Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica
Parei de escrever quando encontrei o amor de minha vida, porque feliz não encontrava inspiração.
Mas agora eu consigo, penso e escrevo porque
amo minha esposa, o "Rodrigo Scherer Pensador"
esta de volta.
23 de outubro de 2013.
É algo íntimo,
é algo que me preocupa...
Meus sonhos, meu destino.
Minha vergonha e minha coragem...
Se quiseres saber qual foi melhor período e o mais feliz da minha vida eu te direi que foi naquela fase em que respirei.
Nunca tive um período infeliz, tive momentos em que eu não soube distinguir o que Deus me mandava como prova e os que me mandava como recompensa.
meu coração sangra sem a perfeição do teu amor,
triste lago azul seja tua alma minha vida tão perdida,
olho meus sonhos descubro que você faz parte de todos eles...
o precipício é desejo profundo ate que sentimento acaba se,
nossas lagrimas acabaram agora só são parte do rio de sangue...
que escorre de nossas almas em meio da escuridão crescente na alma.
por celso roberto nadilo
Para Sempre
Por toda minha vida
em todo momento
e ainda que seja
perda de tempo
estarei aqui junto de ti
esperando você dormir
esperando você acordar
esperando seus sonhos
esperando sua amizade
esperando seu abraço
com meus ombros
sempre esperando
as suas lágrimas
e minha mente
preparando as consolações
com meu coração esperando
para te dizer sempre a verdade
pois é nisso que consiste
a amizade.
Amo-te ainda que distante
pois sou teu amigo a todo instante.
eu tenho um sonho toque meu coração sejam parte da minha vida.
relembre que o passado acabou no fundo da tua alma nada terminou,
só somos reféns de nossos atos deixamos nossos corações sagrarem,
ate que não aja mais vida diante dos crimes amar não tem perdão,
olhe que senti faz parte agora da minha alma que nesse instante...
estamos mortos sinta minha alma ela esta fria sem você...
olhe para o futuro e sinta que vivemos.
por celso roberto nadilo
porque você foi a construção da minha destruição
a paralisação da minha atuação
o teor da minha difamação
o calor que fez suar as minha mãos
você foi a porta pro meu alçapão
o medo da minha ambição
o verme da minha decomposição
o meu ouro de aluvião
a situação da minha condição
os transtornos da minha ilusão
o leão do meu brasão
a minha mina de carvão
a maior parte da minha decepção
o motivo da minha indisposição
as dores nos ombros da minha tensão
o guarda da minha prisão
as correntes da minha escravidão
a arvore da minha colisão
o padre da minha inquisição
você foi a vontade da minha introspecção
as ervas daninhas do meu pedaço de torrão
o mormaço do meu verão
a causa da minha reflexão
o escuro da minha solidão
25/10/2013 ás 00:15
Eu não quis falar, não quis lembrar, não queria, não tava a fim! Queria ficar na minha, mais sozinha do que nunca. Talvez quisesse dar um grito dentro do guarda-roupas isso de alguma forma me fazia bem, quem sabe pôr a cabeça no travesseiro, colocar meus velhos fones e ouvir minha playlist de fossa no maior volume possível, mas não tinha certeza se era bem isso que eu queria. Na verdade ainda não sei o que eu queria, o que eu sentia, o que eu temia; só sei que tinha algo, incomodava, chateava, me irritava! Mas como vou brigar contra uma coisa que não sabia definir o que era? Daí, minha cabeça girava 180 graus, os pensamentos voavam, o coração, esse aí coitado já não sabia mais o que sentia! Não era amor, não era TPM, não era alegria, não era carência. Os “sintomas” eram indefinidos, tanto quanto eu. Era aquela coisa sei lá o que! Preferi “denominar” de cansaço. É eu estava psicológica e emocionalmente cansada! A beira de um ataque de nervos, aturando tudo, equilibrando um mundo na minha cabeça, sem ninguém pra me segurar.
C ada vez que
A natureza se identifica em mim
T ento não demostrar o cinza da minha
A lma que me dilacera e me
R eprime a cada palavra
I mpensada, a cada silêncio de abismo
N a sulitude dos meus instantes
A quiéto-me no meu silêncio
………………………………………………………
……………………………………………………….
M as nos contornos do destino
A minha alma naufrago num
R io de emoçoes de àguas
T urbulentas onde as làgrimas
I nvadem o céu do meu olhar
N um murmúrio de desalento de um
S onho por germinar
autor: Nanda Hansen
Um oceano de desejos
É tua pele sobre a minha pele
Afogo-me em tuas carícias.
O encontro de dois seres
Unidos por um terno,
mas intenso momento.
De amor, de loucura
Luz de nossa sanidade
O enternecer de uma festa
sob a luz da lua, serenidade
E se tudo acabar assim...
Podereis então, reconhecer a fundo
O quanto de belo e triste
se ouve num mudo sussurro.
Nessa vida sublime e grandiosa, fiz um balanço rapidamente... Entrei na roda mágica e feliz da minha existência rica em detalhes, viajei até minha infância, cheia de beleza... minha infância a correr de pés no chão, as mangueiras copadas, coloridas de pinceladas rubras e dourados... laranjais, jabuticabeiras com suas doces frutas depois da chuva. Ah, e os canaviais, pés de figos com aquele aroma, goiabeiras de frutos suculentos protegidos dos passarinhos... Assim, percebi que Dezembro já esta aqui do nosso lado. Roswyta Ribeiro - Ribeirão Preto/sp
Amo viajar para dentro de meu ser e ver as coisas flutuantes que permeiam minha mente, meu mundo interno é tão vasto e colorido, que as vezes é bom estar sozinha comigo mesma.Como é maravilhoso olhar para dentro de si e contemplar a vida.
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