Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Quando Deus não atende ao seu pedido, é porque os Olhos Dele veem onde os seus não alcançam. Como um Pai, Ele cuida de cada filho com amor e sabedoria.
Onde a paz não se sustenta e o amor não cria raízes, não há solo fértil para o propósito de Deus florescer em nossa vida.
Não é sobre onde você está, mas sobre Aquele que o colocou nesse lugar.
Se foi Deus, há direção, caminho e propósito para a sua vida.
Onde há Propósito Divino, há também combate; quanto maior o chamado, maior a luta, mas nenhuma oposição pode impedir o Plano e a Vitória de Deus em nossa vida.
Não espere colher rosas nos corações que viraram um deserto, pois as flores só florescem onde se cultiva o verdadeiro amor!
Onde havia uma barreira diante do abismo, Deus construiu uma ponte para que eu pudesse passar! Onde não havia um caminho a seguir, Deus construiu uma estrada que eu pudesse andar! Onde a tempestade cobriu o céu do meu coração, Deus se Tornou o Sol mais brilhante, iluminando todo meu ser com a sua Eterna Luz!
Não desisti ,porém cansei de espalhar sorrisos onde não eram bem vindos, de distribuir afeto onde não eram reconhecidos e dar amor à quem não sabe valorizar. Não é deixar de acreditar no amor, é deixar de tentar entrar onde não se é bem-vindo e tentar mostrar felicidade a quem não é feliz por si e não quer felicidade alheia. Deixando acontecer com a certeza de dias melhores
Onde o Óbvio Não Mora
Entre o que faço
e o que calo,
há sempre uma pergunta
que ninguém ousa fazer.
Desconfio do óbvio,
prefiro o intervalo,
o silêncio que antecede o toque,
a conversa que não pede pressa.
Coleciono instantes
em versos, em imagens,
na pele da estrada
e no vinho que demora na boca.
Se vier, venha curioso.
Algumas respostas
só se revelam
à beira do mar
ou no sussurro certo
em outra língua.
Deus vê o que não vejo…
Onde só vejo muralhas sufocantes e sem saída, Deus vê portas sendo forjadas a meu favor.
Onde só vejo um rio pantanoso de dor e lágrimas, em cima de uma canoa aos pedaços, Deus cria o barco salvador, condutor ao que não vejo, mas que Ele preparou para mim.
Onde só vejo o deserto dos problemas, e sinto a aridez e a sequidão das aflições, Deus prepara o oásis que me trará de volta à vida.
Onde só vejo o lamaçal do egoísmo, do individualismo, da falta de empatia e do oportunismo, Deus envia as pessoas certas, iluminadas, que me ajudam e me fortalecem na caminhada da vida.
Onde só vejo escuridão, Deus é a luz que se apresenta, que me guia, como um farol, que me conduz a um lugar seguro. Ele é a luz que cuida, cura e restaura. A luz dos recomeços...
Deus está sempre agindo em minha vida. Em nossa vida. Às vezes, em meio ao burburinho de nossas aflições, não conseguimos ouvi-lo, nem perceber os sinais. Mas Ele está sempre perto. A Ele entrego diariamente o controle de minha vida e de tudo que faz parte dela. E aguardo a paz que só Ele pode dar.
Josy Maria 13/05/2022
Não é preciso subir montanhas distantes para tocar o sagrado. Basta estar inteiro onde os pés estão. A espiritualidade verdadeira começa quando paramos de fugir do momento presente. Hoje, ao invés de correr, pousa. Observa. Sente. Tudo que buscas pode estar exatamente aqui — dentro de ti.
Se o espaço onde brilhas te pede sempre mais do que tens, não é aprendizagem, é um incêndio silencioso a consumir-te por dentro.
Existe o momento, em que você vai olhar para trás e, perceber onde você poderia ter acertado, mas jamais esqueça que se você poderia ter acertado, é sinal que errou.
Vivemos em um mundo onde terceirizamos a culpa — pasmem, quando perceber que o centro de tudo está em nossas próprias ações, amadureceremos, mesmo que sós.
