido com os filhotes de cobra
"Ética e respeito são aqueles lugares onde uma pessoa não (se) engana e nem permite que os outros se enganem com ela ou nela."
Onde esta a inteligência?
Onde anda a educação?
Para tratar seu irmão
Retratar-se pelos instintos
Seria a melhor opção
Amor de verdade é uma via de mão dupla onde as mão se entrelaçam ,os caminhos se cruzam e o objetivo se descobre único.Vidas que seguem paralelas como cordas de um belo violão,que juntas são capazes de produzir belos acordes.
JARDIM SECRETO
Encontrar-te-ei lá, no jardim dos segredos,
Naquele banco, onde aquele antigo casal.
Escreveu seus nomes, e,
Deixaram uma mensagem.
Também nós lá sentaremos,
Todas as tardes juntos,
Olharemos as crianças correndo,
Pelo jardim com seus cães,
Deitarei em teu colo,
Lendo meu livro e você seu jornal,
Na paz do nosso jardim;
O cheiro do orvalho da manhã,
A brisa no entardecer
ficaram em nossas lembranças.
Os anos ficaram guardados
Um a um até o nosso entardecer,
No nosso jardim, na atmosfera mística,
Do tempo na nossa existência.
Essa poesia foi escrita inspirada na cena de um filme que me tocou muito.
Presidente Prudente/ 09/03/05
Seu Condutor! Pare o bonde!
Pare que eu quero entrar!
Vou para não sei onde
Volto quando o sol raiar.
Talvez, nem tenha volta ...
O condutor mal esconde
Os beijos que quer me dar.
(Estação do bem querer)
Sempre há.
Haverá sempre.
Estará sempre.
Onde não há luz ou esperança.
Onde há desespero e desilusão.
Onde amor faz falta e cria solidão.
Está sempre.
Há sempre.
Na luta do homem indefeso e injustiçado.
Na busca do desempregado e do sem pão.
Estar em um lugar onde não se conhece ninguém é ouvir chamados na rua e ter certeza que não é pra gente.
Agora, você me diz para soprar a última chama. Onde sujo o dedo de escória, do fogo de dor, ardor. E a chama antiga, que se mostrou tão vermelha por queimar em brasa, notou-se espirrada de sereno, que mais me pareceu um dilúvio realmente súbito. E que, enfim, molhou. Apagou... Todo. Tudo virou fumaça, virou breu contínuo em dias cinzas nas cinzas que, pra mim, restaram. Por favor, peço que me retire dessa escuridão! Mostre-me seu sol pra eu mesma brincar com a minha sombra. Ascenda essa luz pra mim e diga que ainda tenho mais uma chama, mais uma chance. Não te acho, preciso te tocar, inventar que não é quimera. Mas antes, necessito me encontrar. Anda! Não vê que em você, o meu corpo ficou? Não escuta a minha voz rouca que nem mais assobia? Que chora quando evapora sua melodia? E escoa porções de saudade em um cru retrato seu? Seu vulto ficou e me aparece latejando como um sinal de amor arrancado... Porém, mesmo não mais avistando o clarão que me adornava, me encaminho ao que preciso continuar. Crer que ainda se trata de vida e que ela depende de mim pra sobreviver. Ainda tenho que, em outros rostos, incandescer. Devolva minha luz! Se assim, pra você, fica melhor, eu domino a falta que provoca por aqui. Aqui mesmo, onde você já clareou, fez brilhar amor...
E aí, vai ficando assim... Contento-me com esse seu último sopro que apaga e evapora o que, em lindos momentos, foi tão iluminado.
Se não sabes por onde andas, continues a caminhar, talvez, o crepúsculo do desconhecido transformar-se-á em um percurso repleto de luz e esperanças.
Eu já estive perdido, num oceano de dúvidas sem fim, onde tudo era fácil demais, e todos lhe sorriam a noite. Eu já fui ferido, por um coração frio, que me maltratava me amando, e que me sufocou tanto tempo. Eu já tive medo, no meio da noite, onde me pegava chorando sozinho, sem ter pra onde ir. Eu já voei por ai, sem destino, por lugares inimagináveis para muitos, que parecia um sonho. Eu já corri na chuva, como uma criança com uma bola nova, só pra renovar a alma, cansado de tanta dor. Eu já sorri por sorrir, só pra não ter que falar o que pensava, e me arrependi depois. Já pulei, nadei, caí em lugares que ninguém acreditaria, nem mesmo quem estava lá parecia acreditar que era eu. Eu já fui bom, já fui mau, já menti, já fui enganado por mim mesmo, várias e várias vezes, sem motivo aparente. Já fiz coisas que nunca poderei revelar, nem mesmo aos meus mais íntimos confidentes, que pelo mundo me acompanham. Já fui herói e vilão da minha vida, e hoje já nem sei o que eu sou. Eu já senti o peso do desprezo em um olhar, já vi a covardia de perto. Já fui pro outro lado do mundo sem sair do lugar, viajei meio mundo, numa vida curta. Eu já me encarei num espelho e não me reconheci. Aquele olhar não era meu. Eu já segui a vida que o meu coração quis viver, e agora nunca mais vou ser eu mesmo de novo. Eu já fui e já voltei no caminho da felicidade, tenho toda caminhada em minha mente. Agora só me resta deitar e dormir, para sonhar com tudo isso outra vez.
