Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica
COR DE BANANADA
Minha querida doce namorada,
Chegou a casa numa trovoada,
Veio falando que estava quebrada,
Refletindo sua cor de bananada.
Estava coma sua pele queimada,
Com uma cor deliciosa de bananada,
Trazia com ela um monte de papelada.
Um banho convence a minha namorada,
Na massagem sua dor é retirada.
Resta agora curtir sua pele de bananada,
Amar muito a minha deliciosa namorada.
Espero que ela fique até a alvorada,
Mas resolve ir embora isso é uma bofetada,
Mesmo assim amo minha negra namorada.
André Zanarella 03-12-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4594913
BANDALHEIRA NA MENTE
Minha cabeça anda num caos total,
Um neurônio em Nova York,
Minha dura-máter no Himalaia.
Só tenho a certeza que não tenho certeza...
O passado não vai me assombrar,
Não quero viver pelo dinheiro,
Quero ter o dinheiro para viver.
No presente quero desfrutar,
Ver a minha amada na sua elegância,
Que poucos sabem apreciar,
Sua pele escura a rebolar,
Seu sorriso que tanto me encantou
E tudo isso que me causa uma bandalheira na mente.
Bato palma para Exu me proteger,
Acendo vela para menino Jesus me olhar,
Oro um salmo para me aliviar,
Afinal estando amando vivo em estado de formosura.
Perco a noção do que é pecado,
Afinal acho que ele nunca existiu,
Então perto dela só perco o juízo.
Hoje, no futuro não quero pensar,
Pois cansei de viver em função do amanhã,
Ou viver tremendo por medo do passado,
Hoje quero apenas estar ao seu lado,
Porque ele é apenas um reflexo do hoje
E agora eu só quero você!
André Zanarella 16-12-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4637749
DESABAFO
Têm épocas ou períodos que o sol invade minha vida,
São dias que tenho você quase todos os dias,
Que estou com você e dou risadas a toa,
Apenas por estar com você e poder ama-la.
Não vou negar que sinto muito medo também,
Afinal, muitas foram às desilusões e frustrações,
Mas uma voz me diz que devo tentar acreditar,
Que devo insistir apesar de todos os fatos,
Lamento pelas brigas e momentos de separação.
Tenho pesar pela mudança que está ocorrendo,
Seria um enriquecimento profissional ou amigos?
Nunca saberei ao certo o que está gerando isso,
Talvez seja apenas o não querer se compromissar,
O medo de ter alguém ao lado e vestir sua bandeira.
Eu ainda devo buscar em seu sorriso a alegria para investir,
Ainda devo buscar em suas mãos a confiança,
Afinal acredito que você me ama apesar estar perdida,
Talvez perdida por um mundo ilusório,
Talvez... Talvez eu esteja vendo coisas onde não há.
Nunca saberei sou apenas um humano cheio de falhas,
Sou um estrepe no pé de quem caminha,
Pois incomodo, pois como me doo quero ver doação,
Quero ver crescimento e companheirismo.
Acredito que um dia verei em seus olhos a paz,
Em seu beijo o amor, em seu abraço a proteção!
Hoje como sempre te amo e muito.
André Zanarella 18-12-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4647183
MARCA DO TEMPO
Da minha sacada vejo os fogos artifício
Que a paz seja neste ano nosso exercício
Vejo o tempo passando ao contrario
A emoção invocada não há no vocabulário
Lembro-me daqueles que partiram num adeus
Lembro-me daqueles que estão com nosso Deus
Vem na minha mente a semente do inocente
Também vem na mente uma multidão de gente
Penso em todo o tipo que existe do amor
Dedico um pensamento a natureza e a flor
Peço a Deus que seja um bom pastor
E que a humanidade seja como o agricultor
Cada qual cuidado de um pouco do mundo
Desejando que o amor chegue ao inferno profundo
Que retorne a Terra à legião de inocentes
Que a sejamos sempre como cães contentes
Verdadeiros por nossa inocente natureza
Pois foi assim que Deus fez nossa maior Beleza.