[Eu vejo a luz do amor nos teus olhos]
Onde quer que possamos nos encontrar,
Não faz diferença, meu amor,
Se estamos passeando por uma rua sombria
Qualquer lugar é o paraíso quando teus lábios tocam os meus,
Vemos o resto do mundo passando pela avenida
Algo nos faz crer que a vida é uma dádiva de Deus,
Desde a primeira vez que nos vimos
Eu vejo a luz do amor nos teus olhos,
Se estamos dançando em meio a uma tempestade
Qualquer lugar é o paraíso, quando somos sinceros um com o outro,
Vivemos pelo prazer que vem da nossa cumplicidade
Onde podemos nos amar o tempo todo,
Se estamos conversando na tua casa
Qualquer lugar é o paraíso quando eu te tenho ao meu lado,
Sempre que nos encontramos na praça
Eu posso te confortar em meus braços,
Eu confio no teu sorriso meigo,
Eu sei que tu é mais que uma mulher bonita,
Se estamos passeando por uma rua sombria
Qualquer lugar é o paraíso quando teus lábios tocam os meus,
Vemos o resto do mundo passando pela avenida
Algo nos faz crer que a vida é uma dádiva de Deus,
A maneira como vivemos é uma dádiva nossa para Deus,
Fazemos com que seja uma dádiva magnífica,
Te amo mais a cada dia da minha vida,
Meu amor,
Sim,
❤
A vida é saber que vale à pena viver em um motivo o qual,se encontra ,onde muitos deixaram de acreditar...
”Não desista agora.
O que parece o fim é só o ponto onde Deus começa a escrever a virada da tua história.
A tua força não vem do que sente, vem de quem te sustenta”.
No palco efervescente do Carnaval, onde risos se misturam com lágrimas e cores dançam ao ritmo da vida, emerge uma reflexão profunda sobre a dualidade da experiência humana. Neste reino de máscaras e fantasias, onde a alegria transborda e os corações se enchem de esperança, também ecoa o sussurro suave das dores ocultas e das tristezas silenciadas. Por trás dos sorrisos radiantes, há histórias não contadas, cicatrizes invisíveis e sonhos adormecidos. O Carnaval, tão festivo e efêmero, personifica a jornada tumultuosa da existência. É um espelho que reflete nossa capacidade de encontrar beleza na imperfeição, de dançar na chuva das incertezas e de abraçar a dualidade que nos define. Entre confetes e serpentinas, entre batuques e melodias, encontramos um refúgio momentâneo, um instante de suspensão da realidade. É nesse interlúdio fugaz que nos permitimos ser quem quisermos, onde nos perdemos nas danças frenéticas e nos reencontramos nas pausas serenas. O Carnaval é mais do que uma celebração; é uma metáfora da vida. Como as marés que sobem e descem, como as estações que mudam, ele nos lembra que somos feitos de dualidades, de contrastes, de luz e sombra. Nesse turbilhão de emoções e cores, encontramos a essência da humanidade, com suas alegrias efêmeras e suas tristezas persistentes. No final das contas, o Carnaval nos ensina a abraçar todas as facetas da vida, a dançar mesmo quando o chão parece ceder, a sorrir mesmo quando o coração chora. Assim, no palco do Carnaval, entre o caos e a harmonia, descobrimos a verdadeira magia da existência: a capacidade de encontrar beleza na dualidade, de celebrar a vida em toda sua complexidade e de transformar até mesmo as sombras em luz.
Todos, um dia, hão de partir para o desconhecido —
uma travessia sem retorno,
um silêncio onde nenhum viajante voltou para narrar.
Nada sabemos do outro lado:
se é luz, se é paz, se é abismo ou eternidade.
Quem foi, não fala.
Quem está aqui, não lembra.
Vivemos entre rumores e crenças,
mergulhados em histórias que o tempo sussurra,
mas, na essência, não sabemos nada.
Neste círculo vicioso da busca,
somos aprendizes do infinito,
almas sedentas que descobrem, a cada passo,
que a verdadeira ignorância
é acreditar que conhecemos algo que não sabemos.
