Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Ela já chorou por perder o pai,
ela já chorou por perder a mãe
ela já chorou por perder o filho,...
ela já chorou tanto,que já não é capaz de chorar mais....
ela não ficou fria,e nem secou suas lagrimas.

ela simplesmente,sabe o peso de suas lagrimas....
e não é qualquer coisa q a faça chorar...
Ela não é forte por isso,pelo contrario...ela se tornou tão fraca,que prefere esconder seus sentimentos ao invés de deixar qualquer um sentir dó dela mais uma vez.

Nada impede mariana de achar a vida um grande circo!
As coisas acontecem, independente do que ela planejou!
Os sonhos e as metas, acabam virando poeira de estrelas!
Mais ainda continua tentando, o que todos tentam; mesmo que nada leve a lugar nenhum!
Mariana, nunca desanima, segue em busca de nada, mais na verdade quer tudo! Quer encontrar apenas uma razão para tudo que acontece, com todos a toda hora!
No sobrenatural ela encontra algumas curiosidades e revelações, tenta juntar tudo e criar alguma coisa, que faça entender, a grande besteira da vida!
Ontem ela teve insônia, pensou e repensou sua vida, um emaranhamento de situações conturbadas e cheia de repetições desnecessárias que a faz perder o humor e a vontade viver!
Será que a culpa é toda dela? Ela não colaborou com a situação e por isso tudo ficou como está!
Buscando suas respostas ela se acalma, tomando chá de hortelã, talvez as coisas devessem estar com ela, ou sem ela, nunca saberá ao certo, a verdade é que existe um vazio e uma vontade de saber, porque tudo ficou como como ficou, coisas sem respostas, são coisas sem desfechos, gera ansiedade e incertezas, com uma única e real grandeza de pensar e sentir, apenas isso! - Na verdade ela queria gritar, berrar aos quatro cantos do mundo o tamanho da sua decepção perante seus dias vividos!
Mariana morreu, deixou de sonhar, apenas se deixa vagar na imensidão de tudo, se encontrando apenas dentro dela mesma, ouvindo seus gemidos e sussurros, que vem das profundezas de lugar algum, mais que ecoa por todo universo, fazendo barulho e movendo tudo! Encontrando todos os que passaram por seu caminho, fazendo bem ou mal! Que fizeram ela feliz ou infeliz, mais que deixaram marcas e manchas em todo seu ser, agora ela busca tudo, trabalhando cada energia e devolvendo a cada um sua marca viva, de energia eterna!

Ela andava reclamando da forma como ele fechava as portas, "Não bate! Vira a maçaneta e puxa!", ele vinha implicando com o tempo que ela mantinha aberta a geladeira, "Pensa antes no que você quer, depois abre!". Quando ela dirigia, ele ia cantando as marchas, feito um técnico no banco de reservas: "Quarta!", "Terceira!", "Quinta! Oitenta! Bota a quinta!". Quando ele dirigia, ela desdenhava dos caminhos como um Waze contrariado: "Por que cê tá subindo a Augusta?! Pega a Nove de Julho!". "Não, Rebouças não! Rebouças nunca! Vai pela Gabriel!". No dia em que discutiram feio a respeito do lado certo para começar a descascar uma mexerica -"Por cima! Todo mundo sabe! Aquele engruvinhadinho tá ali pra isso!" versus "Por baixo! É uma dedada só, puft!"- decidiram que era preciso diminuir a convivência.

Passaram a jantar em horários diferentes. A ler cada um numa poltrona, em vez de dividirem o sofá. Às terças, ela ia ao bar com as amigas. Às quintas, ele jogava futebol. Melhorou, mas não resolveu. Ele resmungava do cheiro de fritura com que ela se deitava na cama. Ela o reprimia pelas roupas suadas, espalhadas no banheiro. E, quanto às mexericas, bem, continuavam irredutíveis.

Decidiram, então, dormir em quartos separados. À noite, se despediam e iam cada um prum lado do corredor. Ele via a série dele, ela via a série dela. Em algumas noites, até, viam a mesma série, mas cada um dando pause quando quisesse, botando legenda na língua que bem entendesse -antes, ela sempre queria pôr em inglês, "pra praticar", ele sempre queria pôr em português, "pra entender": acabavam nem praticando nem entendendo, mas discutindo. Mesmo em quartos separados, as rusgas continuavam. Ele precisava parar o carro atrás do dela, à noite, atravancando sua saída, de manhã?! E custava muito a ela botar o iPad dele pra carregar, depois de ler o jornal, vendo a bateria no vermelho?!

A solução, acreditaram, era morar cada um numa casa. Voltariam a ser namorados, cada um com o seu mundinho, como na época da faculdade. Foi bom por um tempo, mas -de novo- não resolveu. Ele atrasava pro cinema. Ela discordava do restaurante. Na casa dele não tinha os cremes dela. Na casa dela não tinha as lentes dele.

Um belo dia, que de belo não teve nada, tiveram de admitir que a convivência era impossível. Sempre haveria algum incômodo, algum detalhe, alguma idiossincrasia de um a pinicar a paciência do outro. A saída era se separar. A distância acabou com os velhos problemas, mas criou um novo, imenso: eles se amavam, sofriam vivendo sozinhos. Não que quisessem voltar. Sabiam que de briguinha em briguinha, de discussão em discussão, o caldo entornaria, mais uma vez.

