Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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⁠A maturidade ensina quando, quanto, onde, porque, o que, como e quem? Acertou as respostas? Passou na prova da vida!

"Caminhar sozinho é ter a liberdade de olhar para onde ninguém mais está olhando e descobrir um mundo que só se revela a quem viaja com a própria companhia".

Onde floresce o amor... na alma,no coração e nos olhos de quem consegue ver.

O passado é um museu empoeirado,
onde nada existe além do que já foi.
Sabemos disso,
mas, como bons amantes e hipócritas,
sempre retornamos
ao início do fim.

Caminhamos por corredores antigos,
dançamos com memórias,
brincamos com dores e conquistas
como se ainda fossem nossas.

Tentamos entender
em que curva da vida
nossas escolhas mudaram de rumo,
em que sala ficou o que perdemos.

E assim, presos às lembranças,
às vezes esquecemos
que a vida não mora no ontem,
mas respira — silenciosa —
no agora.

⁠Onde ninguém obedece não há quem consiga mandar

109🙏🌹O despertar veio, é hora de seguir o Novo caminho, com o perecimento da esperança onde se findou o velho brotando um novo sentido, após a falência da velha árvore que aos pouco secou não produzindo mais bons frutos e um sentimento não correspondido, e assim frondosa tu vinhestes, com bons frutos, um novo sorri e um novo amor, ás mágoas e dores profundas se dissiparam, dando lugar a cura cicatrizada de vez em nós, a luz então mostrou que a velha história se finda e para traz fica o velho, após a longa jornada sem seu destino final... E a nova vida brotou, após a doação do perdão o decreto se fez e um caminhar não concluído ficou, agora em frente seguimos numa nova estrada onde um novo começo nasceu para ambos e após a missão cumprida a paz se fez presente...BOM DIA FAMÍLIA.🌹🙏Ayache Vidal.

A mentira inflama o cérebro; a verdade é o único estado de repouso onde seus neurônios encontram paz.

Uma discoteca local onde ficam os discos.
Uma encenoteca local onde ficam as cenas.
Uma pinacoteca local onde ficam as telas.
Uma estuoteca local onde ficam as estátuas.
Uma maquetoteca local onde ficam as maquetes.
Uma biblioteca local onde ficam os livros.
Uma filmoteca local onde ficam os filmes.
Uma fototeca local onde ficam as fotos.
Uma hemeroteca local onde ficam as revistas.
Um enoteca local onde ficam os vinhos.

Onde a postura é de reclamação, o propósito oculto do desafio se perde

Capítulo Quarto — Onde a Sombra Também Reza


Existe um tipo de noite que não aparece nas previsões do tempo. Uma noite que não vem do céu, mas da gente mesmo. Ela se aproxima devagar, como quem conhece o caminho da casa: primeiro um cansaço estranho, depois aquele aperto no meio do peito, e por fim a sensação de que o mundo ficou grande demais e o corpo pequeno demais pra carregar tudo.


Nessa noite, mora um personagem silencioso: o ser humano que luta com a própria mente. Às vezes é a ansiedade que dá ordens, às vezes é o pânico que chama pelo nome, e em outras a depressão se senta ao lado como um velho conhecido que nunca foi convidado. Ele olha o espelho e pergunta: “Por que eu sou assim?”
Mas a pergunta verdadeira deveria ser: “Por que eu acho que a culpa é minha?”


A culpa não é. Nunca foi.
Quando a alma dói, não é sinal de fraqueza — é sinal de que ela está viva demais, sentindo demais, absorvendo demais. É como um tecido delicado que se rasga fácil porque foi feito para perceber o mundo com profundidade.


Esse personagem, cansado e solitário, caminha por dentro do próprio labirinto. A mente vira um corredor estreito, cheio de ecos, e cada eco diz uma coisa diferente. Em certos dias, a luz da fé parece um fósforo; em outros, parece um farol. Mas ela sempre aparece — mesmo quando a pessoa acha que não merece.


Há um detalhe sagrado nesse capítulo: Deus não se preocupa com a roupa que usamos na vitória, mas com as cicatrizes que carregamos do combate.
Jesus, esse andarilho de almas cansadas, conhecia bem o peso das madrugadas que ninguém vê. Ele caminhava ao lado dos quebrados, dos tristes, dos esquecidos. E sempre repetia, de um jeito ou de outro:
“Você não é o que te feriu. Você é o que está tentando se levantar.”


É aí que entra a filosofia mística — aquela que olha para o invisível e entende que o sofrimento não é punição, mas passagem. O fogo que queima hoje pode virar clarão pra iluminar o caminho de outra pessoa amanhã.
Dor compartilhada vira mapa.
Dor transformada vira guia.


O personagem desse capítulo, mesmo tremendo, mesmo cansado, mesmo chorando com o rosto escondido na camisa, continua. Ele continua porque existe uma espécie de chamado. Não é voz de anjo, não é ordem divina, não é promessa de céu.
É só a vida sussurrando:
“Você ainda tem algo pra entregar.”


