Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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“E se você vivera vida que
— tanto sonha —
onde nela, eu estarei.? ”

“O olhar é a moldura da alma, onde as emoções se tornam visíveis.”

Sopro leve


Singularidade do som
Ventos trazem palavras
Refaz passos onde conduz novos caminhos
Leve extensão do sentir
Vive estações das poesias.

⁠Onde a dor para? Onde a saudade termina? Onde o amor-próprio começa? Onde um novo ciclo se inicia? Onde vc recomeça? De onde vc parou? Do que vc se esqueceu? Qual capítulo vc perdeu? Onde tudo acabou? Pra onde vc vai? Do que vc se esqueceu? O que vc ganhou? O que se perdeu? Quem é vc? Quem se tornou? O que vc perdeu? O que vc ganhou? O que vc leva? O que vc deixa? Quem leva o fardo e toda a tristeza? Qual é o saldo de tudo que aconteceu? Quem ganhou e quem perdeu? Quem leva a culpa? Quem sai vencedor? É um mistério o fim de um amor.

Sempre volto ao início.
Às séries que já sei de cor,
ao filme onde ainda choro,
às mesmas vozes
que nunca aprendi a calar.


Há algo em mim que não solta —
correntes invisíveis
marcando meus pulsos,
puxando devagar
tudo que tento deixar.


Dou um passo à frente,
mas o chão pesa.
Um “e se?” se aloja no peito
como uma pergunta sem resposta,
ecoando mais alto
que qualquer certeza.


Carrego risadas antigas
como quem guarda relíquias,
mas são elas que me quebram:
memórias rasgam por dentro
e levam pedaços meus
sempre que voltam.


Sinto sua falta
mais do que digo.
Sinto medo
mais do que admito.
E desejo o amor
como quem precisa respirar.


“Sinto muito” —
palavras que nunca chegam,
desculpas que se perdem
no silêncio que ficou.


E eu erro de novo,
volto de novo,
revivo de novo —
um ciclo que se fecha
antes mesmo de terminar.


Confundo passado com presente,
visto lembranças como futuro,
e me perco
no que já não existe.


Diziam que a saudade matava.
Mas não —
ela é mais lenta que isso.


É um veneno fraco,
escorrendo pelas horas,
corroendo por dentro
sem pressa de acabar.


O passado já passou,
o veneno já secou —
mas o gosto amargo
ainda mora em mim.


E, mesmo assim,
eu volto.

A poesia muda o interior


As palavras movimenta
Onde estações são singularidade
Da intensidade aconchegante
Mudanças únicas dessa amplitude
Do escrever intensamente a extensão da alma.

Às vezes, a ausência é melhor do que ficar insistindo onde não há reciprocidade.

Posso ainda não ter chegado onde eu queria, mas estou mais perto do que ontem.

Vivemos num tempo onde nos arrependemos pelo que não fizemos no passado, planejamos constantemente o futuro e nos esquecemos de vive e desfrutar o hoje, o nosso presente.

A espiritualidade de cada pessoa é complexa, cheia de dualidades onde luz e sombra se cruzam. Mas, se você busca viver com consciência, já está no caminho certo.

O nosso silêncio é um espaço onde tudo o que não foi dito ainda insiste em existir.

O mundo se tornou um lugar muito perigoso para se viver,
onde as ruas engolem passos sem eco,
e o ar carrega o peso de olhares que não se encontram.
Sombras alongam-se como garras no asfalto rachado,
e o coração, esse pássaro preso,
bate forte em ritmo de sirene distante.
Mas no meio do breu,
uma vela teimosa pisca,
não para banir a noite inteira,
só para sussurrar:
ainda há luz que resiste,
ainda há quem ouse acender outra chama
com mãos trêmulas,
e sonhar com um amanhã menos afiado.

⁠Seja independente no mundo onde os homens só veem as mulheres como uma figura materna.
Seja paz onde a maldade predomina.
Seja luz onde a escuridão é lá no fundo do túnel.
Seja paciência onde o ignorante levanta a voz.
Seja esperança no mundo em que os sonhos são destruídos.
Seja amor onde o ódio tem domínio.
Seja você.

Imagine uma distopia, claro, longe da realidade, onde pessoas são mortas pela cor da pele ou por que não geraram lucro o suficiente, discriminadas por existirem e criticadas por resistirem, uma distopia onde você é policiado por um homem de terno qual nem sabe seu nome, controlado em cada respiro e passo que dá e...
será que ela seria realmente tão longe da realidade assim?...

A força vem de onde você nem imaginava


Você acha que a força vem quando tudo está dando certo.

Quando você está confiante.
Quando tem apoio.
Quando tem resultado.

Mas não.

A verdadeira força nasce quando nada disso existe.

Ela aparece no silêncio depois da decepção.
No vazio depois da perda.
Na madrugada em que você pensa que não vai aguentar.

E mesmo assim… aguenta.

Você não descobre sua força nos aplausos.
Descobre quando ninguém está olhando.

Quando você levanta mesmo sem vontade.
Quando continua mesmo sem garantia.
Quando enfrenta mesmo com medo.

A força não é barulho.
É decisão silenciosa.

É você respirando fundo e dizendo:
“Eu não vou parar.”

Muita gente acha que é fraca porque chora.
Porque sente.
Porque dói.

Mas sentir não é fraqueza.

Fraqueza seria desistir de si.

E você ainda está aqui.

Talvez a força que você tanto procura não esteja fora.
Talvez ela esteja escondida dentro de tudo o que você já superou.

Você sobreviveu a dias que achou que não conseguiria.
Você enfrentou situações que jurou que te quebrariam.

E não quebraram.

Te moldaram.

A força vem de onde você menos espera:
Ela vem das suas quedas.
Das suas perdas.
Das suas inseguranças.

Porque é ali que você descobre quem realmente é.

E quando você percebe isso…
Você para de ter medo do processo.

Você entende que não importa o que venha,
Você sempre vai encontrar força de novo.

Mesmo quando achar que acabou.

Onde há pureza,
ha poder.
Onde há pureza,
há paz.
Onde há pureza,
Deus habita.

A verdade não se revela no espelho da lógica, mas se dissolve na névoa da experiência, onde o que vemos é mais o reflexo da nossa própria consciência do que a realidade.

Temos muitas pessoas adultas, mas sem qualidade de ser adulto...
Temos muitos casais onde o pai de casa é a mulher...⁠

⁠Entre o que somos e o que desejamos ser, existe o espaço onde habitam nossas escolhas e nossas renúncias.

⁠A verdade não é um lugar onde se chega, mas um caminho que se constrói.