Então chegaram, enfim, à conclusão de qual seria a única forma da relação funcionar, sem picuinha nem saudade: nunca terem se conhecido. Se apenas imaginassem um ao outro, amantes ideais, pairando no éter, num mundo sem marchas, sem Rebouças, sem mexericas, sem legendas, sem geladeiras, sem cremes, sem lentes, sem carros atravancando a garagem e sem baterias de iPad avisando que resta apenas 10% da carga assim que o jornal acaba de ser baixado, seriam felizes para sempre.

Quando a serpente é muito arredia e não quer soltar o doente,coloca ela no toco,depois joga no fogo!

Ela não faz ideia do efeito que causa.

Assim, longe de a loucura ser um fato contingente das fragilidades de seu organismo, ela é a virtualidade permanente de uma falha aberta em sua essência.
Longe de ser para a liberdade 'um insulto', ela é sua mais fiel companheira, e acompanha seu movimento como uma sombra.
E o ser do homem não apenas não pode ser compreendido sem a loucura,como não seria o ser do homem se não trouxesse em si a loucura como limite de sua liberdade.

ELA,

de olhar intenso, sorriso meigo e alma colorida!

Boa noite!
Finda se mais uma noite e com ela fique também fique tudo aquilo que não nos faz bem, tudo que seja pesado, toda energia negativa e frustações.
Que chegue a madrugada com um sono leve, sonhos bons e uma amanhecer florido e cheio de paz, trazendo nossos belos sonhos para fazerem parte de nossa realidade.
Sejam abraçados por Deus e guardados por seus anjos...e amanhã se assim o pai maior permitir possamos ter mais um dia de vida e de dedicação ao bem e amor a todos ao nosso redor.
Bjs no coração.
Sergio fornasari

O homem nasce bom, a sociedade não o corrompe, ele escolhe ser corrompido por ela.

Dizemos que a tal coincidência é simples, mas na real, ela é muito complexa.

Tenho uma forte sensação de que o oposto do amor não é o ódio. É a apatia. Com ela não se sente nada. Se alguém me odeia deve sentir algo a meu respeito, ou não poderia me odiar. Então, existe alguma maneira pela qual posso chegar a ela.

A partir do momento que uma pessoa é extremista. Seja lá do que for. Ela se torna um terrorista em potencial.

A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que ameaça"

Valorize uma amizade, pois ela é única, e amigos verdadeiros são raros, por isso que é bom a gente valorizar tudo que temos!

Se houver transformação, desejo que ela comece primeiro comigo.

A ENTREVISTA.

Um dia perguntei
para a pedra do rio.
Com ela se sente
com todo este assédio
da água corrente.

A Pedra então
me respondeu.
Para mim é natural
Sou pedra de rio
desde a nascente.

Mas Dona Pedra
não é esta sua resposta
meio conveniente.
A Pedra então revoltada
Se interpôs a ação
assim parada.

Meu menino
eu sou pedra desde que
o mundo é mundo.
Não sou conveniente
e você não me tente.

Eu sou pedra
todo momento.
E como pedra
eu não lamento.

Ele me molha
porque é rio.
não guardo
ressentimento.

E você tem sorte
Pois a pedra
que a vida lapida
quando se cala
ai então é lápide.

Encantada...

Incrível. Simplesmente a mais incrível. Com a magia que há em seus olhos, ela abrilhanta lindamente todos os lugares por onde passa. Com a delicadeza de seu sorriso e a sinceridade de tuas palavras, é impossível não se apaixonar. Com ela, um simples passeio se torna o que de mais importante poderia existir. Ao seu lado, nada mais importa. Só há o desejo de estar ao seu lado, sempre. Cada segundo com ela, é tudo o que seu príncipe poderia desejar. Não importa "para onde iremos?", pois juntos iríamos às estrelas, ou à lua. E ainda seria pouco. Segurando em suas mãos e olhando no fundo dos teus olhos, o mundo inteiro parece parar. Apenas sinto o coração batendo como um tambor dentro do peito, e tentando buscar o ar que de repente sumiu, só o que penso é em tê-la comigo para sempre. É a princesa encantada que todos diziam existir, mas que poucos tem a honra de conhecer. A mais linda e deslumbrante princesa de todos os reinos. Ela é realmente a mais incrível que poderia existir.

ELA LÁ VEM ELA.....
Ela la vem ela
Sapeca, provoca ;
com o sorriso de canto de boca ;
Ah que sorriso levado;
Provoca meu ser pensante;
Que deixou de pensar
Para se ajeitar;
Mas esse desajeito é bom demais...
Ela la vem ela...

Não ela não é de parar o transito camarada!
Ela não tem o estereótipo atual
Mas ela é linda, pequena, tão bicuda mas tão frágil mas tão frágil que custa segurar a armadura que ela mesma criou para se defender das ilusões que teve e não se permite mais ter.

Não reagimos bem à felicidade do outro simplesmente porque ela ameaça nossa tristeza.