Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Queria que você soubesse o que eu não fui capaz de saber, ensine aos seus filhos o que você demorou anos para perceber.
A encenação do choro comove as pessoas, fazem elas acreditarem no que eu digo ainda que eu faça o contrário. Característica inata manipulativa, se para convencer for preciso chorar o soluço é coisa de segundos.
Eu gostaria de nunca mais querer alguém, crio apego, sentimento, vontade de ficar perto e a pessoa não.
"Se você acreditar eu vou lá e faço." (Deus)
Sinais...Eu já entendi.
A frase "aleatória" além de ser uma resposta Dele é para ser colocada em um lugar específico e assim eu o farei.
O pedido de todos os dias deve ser: Me dê Sabedoria e Entendimento, me dê o dom da interpretação.
Jogo da Manipulação: Eu era dali e olha onde eu estou?! Se eu cheguei você também pode chegar! Eu sou um de vocês... Não, não é. Técnica convincente para se manter no poder, na aceitação sem questionar. A fala é perigosa é ela quem convence e não as atitudes.
Eu de forma nenhuma, asseguro que o individuo autista seja sempre superdotado, digo sim que mesmo sendo propriedades mentais distintas em certos casos podem conviver juntas ao mesmo tempo. Existe muitas diferenças entre o hiperfoco do autista com a super dotação do individuo com AH/SD. Os super dotados com AH Altas Habilidades ou SD Superdotação tendem ao ousar cada vez mais fundo em certas áreas do conhecimento que ele dominam com bastante fluidez, profundidade e conhecimentos. Mais do que QI alto, bem elevado, é uma neurodivergência com um funcionamento psíquico intenso, criatividade, alta sensibilidade que ao mesmo tempo as vezes, pela velocidade não administrada causa frustrações.
Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.
Como pensador e autor eu defendo que o "grande autor" não é necessariamente quem dá as respostas cientificas ou ficcionais, mas sim, quem instiga o leitor a buscar suas próprias verdades e contextualiza las em seu meio.
Sou sempre dentro de mim, um pequeno Eu acertando pouco, aprendendo muito e em constante formação. Com sorte, transformação.
Eu desempenhei um papel central na preservação e promoção do legado de Oswaldo Goeldi (1895–1961), um dos maiores expoentes da xilogravura no Brasil. Minha atuação no Projeto Oswaldo Goeldi, especialmente em São Paulo, foi na curadoria e consultorias pois atuando como curador e consultor dos projetos dedicados ao artista na capital paulista, inclusive em parceria com a BM&F (atual B3). Fiz a gestão de acervos como curador do projeto, trabalhando ao lado de Lani Goeldi (sobrinha neta do artista que é a atual gestora da curadoria executiva) para organizar exposições e catálogos que promovam a obra de Goeldi, amplamente.
Pela meditação e pela busca interior de meu verdadeiro Eu, sob as luzes de Sri Chinmoy Kumar Ghose, iniciei a caminhada pela vida como uma passagem temporária e finita pela "seara de felicidade", onde semeamos virtudes e administramos os vícios, tão enraizados em nosso DNA. A cada passo no exercício sublime de uma nova perspectiva alinhada à idéia vedantina indiana da possível senda da evolução espiritual através da ação correta, de causa e efeito pelo Dharma em contraposição planetária individual de cada um, com o Karma.
Eu e Caio Mourão, fomos parceiros e amigos íntimos, na troca de experiências no que tange técnicas de trabalho do metal e técnicas de lapidação. Nos encontrávamos quase que três vezes por semana em seu atelier em Ipanema. Com isto, em pouco tempo me tornei consultor e marchand de suas obras de pintura e esculturas realizadas em aço. Freqüentei durante anos seu refugio criativo em Iguaba, na região oceânica do Rio de Janeiro como também por diversas vezes encaminhei para restauração e mesmo negociei, a seu pedido obras de arte de se acervo particular. Com isto guardo grande ternura pela família, em especial a filha Paula Mourão, que deu continuidade ao Atelier Mourão em Ipanema, como centro de excelência na formação.
