Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Existe uma diferença entre gostar e amar. ambos são amorosos, mas as diferenças eu irei citar: quando você gosta você não sofre, é uma coisa fácil de ignorar, se ele vai ou se ele fica, é dele em particular. já amar é algo especial, você sente por apenas uma pessoa e ponto final. Quando ela chega tudo fica azul, quando ela se vai "liga pro xamuuu" ela te faz bem, ela te faz feliz. sem ela você não vive, não gosta nem de pensar. um dia sem ela é um dia em alto mar. sem destino, sem rumo e sem hora pra acabar .

Uma pessoa enfurecida de raiva fala para outra: eu te odeio! Você é muito medíocre, autoritário, prepotente e arrogante! E, em tom de superioridade, pergunta: você realmente acha que sou como você? A outra pessoa, ouve tudo em silêncio, enquanto é atacada e, com uma expressão serena, vira um velho espelho para frente do seu opressor e pergunta: você é igual a mim? Não sei... você acha que é? Só você poderá responder esta pergunta! Moral da história: geralmente aqueles defeitos que nos incomodam e julgamos tão veementemente nos outros, estão escondidos em nós mesmos, apenas ainda não os identificamos...

Sei que amanhã quando eu morrer, os meus amigos vão dizer que eu tinha bom coração. Alguns até hão de chorar e querer me homenagear fazendo um discurso então. Mas depois que o tempo passar sei que ninguém vai se lembrar que eu fui embora.
Por isso é que eu penso assim se alguém quiser fazer por mim que faça agora. Me dê as flores em vida, o carinho, a mão amiga, para aliviar minha dor. Depois que eu me chamar saudade, não preciso de vaidade, só quero os braços do meu Senhor.

Não importa o quanto você mude. Ainda terá que pagar o preço pelas coisas que fez.
Eu tenho um longo caminho.. Mas eu sei que eu vou ver vc de novo. Desse lado, ou do outro.

Eu sei que nós quatro trabalhamos juntos. E por um tempo, eu pensei que poderia escolher esse caminho... mas, no final, eu escolhi a vingança. Esse sempre foi meu propósito de viver.

Eu não gosto de segundas-feiras, mas uma hora elas chegam.

São sempre enormes as coisas da infância, as maiores que teremos na vida, eu penso. As mais inesquecíveis. Talvez, as mais sentidas como verdadeiras. Passamos o resto do tempo atrás dessa sensação.

Carla Madeira
Véspera. Rio de Janeiro: Record, 2021.

Eu quero deitar na areia de uma praia a noite, com o seu olhar fixo no meu e te amar

Egocentrismo:
Se eu fosse você, não vivia sem mim.

Se eu luto contra o machismo, mas ignoro o racismo, eu estou alimentando a mesma estrutura.

Então pra quê? Pra quem? Porquê? Porque acordo todos os dias? Se eu sinto prazer em escrever é para que alguém leia. Alguém que certamente vai me magoar um dia. E vai embora.

INGENUIDADE

Eu ainda acredito em conto de fadas
Eu ainda acredito em amor à primeira vista
Eu ainda acredito em sinceridade
Acredito em amor verdadeiro e eterno
Acredito na Paz
Acredito em uma luta não capitalista
Acredito na amizade sem interesses
Eu sou... Ingênua.
Pura ironia a credibilidade...

Sou muito grato por todas as minhas desilusões amorosas, sem elas eu não teria me tornado completamente apaixonado por mim mesmo.

Ei, psiu! Você mesmo que me manda indireta… Quer saber um segredo? Eu vejo tudo o que posta pra mim, eu só não curto por preguiça mesmo. Mas continue assim, mandando milhares de indiretas, porque eu gosto. É sinal de que eu ainda continuo rondando em seus pensamentos.

Sinceramente, quem liga pro que eu penso? Pro que os outros pensam? O que importa é o que você acha quando se vê no espelho.

