Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Tempo?
O que é o tempo?
Tempo vem, tempo vai!
Onde ele estar?
O tempo é ele, ou ela?
São tantos os questionamentos sobre o tempo, mas eu, ei de te amar além do tempo que me resta.
Lembranças...
Hoje acordei me olhei no espelho e questionei:
Quem és tu?
Onde você está?
Onde vive?
O que queres?
Abaixei meu olhar, me olhei, visualizei, analisei e questionei.
Que casca é esta? Onde arrumei este casulo que me esconde do mundo...entristeci...olhei minhas mãos ensanguentadas, quentes lágrimas rolam na minha face...olho meu tórax cadê meu coração? Um buraco...um buraco imenso...uma ferida...uma chaga profunda onde um dia existia a máquina mais potente do mundo...um coração, tento me erguer minhas pernas não obedecem ao comando da minha mente...choro, um choro denso, forte, copioso...olho minhas pernas estão laceradas, dilaceradas, envergadas pelo peso da solidão, solidão que embaça meus olhos, nubla meus sentidos e me faz questionar...qual o sentido da vida?
Procuro me aquietar e as lembranças flui, como um trem descarrilhado, célere, minha vida passa aceleradamente diante de mim, doces lembranças do som da criança que sempre fui, vejo um vislumbre da mocinha cheia de sonhos e sorridente, me recordo da jovem senhora com crianças no colo sempre a sorrir, me volto e olho o roto do arroto que me tornei, vejo retalhos de todas elas nestes restos diante de mim, me olho, me recupero, me regenero e descubro que estou pronta para partir...
Sinto novamente meu pranto escorrendo manso na despedida deste casulo que me serviu, me despeço da carne e com uma última olhada me dispo dela e dou meu último suspiro antes de partir...parto sem medo, sem receio, sem temor...pois meu corpo fica, mas as lembranças levarei comigo pra sempre, sempre, infinitamente, eternamente na hora de ir.
Theo Lanusa
Quem é você ?
De onde vem ?
Pra onde vai ?
Quem é você
Que bagunçou meu mundo
Revirou meus olhos
Buliu com minha mente
Arrebatou minha boca
Rolou com meus beijos
Brincou com meu corpo
Seduziu minha alma
Quem é você
De olhar maroto
De pele quente
Quem é você
De dentes brancos
De olhar calado ?
Quem é você
De um alguém
De ninguém
De passos fortes
De cara linda
De voz suave
Encanto
Quem é você
Que me roubou
Que me atirou nos versos
Me jogou nos sonhos
E me deixou nos becos
Ruas
Sem caminhos
Sem voltas
Saudades
Poesias !
Vivemos em um mundo onde as pessoas facilmente se ofendem mas dificilmente se preocupam com as outras.
A VIDA NA ROÇA.
Uma casinha singela,
Ao lado de uma estradinha de chão,
Onde a vida é simples e bela,
Há paz de alma no coração.
Uma porteira na entrada,
Um mata-burro ao lado,
Um liberando a estrada,
O outro inibi a passagem do gado.
Construída ao pé do morro,
Roupas limpas no varal,
Com a casinha do cachorro,
E uma farta horta no quintal.
Não há luz elétrica e nem muro,
Mas tem lamparina e lampião,
Lá não se vive no escuro,
Lá não há poluição...
Meu casebre e palhoça,
Onde plantei a felicidade,
Eu não troco a minha roça,
Pelo conforto da cidade.
As vezes me pergunto o porquê de tantas coisas, vejo um mundo complexo e sem rumo. Onde a maldade não tem limites e a inveja destrói, as pessoas ficam fazendo planos para destruir o seu próximo.
Acabamos sucumbindo dessa terra sem levar nada, espero deixar pelo menos sementes de amor plantadas, mesmo que não agrade a todos .
Não nasci perfeito e nem quero alcançar a tal, que venham dias vitoriosos desses que jamais esquecemos.
Mundo uma fabrica de seres sem personalidade vivendo a sombra de terceiros em um mundo onde as pessoas sem personalidade vivem a sombra de ídolos Não espero menos do que pessoas vazias sendo preenchidas com modismo e tendo cada movimento controlado pelo sistema.
Deixe aromas de rosas por onde fores
Pois assim sempre serão lembrados quando alguém estiver
Usando o mesmo perfume que você exalava
Do seu coração bondoso e gentil.
Onde os sulistas vão há progresso. Onde os paulistas vão há criação. Onde os cariocas vão há beleza.
Os gregos acreditavam na existência do Hades (lugar dos mortos), de onde as almas retornavam para a vida, denominando este fenômeno como “palingênese” (palinggenesia: novo nascimento). Assim como os gregos, os hebreus também acreditavam que as almas dos mortos voltavam à vida, que do Sheot elas retornavam ao mundo da matéria, conhecido como “anástasis” (do verbo anístêmi, composto de ana: ´para cima´, ´de novo´ ou ´para trás´; e ístêmr. ´estar de pé´. Ou seja: tornar a ficar de pé, regressar), expressão traduzida por “ressurreição”. Está escrito: “O Senhor é o que tira a vida e a dá: faz descer ao sheol e faz tornar a subir dele.” (1 Sm 2:6). Apesar de tentarem alterar o significado do texto, traduzindo inúmeras vezes “Sheol” por “sepultura”, para os mais atentos, se buscarmos a origem das palavras, veremos que a mensagem é clara quanto a afirmação: regressar do Sheol, regressar do mundo dos mortos.
“O Senhor é o que tira a vida e a dá: faz descer ao sheol e faz tornar a subir dele.” (1 Sm 2:6)
"Uma hora sou decidida, firme e forte. Sei onde estou, meu papel, meus eus. Outra hora sou papel picado solto no vento, sem saber para onde voar... dispersa, aleatória e vaga."
Eu ainda creio que haverá um tempo onde não mais se discutirá sobre armas, porque tanto discussões quanto armas serão totalmente desnecessárias.
