Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
"Onde estás meu amado? Por onde andas? Onde caminhas?
Será que pensas em mim? Como serão teus cabelos meu amado? E que cor eles terão?
Como se agitam ao vento?
Como serão os teus olhos meu amado? E que brilho eles terão, quando olharem pra mim?
Onde tu estás querido amado? O que fazes?
O que pensas? Será que oras por mim?
_Quero encontrar-te! E amar-te meu amado!
No coração de DEUS é o lugar onde me encontro, aqui te procuro, até te encontrar.
Rocha
Rocha d’onde desabrocha
Água límpida e cristalina
Que produz sons que encantam
Ensinam e educam.
Som que ecoa pelo universo
Como uma doce e suave melodia
Que desperta a sede e a sacia
Alimenta e revigora.
Hora rocha, outra encanto
Hora Som, hora acalanto
Hora uma cousa, hora outra
Tudo em ti é essencial.
A magia da vida consiste em você derramar amor por onde passar e acrescentar gestos de carinho a todos que cruzarem o seu caminho
No penhasco da falácia
Há aqueles que se apoiam
em cotovelos feridos
Onde a empáfia amplia
inimigos e desavenças
Resta saber quantos cairão e
quais atravessarão a ponte da
humildade
Sabedoria há de sobra o que falta
é reforma íntima.
O Dom
Quando o amor acontece, vem do acaso, do encontro inesperados onde os olhares se cruzam e desviam simultaneamente, mais voltam a se olhar novamente para eternizar o amor a primeira vista,
Quando o amor vem de repente ele se eterniza na vida a dois, vem a distância a presença nada termina esse sentimento elevado,
Como é poderoso o querer vindo do amar, o desejo é mais desejo, o beijo e mais beijo, o prazer e mais prazer, o sorriso é mais sincero, o amor é mais amor,
Como é bom poder entender o amor, eu queria entender.
O melhor teatro da vida é aquela que nós mesmos escrevemos, escrevemos por onde andar, ao que fazer, escrever de quem amar, pra onde ir, um teatro onde consta alegria e liberdade, um teatro que não permite ensaio e muito menos voltar cenas passadas. Um teatro de nossas vidas onde ninguém mais pode escreve-las a não ser nós mesmo.
MOROSIDADE E OUTRAS INJUSTIÇAS
Moro onde os processos judiciais se arrastam
e porque "burrocráticos" não andam, demoram
Moro em um País
onde pobre morre no morro
classe média leva o esporro
e professor grita socorro
Moro no Brasil
onde deveriam morar
menos Sérgios Malandros
e mais Sérgios Moros, morou?
Eu me aprofundo em tanta lágrimas, que não sei onde ela estão, lágrimas perdidas por sentimento inexistente? Ou não.
Não consigo entender o que diz, e não quero entender tanta indecisão.
Vou seguir em frente essa foi sua decisão eu prefiro não ter muito contato e também tenho um pouco de raiva, por isso fico tão distante ao fim de não me machucar mais, gostar é uma coisa, mas, corremos atrás de quem realmente quer e merece, tento lhe entender mas, você não quer ser entendida, diz que não faço nada, então realmente não vou fazer, simplesmente, eu já me dei por vencida e correr atrás não vou mais, quem realmente gosta não foge do quer, o problema que não sou uma pessoa que tem paciência para esperar por muito tempo, e eu gosto de tudo rápido sem demora, então esperar eu já esperei tentar já tentei, já conversei, então se não quer porque me iludir.
Do livro na estante eu fujo
Da tv da sala eu fujo
Seu rosto me encara, eu fujo
Pra onde pra onde?
Da página em branco eu fujo
Do rádio a pilha eu fujo
O chão me segura, eu fujo
Pra onde pra onde?
Eu fujo do acaso, do horizonte
Da matilha de gentes na rua
Da fala prudente, da fala crua
Da gente decente, da gente intrusa
Pra onde pra onde?
