Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica
Fecho os olhos noturnos
Como quem procura a morte
E a minha solidão encontra-te por sorte
Não estou certo destas palavras
Mas estou firme no instante
Da palavra tua distante
Me roubando coisas amargas.
Minha realidade, são 24 hs resumidas em apenas um instante. Honestamente?! Literalmente no Futuro e no Passado, resumidamente em um único instante... Agora, minha realidade são 24 hs, resumidas em apenas um ponto. 'Realidade' é um dia resumido em apenas um."
o caminho mais fácil aparece na minha cabeça, mas logo desaparecerá...
eu sou testado dessa maneira
o que devo fazer ???
vamos seguir em frente sem hesitar...
portanto ao invés de se mostrar
acredite um pouco mais em você
siga os seus sonhos , seu coração...
paz e amor
certamente irá florecer
e nós vamos brilhar
Sem remédio
Bateu em minha porta
E sem permissão entrou
Tomou conta de tudo
Tudo tomou
Invasor maldito!
Fecho os olhos
Tento negar sua presença
Mas ouço seus passos
Andando por todas as partes
Oque faço eu para expulsar-te daqui?
Vou por fogo em tudo
Ver-te queimar
Queimar...
Como queimo eu.
Que Deus tenha misericórdia e me vença. Vença das minha vontades e que meu coração sem renda a ti. Que ate port quem venha bater seja da sua vontade oh Pai.
Você e minha inspiração. Você e o calor que aquece meu rosto e me faz sorrir. Você e o vento que me refresca e me faz sorrir. Você e a paixão da minha vida que me faz sorrir. Você e o amor da minha vida que me faz sorrir. E com esse sorriso eu cultivo novos sorrisos.
aqui meu irmão,não e brincadeira esta de bobeira plantando bananeira.Vi minha irma la na cachoeira cantando para baleia sem brincadeira.Pão na mão pé de feião João grandão com chulesão sem um tampão de narigão,que GRANDÃOOOOOOOOOO
Estrela
Retira teu véu,
Minha bela!
Que eu quero vê-la
Adornando meu céu...
Inebria-me, com teu brilho!
E faz sonhar
Num simples toque de olhar,
Meu coração andarilho.
Envolta em mil fantasias
Ah! Como é bom vê-la,
Minha estrela!
A cintilar poesia...
Da minha janela contemplo
Tua beleza radiante
De mim assim tão distante,
No esplendor do firmamento.
Antes da noite partir,
Ponho-me enfim extasiada...
Por teu luzir enfeitiçada,
Minh'alma adormece a sorrir!
Paz Na Minha Aldeia
Verdes campinas e prados
Entre concretos gigantes...
Agitam o clarear d aurora.
Trépidos rumores adiante...
Num andar descompassado,
Choram a fauna e a flora!
Tristes veredas sombrias,
Visão da calma despojada
Desencantar da vida!
Funesto prenúncio do nada
Mãos calejadas e frias,
Tranquilidade perdida.
Quero a paz na minha aldeia!
Voar livre qual o vento,
Semeando mil afetos...
Nas asas do pensamento
Toda a brandura em cadeia,
Olhos de brilho repletos.
No aconchego dese lar
Fraternidade e amor,
A brindar com minha gente...
Do alto, Nosso Senhor,
Sorrindo vem abençoar
Minha ladeia, então contente.
Lembranças de Alegrete (À minha terra natal)
Minh'alma a trotezito
Percorre tuas campinas,
Nas asas do pensamento...
Olhos fixos no infinito
Posso ver tuas colinas,
Verdes paisagens ao vento.
Coração bate apressado!
Sente ânsia de chegar
Galopando nas coxilhas...
Num pulsar apaixonado,
Busca o aconchego do lar
na Capital Farroupilha.
Alegrete, meu jardim,
Onde roseirais plantei...
Torrão que me viu nascer!
Saudades nasceram em mim
Nas plagas por onde andei,
Num eterno florescer.
Ibirapuitã brejeiro
Fonte de águas correntes,
Vai regando nossa lendas...
A cantar nos pessegueiros
Cigarras com vestes de prenda,
Inebriam índios valentes.
A reviver nossas glórias,
Em cada Vinte de Setembro
Meu povo desfila animado.
Num tilintar de esporas,
Com muito orgulho relembra
Feitos heroicos passados.
Não conheci outra escola
Mais sapiente que a tua...
Minuano cortando os ares
São João, fogueira na rua,
Passarada nos pomares.
Geada encobrindo os campo...
Envolta em meu cachecol,
brincava descalça na chuva...
Terra de mil encantos!
Caindo chuvisco com sol
É casamento de viúva.
Tropeiro vencendo quebradas
Cumprindo assim sua sina,
Ao sabor do chimarrão...
Nas ruas,juntas de gado
Nos meus temos de menina
Braseiro ou fogo de chão.
Emmeio à fronteira oeste
Do Rio Grande do Sul
Está minha querência amada.
Com sua beleza agreste,
Debaixo de um céu azul,
O meu rumo é a tua estrada...
A poesia que revela a minha emoção, mas que exprimo em palavras, continuaria dizendo para o resto dos meus dias: Amo te!!
Há corpos espalhados pelo chão
à minha frente
Nos seus rostos lívidos
cor de cera
morreu a esperança com a chegada da morte
no frio gume da catana
Jazem à sombra das mangueiras…
a morte passou por ali
Corpos decepados
esventrados
violentados
num rio de sangue pelo chão…
Ali apenas as varejeiras têm vida e voz
no zunido e na cegueira de beber
Sugam famintas de sede
o sangue ainda quente dos cadáveres
Zunem de sofreguidão na disputa
do sangue vertido
dos corpos esquartejados
pelos golpes das catanas
Para lá da orla da mata ainda o eco
dos gritos de vitória e os risos satânicos
de alegria e morte no ar
numa mistura de feitiço e de liamba
In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta
Minha felicidade seria,
Seria minha felicidade,
Felicidade seria minha,
Li fé seria minha cidade,
Li fé se ria minha cidade,
Li se minha cidade ria, fé.
Fui pegar minha mochila no guarda-volumes da loja, a moça olhou dentro dos meu olhos e disse: "O que é seu tá guardado!
Ao saber de tua dor a minha é maior por não poder estar perto para amenizar com meu carinho e meu amor.
Poderia tentar me expressar da maneira mais euforica,para tentar demostrar minha felicidade,más se a minha felicidade não pode ser notada sem exagero,é porque não a felicidade,aonde não é notada,da mesma maneira que não a sol,se você não pode ver.
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