Minha Atitude
Me pego a observar as atitudes alheias, mas sem opinar nem muito menos julgar! Que não é de minha competência;
Que a minha veemência de cumprir com as atitudes que o meu coração deseja não seja incógnita às minhas curiosidades;
Mas que as minhas inspirações faça do meu caminho razão para que o meu próximo sorria;
Não importa a minha posição na vida;
O importante é como estou demonstrando as minhas atitudes;
Se fui, sou e serei para evoluir o meu caminho;
A minha imaginação é muito mais vasto que o próprio universo;
O ato de pensar no amor é a atitude de sentir a tal fato;
Fico atônito ao ouvir que tens atitudes que assustam a minha auto estima
Porém, não menos corajoso para conquistar o seu coração!
Nunca permiti que o barulho do julgamento alheio viesse silenciar as minhas atitudes;
Sempre tive a coragem de acertar ou até mesmo errar sem me importar com as consequências;
E de alguma forma sempre fui feliz em priorizar o que realmente é importante para mim... O resto é secundário;
nos meus belos tons de arrogância e falso moralismo,
minhas atitudes são devoradas antes de chegar ao meu sexto sentido,
parte de mim está de stand-by,
mas a outra me abraça como quem sempre quisesse estar alí,
de todas as saídas de emergência, eu fugi.
pouco influenciável mas um humor facilmente sádico,
o corpo responde por atitudes que o cérebro diz ser esporádico.
delírio eruptivo,
fé, coragem e combustível,
pele revestida de ferro maciço,
me movimentando com álcool e gasolina:
dependo de uma vida que me levanta sobre duas rodas, é minha sina.
de maior e vacinado entre fogo cruzado:
filho do sol, neto das estradas, sobrinho do tiroteio,
velocidade incapaz de rastreio,
criação de novas modas,
me namorando no espelho do purgatório,
mudo meu nome no cartório.
comigo é mais de 100 por hora,
se quer ser como eu, não se demora,
sou revolução sonora, já tô do lado de fora.
a plateia se torna ainda mais quente
quando se está na linha de frente;
legião, o meu futuro também não é mais
como era antigamente.
amarro céus e conjunções,
fugi de askaban e mais quatro prisões.
fruto das mais mirabolantes teorias,
nasci nas ruas, nas avenidas, nas vias,
quer me lamber mesmo sem me ver,
não desvie o olhar,
sou o produto da sua mente ou o que quiser caçar.
não choro mais no banheiro,
na vida passada fui um grande guerreiro
que para perguntas idiotas, entrego respostas imbecis:
um dia vou dar orgulho ao meu país,
porém duvido que quando a morte chegar, eu esteja vivo,
entregue a tudo o que vou ser e sou:
me resulto do dia em que algo quase me matou,
mas nunca vai achar onde me deixou.
Por vezes as forças da minha juventude ainda me apressam os pensamentos, palavras ou até atitudes, dificultando a expressão da razão do meu tempo.
Têm horas que as minhas atitudes parecem estar assíncronas as dos demais seres a minha volta, mas continuo, porque a minha paz não está aos olhos de quem vê, mas dentro, onde só eu posso, inclusive sentir.
Não sou obrigada a compactuar com certas atitudes. Tenho meu ideal de vida e dele faço a minha morada.
Palavras morreram, meus pensamentos não são mais importante; minhas atitudes morreram com o meu corpo.
o pensar não significa mudança, apenas uma ação será a única forma de expressão antes de partir.
Não há nem houve em meus olhos a percepção de um novo eu.
quando me olhava no espelho esperando as noites chegarem, apenas esperei e não mudei; as pessoas em minha volta sim, mudaram! Não os vejo mais seus caminhos são outros, estou muito distante; o mundo pode mudar, reescrever o novo, renascer para viver.
Resistência para minha estética, que num perturbador grito de liberdade provocou minha atitude revelando minha identidade.
