Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Olhe a luz, ela irá te guiar ... Pelos campos de Gaia

⁠23/01

Desconfie das pessoas
que se dizem perfeitas
porque são ela que são
capazes de inundar
o mundo de problemas,
Prefira sempre não cultivar
o contato para não ter dilemas.

A três capitanias
a nossa amada terra
de Santa Catarina
ela as pertenceu,
depois foi o último
nome que permaneceu.


O meu coração canta
como uma Araponga,
amar-te a cada dia mais
é a interminável poesia
do nosso destino
porque és bela e digna.


Minha Santa Catarina
na terra na água e no ar,
e escrita na Via Láctea,
aqui é o generoso lar
não desejo outro lugar
nesta vida para morar.


A minh'alma de Imbuia
é feita sob a luz do Sol
e também da Lua,
sempre ao Bom Deus
por esta terra agradece
todo o dia em prece.

Ela era lavadeira, cantadora
e fazia do coração grande
um altar como devota
zelosa de Nossa Senhora;
A criançada gostava
de ajudar a pendurar
as roupas só para ouvir
a saudosa Idalina cantar.


Ela era nordestina e irmã
presente das vizinhas,
que oferecia sempre
o melhor para alegrar,
Coragem naquela mulher
tinha para esbanjar.


Nunca esqueci do dia
que ela pediu ao marido
colher côcos para uma
surpresa nos preparar,
Os anos se passaram,
e nada da memória
conseguiram apagar.


De um dia para o outro
quando voltamos como
de costume para ouvir
ela cantar enquanto
as roupas ela lavava,
A gente também cantava
se importar com nada.


Era somente a gente
naquele distante lugar,
não havia ninguém
para da algazarra reclamar
e o tempo passava
por nós sempre devagar.


Assim que terminou
de lavar as roupas
que não eram poucas,
Nos chamou até a sala,
vimos a mesa arrumada
com uma bela toalha
e guardanapos rendados,
Como a realeza viesse
ali conosco se sentar.


Ela pediu para esperar,
fez a criançada rezar,
E foi assim que não fui
somente eu que provei
o mais autêntico Manjar,
que deixou essa memória
bonita para compartilhar.

Não declamo poemas.
Escrevo sobre a Amazônia,
e é ela quem me declama.


Não declamo poemas.
Escrevo sobre o Cerrado,
e é ele quem me declama.


Não declamo poemas.
Escrevo sobre Caatinga,
e é ela quem me declama.


Não declamo poemas.
Escrevo sobre a Mata Atlântica,
e é ela quem me declama.


Não declamo poemas.
Escrevo sobre o Pantanal,
e é ele quem me declama.


Não declamo poemas.
Escrevo sobre o Pampa,
e é ele quem me declama.


Não escrevo sobre o amor,
Escrevo sobre a tua existência
que é chama e me incendeia.

Reclamar da vida não torna ela mais fácil, e sim mais chata.

Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.


Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.


Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.


Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.


E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.


O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.


Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.


E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.


Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.


Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.


Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.


Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.


Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.


De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.


E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.


Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.


⁠A
Mentira repetida
só vira Verdade
para os apaixonados por ela.


Existe um tipo de cegueira que não nasce da ignorância, mas do desejo.


As pessoas não acreditam em certas mentiras porque elas são convincentes; acreditam porque elas confortam, alimentam ressentimentos, validam medos ou preservam interesses.


A repetição, nesse caso, não cria a verdade — apenas anestesia o senso crítico de quem já queria acreditar.


A descoberta da verdade costuma ser desconfortável.


Ela exige revisão de postura, humildade para admitir erros, coragem para abandonar narrativas convenientes.


A mentira, ao contrário, oferece abrigo emocional.


Ela simplifica o mundo, cria vilões fáceis, heróis perfeitos e respostas prontas para questões complexas.


Por isso, encontra terreno fértil nos apaixonados: aqueles que trocam reflexão por torcida.


O problema é que toda mentira sustentada coletivamente cobra um preço alto demais.


Primeiro, destrói o diálogo, porque quem questiona passa a ser tratado como inimigo.


Depois, corrói a realidade, até que fatos percam valor diante da narrativa mais repetida.


E, por fim, destrói a própria capacidade de discernimento de quem a retroalimenta, porque viver preso àquilo que se deseja ouvir é abrir mão da liberdade de pensar por conta própria.


Há uma diferença profunda entre convicção e fanatismo.


A convicção aceita confronto, suporta dúvidas e amadurece diante da verdade.


O fanatismo precisa sufocar perguntas, ridicularizar divergências e repetir slogans como mantras.


Quem ama a verdade procura evidências; quem ama a própria versão dos fatos procura plateia.


No fim, a mentira não se torna verdade.


Acreditar nisso é, sem dúvida, acreditar na maior das mentiras.


Ela apenas reúne devotos dispostos a defendê-la até que a realidade, inevitavelmente, cobre a conta.

O pior não é sentir a dor. O pior é ter que fingir que ela não existe pra não incomodar ninguém.

A liberdade só é bonita quando é uma escolha tua; quando ela é o resultado de um abandono, ela tem muito mais cara de solidão.

Os olhos vão continuar sendo os mesmos. Os mesmos que viram ela ir embora.

1811
"Ele (e Ela) burlam e acham que não percebemos!

0083 "Aquela pessoa (que nunca foi disso) de repente ficou humilde e simpática? Hum... Ela pode estar nos últimos dias (dela)!"

0140 "Ofereceram à Viúva singela flor ou caríssima coroa, dependendo do quanto ela pretendia pagar. E disseram: 'Pagar, antes do enterro e não aceitamos cheque nem cartão!' Foi assim!"

0180 "Então, precisei dizer a Ela (ou para Ela): 'Aquela sensação de bem-estar duradouro... Sabe qual? Pois é exatamente o que NÃO sinto, quando você aparece!"

0265 "Fui bem claro com ela: 'Olha lá! Não vá perder o que você tem de mais importante na sua vida: a Minha Amizade' ".

0308 "A Grande e 'Inesquecível' Decepção da vida é quando você pergunta à 'mina' se ela gosta mesmo de você e ela responde que 'vai pensar'!"

0426 "Amo e prezo muito o Ser Mulher. Mesmo assim larguei uma delas porque ela falava dia e noite isso de 'disponibilizar'. Outra, porque não parava de falar 'sustentável'. A terceira, porque vivia querendo 'agregar valor'. A quarta vou conhecer hoje! Oxalá ela seja mulher comum, pois de 'mulher chavão' estou cheio!

0500 "Ela não sabe se foi o xampu com jojoba ou o com aloe vera. Se foi aquele outro com babosa ou o com lanolina."


"Pode ter sido o com lavanda, o que leva óleo de abacate ou de nozes ou de amêndoas ou de babaçu ou de açaí ou de buriti."


"Ela imagina, também, que pode ter sido o xampu com mel ou o com aveia ou o com leite ou, quem sabe, aquele com maracujá ou o com morango ou o novíssimo, que tem lágrimas de borboleta na composição."


"O que ela sabe é que o cabelo dela está horrível."


🤔

0526 "Entre as perguntas a evitar está esta: 'Por que ela engravidou?' Ora, por que mulheres engravidam? Que coisa!"