E ele tem.
Mesmo ferido, ele se torna farol para outros que estão na escuridão. Não porque é mais forte, mas porque conhece o caminho. Quem já visitou os próprios abismos sabe orientar quem está à beira deles.


No fim desse capítulo, a lição é simples e profunda:
a dor não diminui ninguém.
A tristeza não define ninguém.
A luta interna não anula a luz que carrega.


O perdão — inclusive o próprio — é um tipo de renascimento.
E cada crise superada é uma página virada dentro do livro sagrado que chamamos vida.


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“O vazio se instaura onde antes pulsava a vida, não como um buraco, mas como um silêncio carregado de ecos. Inexistir não é apenas ausência: é o apagamento do nome, do gesto e da memória que sustentavam o real. O que foi fictício desfaz-se no ar como miragem; o que se extinguiu retorna ao cosmos em forma de quietude. No intervalo sutil entre o ser e o nada, pairam as cinzas luminosas de uma quimera — não mortas, apenas transmutadas. O fim não é escolha nem castigo: é o rito inevitável pelo qual uma existência atravessa o tempo e se converte em lembrança, antes mesmo de cessar.”

O Triunfo de uma Estrela — Sabrina M. Augusto
Num mundo de sombras, vaidades e falsidades,
onde a inveja vigia e a maldade espia,
ergue-se uma alma de brilho augusto:
força e ternura — Sabrina M. Augusto.
Por trilhas de espinhos que o tempo traçou,
sua essência jamais se ajoelhou.
Mesmo sob golpes de um juízo injusto,
venceu com nobreza Sabrina M. Augusto.
Enfermeira de mãos que devolvem razão,
onde o pulso se cala, renasce a canção.
Se a vida vacila, ela paga o custo:
sopro divino em Sabrina M. Augusto.
Das crianças esquecidas nasceu o primeiro amor,
sorrisos pequenos curando antiga dor.
Dos bichos e plantas, cuidado robusto
habita o peito de Sabrina M. Augusto.
Ouvinte sensível, de conselhos fiéis,
enxerga verdades além dos papéis.
Cresce com ética, sem truque ou susto,
pois honra é caminho de Sabrina M. Augusto.
Se a origem foi dura e a perda foi tamanha,
na falta materna que a alma acompanha,
o Criador, justo, mudou-lhe o arbusto
e ofertou novo colo a Sabrina Augusto.
Quando a mãe Rosa não pôde ficar,
um anjo na Terra veio para amar.
De mãos de ternura e amor por inteiro,
surgiu Cacilda Sarah de Oliveira.
Sem letras nos livros, mas sábia na vida,
fez da educação sua causa erguida.
Criou como filha, com luz verdadeira,
semeando eternidade: Cacilda Sarah de Oliveira.
Hoje repousa nos braços do Pai Celestial, no além,
pois quem planta o amor colhe o bem que vem.
Deixou seu legado, firme e certeiro,
guardiã de Sabrina — Cacilda Sarah de Oliveira.
Sabrina, prossiga: tua fé é teu norte.
DEUS te sustenta, te faz grande e forte.
Que o mundo reconheça teu brilho augusto,
pois o céu caminha com Sabrina Mendonça Augusto.

A manifestação do pensamento não é necessariamente livre. Depende muito do ambiente onde quer se fazer ouvir. Pergunte ao militar subalterno se ele pode dizer o que pensa sem haver consequências.

Inegociável: onde não há respeito, a saída é um ato de dignidade.

Saudade é como o fim do caminho no horizonte onde se sabe que não termina ali, mas também não se encontra ali. É bom e da vontade e angústia não matar a sede. Esta ali, logo ali, lá, depois de lá. É o saber esperar e a dor do não saber o que. É a expectativa do próximo segundo que pode tornar-se infinito. Saudade é assim uma vontade que sacia e uma fome infinita.

⁠Se estás onde estás, a escolha foi sua.

Estou exausto. Desejo partir, anseio por liberdade. Livre para um lugar onde eu possa me aconchegar sem medo, Um lugar onde eu não precise competir para estar, onde eu não precise me desfazer para fazer algo, um lugar onde eu tenha um cantinho para descansar, onde todo café é quente e toda conversa termina em risada e não em silêncio.

Carrego seu coração comigo
Eu o carrego no meu coração
Nunca estou sem ele
Onde eu for, você vai, minha querida
Não temo o destino
Você é meu destino, meu doce
Não quero o mundo pois, beleza
Você é meu mundo, minha verdade
Eis o segredo que ninguem sabe
Aqui está a raiz da raiz
O broto do broto
E o céu do céu
De uma arvore chamada vida
Que cresce mais do que a alma pode esperar
Ou a mente pode esconder
E esse é o prodigio
Que mantem as estrelas a distancia
Carrego seu coraçao comigo
Eu o carrego no meu coraçao.
E. E. Cummings

O caminho menos trilhado muitas vezes guarda as maiores recompensas, pois é onde encontramos desafios que nos transformam e oportunidades que outros nem sequer consideram. É um caminho de descoberta e crescimento, longe da zona de conforto da maioria.

Eu não caminho para ser admirada, caminho para abrir portas onde outras mulheres possam passar em segurança.