Eu sou, eu tenho, eu posso e eu vou. São os quatro princípios declaratórios de poder para alcançarmos nossas verdadeiras mudanças necessárias para a construção de um amanha diferente.
O Eu Superior
O poder infinito
A consciência pura: Deus
Flui através de ondas
Frequências
Infinitas possibilidades
E quando permitimos que esse fluxo
Esse poder avassalador
Flua através de nós
Belos o impossível manifestar_se
Em nossas vidas
Paz no 💓
O Eu Superior
O poder infinito
A consciência pura: Deus
Flui através de ondas
Frequências: Infinitas possibilidades
E quando permitimos que esse fluxo
Esse poder avassalador, Flua através de nós
Vemos o impossível manifestar_se
Em nossas vidas
Porque vemos partículas finitas
Mas o campo vê tudo: sabe tudooooooooo....
Paz no 💓
A cada dia, a cada segundo
Eu me entrego, íntegro e me religo nesse fluxo abençoado da vida, onde o onipresente sempre esteve em nós. E nós como cegos, coxos e aleijados, não percebiamos o Rio de água viva: a fonte da vida que sempre esteve presente e que jamais faltará para aqueles que sentem essa unidade com o todo, com a consciência universal, com o mental: com Deus
*NINGUÉM ESTAVA OLHANDO*
Naquela tarde eu estava na varanda tentando lembrar por que tinha ido até ali.
Isso acontece mais do que eu gostaria.
Às vezes saio da cozinha com alguma coisa na cabeça e, quando chego à varanda, a coisa desaparece. Fico parado com o copo na mão, olhando o jardim, como se a resposta pudesse ter ficado para trás no corredor.
O jardim vai até o passeio público. Não há muro. Nunca coloquei.
A árvore cresceu torta para um lado e ocupa quase toda a sombra da varanda. O gato gosta de ficar ali embaixo. Naquele dia estava deitado sobre a terra, com as patas recolhidas e os olhos fechados.
Eu tinha um cigarro aceso.
Não lembrava por que tinha ido fumar.
Isso me pareceu mais importante do que deveria.
Sentei.
Na mesa havia uma caixa de fósforos vazia. Peguei, virei entre os dedos e tentei lembrar quando tinha sido usada pela última vez.
Não consegui.
Deixei de volta.
O gato abriu um olho.
— Também não sabe?
Ele fechou o olho novamente.
Talvez estivesse dormindo.
Talvez apenas não tivesse interesse na conversa.
Eu respeitei.
Passei muito tempo acreditando que precisava entender algumas coisas antes que fosse tarde. Não sei exatamente quando comecei com isso. Talvez depois dos quarenta. Talvez antes. A memória tem esse defeito conveniente de reorganizar os fatos para que pareçam ter acontecido quando a gente estava pronto para entendê-los.
Eu não estava.
Ainda não estou.
Lembrei de uma frase que escrevi muitos anos atrás. Não sei onde está o papel. Talvez tenha jogado fora. Talvez esteja dentro de algum livro. Eu costumava guardar essas coisas.
Escrevi que era um rascunho de um plano que o tempo havia esquecido de executar.
Na época, achei que tinha descoberto alguma coisa sobre mim.
Hoje penso que talvez estivesse apenas cansado.
Mas a frase ficou.
Algumas frases fazem isso.
A gente escreve para se livrar delas e acaba passando anos carregando-as.
Levantei para buscar mais uísque.
Na cozinha, fiquei alguns segundos diante do armário sem saber o que estava fazendo ali.
Voltei para a varanda com a garrafa.
O gato tinha mudado de posição.
Só isso.
Eu tinha envelhecido alguns anos desde aquela frase e o gato continuava mudando de posição.