Se acaso me visses
Enquanto eu fujo
Diria aflita ‘pra onde pra onde?
Não tens mais amigos, cachorros, amantes,
Sequer inimigo, parentes por perto.
Eu fujo,
Do ritmo constante dos passos
Dos abraços felizes e apertados
Do aperto do final do mês
Da mês do ano do dia
Mas quando, com quem e pra onde?
Se acaso nos visse correndo
No meio das gentes com pressa
Dirias: pra onde pra onde?
Pra onde vai aquele que não tem a si?
Se acaso nos visse em casa
Zizezagueando em um vão
Dirias: pra onde pra onde
Corre esse pensamento vazio?
Não sei se pode a vós parecer
Compreensível a questão:
Nós somos a célula perdida
O elétron fora de órbita,
Nós somos
A estrela não vista
Um amontoado de células
Sem corpo para habitar
Mas move-se em nós
Um palpitar inconstante
Que não me permite calar o espírito.
Se acaso me visse na cama
Falando qualquer idioma
- Pra onde pra onde
Corre essa língua solta
Pra Alemanha pra Roma
Pro fundo do Rio Potengi?
Eu fujo daqui e dali
Dali e daqui também fujo
Se volto é para fugir
Pro poço mais fundo de mim.
De fim em fim, eu não permaneço
Esqueço de permanecer
E se permaneço é um terço
Um terço esqueci de fazer
Um terço levaram os ventos potiguares
Pro prédio mais alto da vida mais rasa.
Eu fujo do assunto
Eu fujo das presilhas de cabelo
Eu fujo da liberdade
se ela me encontra, tenho medo
liberdade é uma coisa difícil de fugir
pode ser viciante.
Eu fujo do sentido, eu fujo
Quanto mais a altas horas da noite,
Não nos peça sentido, não procure
Não procure quem perdido está
Nas extravagancias de si.
Somos nós os esquecidos,
Não se gabe
Fugimos das suas lembranças, fugimos
E muitos nem percebem que estamos ali fugindo
Do borbulhar dos sentimentos humanos.
Eu e nós as vezes cansamos de fugir
E sentamos no banco de uma viela e
Esperamos passar um bonde de nome esquisito
Pra onde pra onde pra onde?
Pra última fuga de nós, a fuga cruel e definida.
Será liberdade a fuga? Fugimos a tanto tanto tempo
Que nem pude ver no espelho
Quanto tempo fugiu de mim.
Pelas esquinas de tempo por onde passo, deixo um tanto de mim, Um tanto do que inevitavelmente fui, um tanto do que, de abraços com a ilusão, quis ser. O que fica no linear paralelo de um novo caminho é o que neste hoje sou. Um “sou” mais rico da lucidez que preciso, mais empobrecido em limites, mais prudente em perceber que alguns passados, apenas passam, jamais se superam em nós. Assim são os amores, as saudades, os sonhos e os quereres que, sem perceber, por essas muitas e inconfessas esquinas, deixei. Pelos caminhos desse presente, vou reinventando cenários e neles acomodo novos castelos, às vezes de mármore, às vezes de areia branca, bem leve ao vento.
"O falso profeta é uma PAREDE BRANQUEADA,com um retrato da alma,onde a moldura está longe do acabamento DIVINO."
Amor pra vida inteira
De onde vem tanta doçura?
De onde vem tanta ternura?
De onde vem tanto querer?
Fico te olhando e penso que sem você não saberia
como viver
Você foi e é o caso mais antigo, o amor mais bonito,
um presente divino que só eu sei o quando és importante em minha vida
de todos os amores és o mais colorido....
de todas as beleza és o mais bonito.
Meu amor, meu amigo, meu amante... e agora meu marido.
eu amo tudo em você, com você pude desfrutar de cada momento espetacular que a vida poderia me dar.
Meu agradecimento por me fazer a mulher mais feliz e completa do mundo....
resume apenas em três palavras
Eu te AMOOO !
Meu amor pra vida inteira.