André Zanarella 01-01-2013
FELIZ 2013, escrito sem correção alguma.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4064064
Sou crítico a egoísmo, religião e pensamentos pequenos...entretanto respeito. Minha ideia é: Faça mais e compartilhe esse bem! Não há tempo a perder.
E Deus disse:
- Minha criatura, nenhuma das minhas obras veio ou ficou sem beleza, pois a feiura é invenção dos homens e não minha.
Minha relação com a minha mãe não é boa. Nem um pouco. Ela pensa que precisa me dar o mundo. Ela não sabe que eu só queria um pouco mais da atenção dela, um pouco mais e de amor...
Da minha janela eu vejo girassóis no céu e estrelas na terra. Vejo um mundo cor-de-rosa onde há guerras... de beijos! Da minha janela eu vejo um casal de namorados namorando o luar enquanto a lua joga feitiços no ar... Da minha janela eu vejo borboletas brotando no chão e um sol vermelho em formato de coração! Da minha janela eu pinto um arco íris todo azul enquanto o amor me acena completamente nu! Da minha janela eu vejo telhados cobertos de sonhos realizados! Vejo dois passarinhos empoleirados tocando gaita apaixonados! Da minha janela eu vejo o mundo todo na palma da mão enquanto voa longe minha imaginação!
Isso já declarei em um verso ou dois.
Minha vida é tão vazia que sequer vida pode ser considera.
Ser apenas uma existência, uma passagem, só mais uma vida criada.
Deveras, minha vida é apenas uma estória Contada.
Um conto do ser triste que escrevia sobre viver e amar, sendo amado por poucos e nada ter vivido.
Escrevo, e sou escravo, as palavras fluem por minha cabeça em um ritmo enlouquecedor, talvez seja por isso que escrevo sobre dor, a rotina a monotonia me irrita, mas deveras o que posso fazer, sou escravo de minha pequenês que manifesta ser apenas por saber um ou dois versos bonitos escrever.
Há um pedacinho bem pequeno da minha bondade espalhado por dentro da minha mente. Não em meu corpo, não em meu coração. Em meu corpo há culpa, mágoa e rancor. Submissão à tristeza. Enjaulada em meu próprio corpo, não consigo explodir, não consigo farfalhar como as folhas de uma árvore, não consigo fazer o vento ventilar as dores do meu coração, não consigo fazer borboletas formigarem meu estômago. Emoções que fluíam antigamente dentro de mim, hoje se perderam por aí. Borboletas tentando serem resgatadas, pois estão presas com pedras de culpa por cima delas. Existe uma grade de ferro que me prende dentro de mim mesma, não permite ampliar-me da vida. Olho pra dentro da minha alma e enxergo o escuro do mais profundo mar, pequenas faíscas pisca-pisca que esperam um sentimento bom como o amor.
O inferno está na minha mente. Não no mais profundo da terra, onde nele é habitado pelo seu pior pesadelo: lúcifer. Eu habito o inferno com minha própria consciência, caminho por lá todos os dias e encontro lá protótipos de pessoas. Más? Não. Algumas são más, sim. Não é exatamente chamado de inferno e sim uma dimensão inferior. Existe a dimensão superior onde lá habitam seres bem de vida, nada ambiciosos, generosos, praticamente perfeitos. E na dimensão inferior existe pessoas rancorosas, guardam ódio, sofrem infinitamente, guardam mágoas, são tristes. São como eu: presos na culpa que lota minha mente, o que me impossibilita de ter a felicidade que tão almejada é.
No fim, a dimensão inferior é habitada por seres que sentem culpa mesmo que o orgulho a impeçam de admitir. E de onde vem a culpa? Da mente, da pressão, da sobrepressão, da opressão, da omissão. Outra vez digo: sou enjaulada por minha própria consciência. Corro todos os dias procurando uma saída, procuro as portas do meu coração e todas estão trancadas com um cadeado.
Deitada no vazio do escuro da dimensão inferior, vejo a sua forma de distorção: Deus. Enxergo a luz branca que penetra em minha íris, minhas pálpebras de leve se fecham e se abrem.
