Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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Que você leve luz por onde for, que você seja LUZ. Que você seja acolhido quando precisar, que você seja colo que ACOLHE. Que os sorrisos que você encontrar pelos seus caminhos transformem seus dias, que você TRANSFORME de maneira positiva a vida de outros.

Flávia Abib

Meu caminho, meu destino. Meu destino é caminhar por onde manda meu coração. Meu coração é guiado pela sua luz, e a sua luz, me leva aonde meus pés não alcançam.

Flávia Abib

⁠Quero que a liberdade
me abrace e me leve
para um lugar
onde só existam regojizos.

Para Onde Vai o Amor Quando Não Há Quem Amar?

Existe um amor que nasce antes do encontro.
Um amor sem rosto, sem nome, sem história
mas não sem peso.


Ele se acumula no peito como algo vivo, pulsante,
pedindo passagem, pedindo destino.
Não é carência.
É excesso.


Há quem diga que vem de outras vidas.
Mas pouco importa a origem quando ele insiste nesta.
Porque amar sem poder tocar,
sem poder oferecer,
é como respirar fundo num quarto sem janelas.


Às vezes alguém aparece.
E por um instante tudo parece fazer sentido.
O coração se apressa, reconhece sinais,
acredita ter encontrado o lugar certo para pousar.
Então eu entrego, não aos poucos,
mas inteira.


E dói perceber, quase sempre tarde demais,
que não era ali.
Nunca foi.
A pessoa vai,
mas o amor fica.


O tempo passa.
Outros chegam, outros partem.
E eu sigo carregando esse amor intacto,
sem ter onde colocá-lo,
sem ter quem o sustente do outro lado.


Ele cresce em silêncio.
Não some.
Não cansa.
Até que nasce um medo:
não o de deixar de amar,
mas o de amar demais
sem testemunha,
sem retorno,
sem encontro.


E então a pergunta se impõe, não como resposta,
mas quase como uma ferida aberta:


O amor precisa de alguém para existir
ou basta existir em quem o sente?

- Mirelle Cerqueira

"O universo não é o palco onde existimos, mas o crime de isolamento que cometemos contra o Todo; cada observador é um deus exilado que, ao se recusar a ser apenas 'Um', condenou a eternidade a se tornar tempo para poder ter o luxo de uma perspectiva própria."

⁠Quero chegar
onde nunca cheguei...
amar, amar, amar...
ser feliz infinitas vezes!

⁠Vivemos num momento
onde os sorrisos
foram trocados por olhares...
Aprenda a usar seus olhos,
para ver nas entrelinhas,
o que está perto
e você não enxerga!

Quem não morre para o pecado já se matriculou na Escola do Sofrimento, onde o inimigo dita lições e oferece falsas promessas de cura.⁠

EU REPITO

Onde você mora eu quero saber
Estou com saudade Saudade de você
Eu fiz uma casinha pra gente morar
Se você quiser pode me ligar

Estou te aguardando
Fazendo tantos planos
Pra nois dois
Vou te amar agora
E quero te amar depois

No vídeo gravado no meu celular
Eu repito que vou te amar
Eu repito repito no vídeo
Que vou te amar
Enquanto eu existir enquanto eu viver
Só quero você.

Poeta Antonio Luis

Na fé, Deus cria laços que o tempo não desfaz e constrói pontes onde o amor nos ensina a atravessar com esperança.

A solidão é um oceano profundo onde não há superfície.

Simplicidade das pequenas coisas.
Onde um gesto eterniza em nossa mente e coração.
Isso é viver.

No silêncio onde o medo floresce, vivem os loucos; como o Cazuza exagerado, que rompeu limites em busca de verdades maiores. Essas flores não são fraqueza, mas pontes para a profundidade do ser. Jonas, engolido pela grande baleia, simboliza o mergulho no abismo necessário para a transformação. A esperança de um amanhã melhor é mais que desejo; é a coragem de enfrentar o medo e deixar que as flores da alma cresçam. A verdadeira libertação nasce quando a loucura do exagero encontra o amor e a consciência.

No impossível mais azul do nada, onde o abstrato se desfaz em si mesmo sem eco ou sombra, o mar engole o tempo como um pássaro que não voa, mas devora horizontes inteiros. Ondas de eternidade se entrelaçam em penas de relógio derretido, e o agora se afoga em plumas salgadas, levando embora os venenos da alma humana; invejas que se evaporam em espuma quântica, ódios que viram conchas vazias girando no vórtice do nunca. Pássaros sem corpo, feitos de minutos partidos, alçam os males do mundo em asas de esquecimento: guerras que pesam como nuvens de sal, tristezas que caem como gotas de ontem, tudo arrastado para o abismo onde o mar e o tempo se beijam em silêncio impossível. Ali, no núcleo do intangível, o mal se desfaz em nada, e o mundo renasce leve, como um voo que nunca pousa.