Talvez fosse esse o problema.
Eu sempre quis que o tempo produzisse alguma conclusão.
Ele não produziu.
Produziu contas, fotografias, algumas cicatrizes, nomes que já não significam muita coisa e uma coleção de decisões que, vistas de longe, parecem ter sido tomadas por homens diferentes.
Talvez tenham sido.
Ou talvez eu só goste de pensar assim porque é mais fácil atribuir meus erros a versões anteriores de mim mesmo.
Um homem de vinte anos.
Um homem de trinta.
Outro aos quarenta.
Todos com o mesmo nome.
Nenhum deles me pediu autorização.
Uma mulher passou pelo passeio empurrando uma bicicleta. Olhou para o jardim.
Eu tive a impressão de que olhou para mim.
Ela continuou.
Durante alguns segundos fiquei esperando que voltasse o rosto.
Não voltou.
Foi quando percebi uma coisa que deveria ter percebido muito antes: quase ninguém está olhando.
Passei anos me comportando como se houvesse uma plateia.
Como se cada escolha minha estivesse sendo registrada.
Como se fosse necessário chegar a algum lugar com uma história coerente para apresentar no fim.
Mas não havia plateia.
Havia apenas o passeio, a árvore, a rua e uma mulher que provavelmente já tinha esquecido a varanda antes de chegar à esquina.
O gato levantou.
Caminhou até a borda do jardim.
Parou.
Olhou para o outro lado da rua.
Eu fiquei esperando que ele fizesse alguma coisa.
Ele não fez.
Depois entrou em casa.
Fiquei sozinho.
Pensei novamente naquela frase antiga.
Rascunho.
Plano.
Tempo.
Eu tinha passado tantos anos tentando descobrir qual era a versão definitiva de mim que talvez não tivesse percebido o óbvio: eu continuava escrevendo rascunhos porque não queria assinar a versão final.
Não sei se isso é covardia.
Talvez seja.
Também pode ser apenas hábito.
Acendi outro cigarro.
Fiquei olhando a fumaça desaparecer antes de chegar à árvore.
Pensei nas coisas que deixei pela metade.
Algumas por falta de coragem.
Outras porque perderam o sentido.
Outras simplesmente porque eu era jovem demais para perceber que certas portas fecham sem fazer barulho.
Ainda havia uma parte de mim que insistia em voltar a essas portas.
Não para entrar.
Só para verificar se continuavam fechadas.
Achei isso ridículo.
Depois pensei que talvez fosse apenas humano.
O céu começou a escurecer.
A luz da varanda acendeu sozinha.
A caixa de fósforos continuava sobre a mesa.
Peguei-a novamente.
Dessa vez não tentei lembrar de onde vinha.
Coloquei no bolso.
O cigarro terminou.
Fiquei segurando o filtro entre os dedos por alguns segundos, como se esperasse alguma instrução.
Não veio.
Joguei no cinzeiro.
Eu poderia ter ido para dentro.
Não fui.
Talvez ainda esperasse alguma coisa.
Não sei o quê.
Uma resposta.
Uma lembrança.
Uma vontade antiga.
Uma prova de que todo aquele tempo tinha servido para alguma coisa.
Nada aconteceu.
E talvez tenha sido justamente isso que me fez ficar ali.
Sem resolver.
Sem concluir.
Sem transformar a tarde em uma explicação.
A rua continuou.
A árvore continuou.
Dentro da casa, ouvi o gato derrubar alguma coisa.
Fui ver.
Era apenas um copo vazio no chão.
Peguei o copo.
O gato já estava no corredor, indo embora.
Fiquei olhando.
Depois apaguei a luz da varanda.
A casa ficou escura por alguns segundos antes que meus olhos se acostumassem.
E eu percebi que ainda havia coisas em mim que não tinham terminado.
Mas, pela primeira vez, não tive pressa de terminá-las.
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