Novamente o escuro do inferno. A imensidão do paraíso que um dia habitou minha alma. A felicidade já adentrou meu coração. As borboletas um dia já saltitaram de dentro de mim. Já fui liberta do meu próprio cérebro. Mas não adianta, hoje em dia não consigo mais flutuar nas asas das borboletas mais saltitantes que antigamente me faziam felizes.
É impressão minha ou
o preço da sua pressa
pôs termo ao presente
precedeu o que preenchia
fez cinza o passado
motivou o que não mais existia
para pressentir um futuro perdido?
Cuidado com as palavras intensas que me diz, a minha alma filtra e meu coração absorve. Não roube a minha paz.
Aventura numa terra desconhecida
Que minha terra vinde a mim
a terra da qual eu nasci
lugar onde vi o sol pela primeira vez
nessa terra plantei meus frutos e triunfos conquistei
estou longe de minha terra agora
porém comigo sempre se tem um pedaço dela
que me fará lembrar, pensar e refletir
Cavalgo numa terra desconhecida, a qual temo
aqui meu descansar é cauteloso
na minha terra conheço os perigos, da qual não temeria
pessoas daqui também desconheço
mas sei que posso confiar a tal ponto
até conhecê-la em seu tempo
O ar tranquilizante de minha terra sinto
mesmo estando longe dela
nessa terra cheira solidão no desconhecido
saudade seguida de tristeza
a verdade é que movo por uma grande aventura
Um aventureiro sou que espera por riscos de uma grande aventura
sábio sou, porém por uma luta não penso duas vezes
numa aventura meu amor se torna intenso
e meu coração vibrante com que desconheço.
Na minha mente
Vivo em um mundo de fantasia
Em um mundo criado por minha mente criativa
Minha mente não aguenta mais
Viver na realidade da vida
Eu não sei porque, talvez cansei desse mundo.
Desse resultado recente
Minha vida virou uma maravilha
De cabeça para cima de pernas para lá
De membros na China logo depois
Na minha fantasia.
Na minha mente
Estou seguro
Mas perdi a malícia do mundo
Rente fiquei de pernas para o ar
Voando sem sair do lugar.
Vivo no céu de minha fantasia
Vivo numa grande fantasia
Vivo na mente, na minha mente criativa
Mas não na minha vida
Eu na minha mente, estou seguro da vida.
Eu sei que vou te amar... Sim, e é por toda minha vida que me dedicarei a esquecer você. Acho que eu tento, não por não ter válido a pena, e sim, pelo simples fato dessa musica fazer parte de mim, e do que eu já desejei a você. Eu já doei essa musica como um presente a você, como um presente a mim. E hoje a ouço todos os dias como tema principal na novela da minha vida.
Por toda minha vida.
Por toda a minha vida eu só conheci a dor
E um dia a própria vida errou
Foi ai que você apareceu
E me apresentou o amor
Então a vida acordou
E ai ela percebeu que ela errou
E para consertar tudo
De você ela me separou
Você é minha poetiza linda
A escritora da minha vida
Quero sempre fazer parte dos seus sonhos
Serei seu romancista eterno
Pois você já faz parte dos meus contos
Não só dos meus contos
Como das minhas prosas e dos meu versos
Das minhas histórias você é a minha personagem principal
Quero lhe escrever vários sonetos
E sempre te beijar no final
A você escrevo mil sextilhas
Sempre contando o nosso universo
Fazer conhecida a minha musa
Minha fada e cheia de mistérios
Já o voto nulo sempre é consciente. Representa a minha desaprovação aos candidatos do pleito. Se não merece, não leva. Não dou voto "útil".
A saudade de você
É minha alma querendo voltar
Pois ela jamais quis partir
De onde ela queria ficar
Agora fica esse sentimento
Enorme no meu coração
Que por não caber dentro
Ele escorre em meus olhos
A saudade é assassina
Ela quer mesmo me aniquilar
Ela desconhece o que é a dó
E nem quer conhecer quem é a piedade
Jamais tive uma dor assim
Mas com ela veio a mim a maturidade
O ruim é que ela é teimosa
Jamais quer ir pra frente
Ela sempre deseja voltar
Porque para ela
Seguir em frente
É voltar para o seu lar
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