“E como eu queria estar sozinha. Sempre fui arrogante demais para longas convivências, amarga demais para fazer alguém feliz. Sempre fui calada demais ao falar a verdade. E a falta de compreensão alheia perante meu silêncio me torna vazia. E como eu odiava ser vazia!”

Costurar o Tempo


Se a vida fosse tecido, eu escolheria linhas invisíveis para bordar os dias. Cada ponto seria memória, cada nó, resistência. Costurar o tempo é remendar o que a vida rasgou, é unir o ontem ao amanhã sem perder a delicadeza do agora.


Às vezes, o fio se parte e minhas mãos cansam. Mas ainda assim insisto — porque sei que o bordado só existe no processo, nesse gesto de refazer, de alinhar, de acreditar que o tecido pode sustentar o peso da história.


Se eu pudesse, costuraria o tempo com calma, deixando espaço entre as linhas para que a esperança respirasse. Assim, mesmo que o hoje doa, haveria sempre a chance de o amanhã se encaixar sem pressa, como peça que se completa no avesso da vida.


E no fim, talvez eu descubra que costurar o tempo não é prender instantes… é libertá-los para que continuem existindo em mim.

Torcida contra


Eu sei exatamente o que isso significa.
Já vi de perto o silêncio calculado, o elogio não dado, a curtida evitada como se reconhecimento fosse moeda rara demais para ser oferecida.
Já percebi quem observa tudo, mas prefere não somar.
Quem acompanha, mas não apoia.
Quem admira, mas não admite.
E por muito tempo eu questionei se o problema estava em mim.
Hoje entendo que não.
Existe uma torcida contrária que não grita, ela silencia.
E o silêncio também comunica.
Mas aprendi algo precioso:
o que é verdadeiro não depende de validação pública para existir.
Quem é luz não apaga para caber no desconforto alheio.
Se há quem não suporte minha felicidade, minhas conquistas ou minha inteligência, isso já não me diminui — me revela.
E sim, pessoas assim são necessárias.
Elas me ensinaram a não ser pequena, a não competir por migalhas de reconhecimento, a não economizar aplausos quando vejo alguém brilhando.
Hoje sigo consciente:
não preciso que todos celebrem, mas também não diminuo meu brilho para caber em quem prefere a sombra.

Eu fui o que pude,
eu dei o que tinha.
Se eu estava em pedaços,
como poderia ser inteira?
Não se entrega plenitude quando se está aprendendo a sobreviver.
Não se oferece abundância quando se vive de restos de si.
Ainda assim, eu fui.
Ainda assim, eu dei.
E talvez a pergunta nunca tenha sido sobre inteireza,
mas sobre verdade.
Porque há uma dignidade imensa em oferecer o que se tem,
mesmo quando o que se tem são fragmentos.
E quem não soube reconhecer isso
talvez nunca tenha entendido o que é amar alguém
em reconstrução.

⁠Perder-se na Beleza do Desejo

Eu me vejo nas sombras daquilo que não fui, mas que posso ser. Há um desejo em mim, um desejo de ser tocada, desejada, amada. Mas não é qualquer toque que me acende, nem qualquer olhar que me dissolve. Meu corpo clama, mas meu coração espera, com paciência, por quem saiba ver além da superfície, por quem compreenda o silêncio de cada suspiro meu.

Eu me perco na ideia de ser mais do que uma imagem fugaz, ser mais do que um desejo momentâneo. Não quero ser apenas desejada, quero ser a razão de um olhar, o abrigo de uma alma, o lugar onde os corpos se encontram sem pressa, onde o desejo se transforma em algo profundo e duradouro.

Perder-me é encontrar, é me entregar sem medo, é me descobrir nas entrelinhas do amor que ainda não vivi, mas que sei que posso experimentar. Porque o desejo não é só carne. Ele é o enredo que se desenha quando duas almas se tocam e se reconhecem. E eu me entrego a esse enredo, sem pressa de chegar ao final.