REALIDADE PARALELA


Vivemos em réplicas de espelhos quebrados, onde o reflexo não devolve o rosto, mas o eco de um grito engolido. As mentes, lascadas como vidros sob o martelo do tempo, teias entre o frisson e o divino: o delírio vira profecia, o tremor das mãos se ergue como hino aos céus partidos. O que parece cura é veneno disfarçado de salvação, e o veneno, ah, ele se veste de milagre, cuspindo promessas em línguas que ninguém mais ouve. Aqui, o real se contorce como fumaça em vento contrário. Um homem ajoelha ante o altar de comprimidos partidos, crendo que a náusea é êxtase celestial, enquanto a multidão aplaude o surto como visão apocalíptica. Não é loucura, dizem; é revelação. Não é doença, insistem; é deus infiltrado nas veias. Mas o que aparenta ser santo desaba em abismo, e o abismo, fingindo luz, engole o que resta de nós. A distorção rasteja, invisível, reescrevendo o mundo: o céu chove cinzas que chamamos de bênçãos, o chão se abre em feridas que juramos serem portais. Fragmentos de mentes se chocam, confundindo o pus com óleo sagrado, e o que é se desfaz no que parece. Nesta paralela, a verdade não existe, só o eco de si mesma, distorcendo até o silêncio.

Hiperassociação mental




Estou sentada onde o corpo fica,
mas a mente não assinou presença.
Os olhos parecem beber o horizonte,
enquanto por dentro galáxias se atravessam
em disparada silenciosa,
sem pedir licença ao tempo.


Quem passa vê contemplação imóvel:
mar respirando, ondas ensaiando retornos.
Por dentro, porém, invento travessias,
pulo continentes num piscar de pensamento,
sou muitas versões em simultâneo,
todas nascidas do mesmo instante.


O céu acende um arco de cores improváveis,
o sol se despede em combustão delicada.
Minha cabeça corre descalça por ideias,
faz morada em imagens que não existiam
antes da luz tocar a água
e bagunçar meus sentidos.


Estou aqui, dizem os pés na areia.
Estou longe, responde algo sem endereço.
Essa fenda entre o agora e o devaneio
não dói, não cura, não explica:
é só o lugar onde a inspiração
me atravessa sem forma.


Talvez dissociar seja isso:
o mundo externo servindo de gatilho
para universos que nascem e morrem
no intervalo de uma onda.
E eu, quieta por fora,
mas construindo universos por dentro.

Vivemos em um mundo paralelo
Onde as 'coisas' se unem no seu
devido tempo;
Nem a mais, nem a menos.

[A ROSA CONTINUOU SENDO A ROSA]

“Para a rosa mais bela;
Um vaso apropriado.
Onde de várias outras,
Foi a única privilegiada.

Não pela beleza
Nem mesmo pela cor.
Mais pelos detalhes
Que não mudou.

Não precisou ser uma “Pluméria”,
Nem mesmo uma “Orquídea”…
Mas pelo que sempre foi.
Diante de várias, se guardou.

Na casa do jardineiro
Um vaso apropriado
Recebe a rosa do jardim
Como sempre: entusiasmado!”

⁠Vivemos tempos difíceis, onde a mediocridade se tornou qualidade.

Parabéns, São Paulo altaneira,
Cidade-mãe de todos os povos,
Onde o mundo inteiro se encontra
E constrói seus próprios novos.


Paulista, artéria do tempo,
Beleza que pulsa e ensina;
Entre concreto e esperança,
Ali o futuro caminha.


Ibirapuera, verde abraço,
Respiro vivo da metrópole;
Exuberante, livre e eterno,
Santuário da alma paulistana.


Augusta, rua da diversidade,
Expressão plena da liberdade;
Bela em seus contrastes humanos,
Espelho fiel da pluralidade.


Ipiranga e São João, memórias,
Avenidas de história e paixão;
Ecos de um Brasil que cresce
No ritmo do próprio coração.


São Silvestre, passos centenários,
Corrida de fé e emoção;
Onde o mundo corre contigo
Pelas veias da mesma canção.


São Paulo, grandeza que inspira,
Orgulho eterno do Brasil;
Explode em amor esta cidade
Que nunca dorme — apenas sorri.