Minha Amiga Brigou Comigo
Após anos à procura de uma maneira de melhorar minha vida, posso sintetizar essa solução em três aspectos principais: concentração, inteligência emocional e, acima de tudo, paciência!
Ao longo da minha jornada, percebi que uma planta não desabrocha imediatamente após ser semeada. Assim, a capacidade de aguardar o momento adequado é tão essencial quanto o ato de plantar.
Peregrinando sobre à terra, cuidado e amparado pelo Eterno, sigo a cada dia minha jornada, olhando firmemente para o Soberano pastor.
Como é bom o doce de sua boca.
Sabor com realce a vida; remédio a alma.
Você a calma da minha vida.
Acalma-me com o poder da presença.
Poder que alimenta em mim muita esperança.
Por onde eu for,
nesse meu caminho,
quero sempre te levar.
No coração,
Minha Vida,
É o teu lugar.
Nos teus planos
Desejo mais do que estar.
Em teus lábios,
sorrisos quero despertar.
E saiba
que por esse teu amor,
Existo em plenitude eterna.
Te Amo
Minha Fonte de Bênçãos!
" Eu sei que o amor da minha vida
pode estar na próxima esquina
Sei que pode estar atendendo
no balcão da padaria ou
estar no assento ao lado
da minha poltrona no ônibus
Sei que ela pode estar
em qualquer lugar
mas ela nunca está
Por onde será que anda
o meu verdadeiro amor?
Enquanto esses amores falsos
vivem me encontrando
Ela deve estar se
perguntando o mesmo''
Lucas Lopes ( ''O meu café esfriou e eu lembrei da gente'')
Sublevação
Não te espante Doutor
Essa é só a minha dor,
Mas não toque o dedo na ferida
São os ais... Da minha vida.
Observa Doutor
As minhas cordas vocais
Não são como as cordas das harpas
São pregas fenomenais.
Os ais que grito e ouves
São bem postos
Não duvide, eu não gosto,
São ais... De toda uma Nação.
Não se engane Doutor
Diagnosticando essa minha rouquidão.
Terás de dar o mesmo diagnóstico
A toda população.
Admita doutor
Que será muito difícil encontrar
Este mesmo sintoma
Em outros Doutores, discricionários.
Encontro-me doente Doutor?
Os meus ais não serão escutados?
Não existe paliativo para essa dor?
Ah! Doutor
Se a dor vai continuar
Vou subir no mais alto dos montes
Serão tantos os meus gritos em ais
Emitindo ondas sonoras
Intensamente vibrantes
Que perturbará as cordas das harpas
Fazendo-as tocar
Músicas infernais.
O preço da minha ausência
Quanto vale a minha ausência?
Vale muito com certeza
Vale conluios inquestionáveis
Dos disco voadores a espreita.
Quanto vale a minha ausência?
Vale aos óvnis adiáfanos
Que por entre nuvens escuras
Expõem translúcidos a imprudência.
Quanto vale a minha ausência?
Vale a minha sabedoria no anonimato
De atos e fatos que ressurgem encolerizados
E mitigam a minha dor.
Quanto vale a minha ausência?
Vale saber tão naturalmente
O que floresce da demência,
Entre as estrelas mais brilhantes
Estão os ufos ainda mais reluzentes.
A minha liberdade
A minha liberdade?
Satisfazer:
Minhas necessidades
Meus desejos
Minhas escolhas
Minhas loucuras
Minhas vaidades
E dou preferência...
Que nunca me venerem
Pois, jamais irei reverenciar.
Desvio
Não posso voltar para os seus braços
Não conseguiria sentir os seus abraços
A minha sensação não permitiria.
Para cada afago seu, logo me lembraria
A contar nos dedos que me faltariam
Todas as outras acoitadas nos seus braços.
Não, eu iria somente banalizar o que fora um dia
Seria estupidez acreditar no seu embuste hábil
Deixaria a verdade falsear suas ideias maquinadas.
Informação nunca me desaponta
Procurar saber é a minha distração e, sigo venerando a informação
Saber que fui viola mal tocada por falta de inspiração
é problema para quem deixo, foi por puro desleixo
A minha busca constante é meu leito de repouso
Não pressinto nenhum perigo no verbo conhecer
A lira toca suavemente durante a minha reflexão
Meu aprendizado instilado me ensinou a ver
com calma, com paciência, comandando os meus instintos
e controlando a decisão
Para as suas palavras causticantes, etéreas
fui fazendo as leituras e mumificando o que não tinha cura
Foi ato dissimulado, usar-me para o teu agrado
Palavras do coitado...
- Fui ludibriado, abandonado e traído...
Castiguei, não nego, as que no enredo entraram
Que podia eu fazer, se não tinham esperteza, e se propuseram hostil?
Não conceberam a filologia do contexto
a quem eu dirigia a minha invocação...
As pobres sofreram na coita, não padeço por elas,
posso até pedir absolvição
O deletério fica perdido, tentando controlar no improviso
E quem de resto, me ouvirá?
Estou a bem rir e a bem viver, deleitado-me na piscina e no mar
Bebendo das melhores bebidas
Conduzindo os melhores carros
A bem me deliciar por vencer a guerra
usando da estratégia mais inteligente e singela
deveriam até me perdoar.
Mudez
Telefonas-me somente para ouvir a minha voz?
Um alô, um olá de uma voz rouca
Isso te satisfaz?
Ou estás a querer saber por onde ando
A me vigiar
Não te preocupes
Não irei a nenhum lugar.
Meu mundo é pequeno
Viajo muito na imaginação
Sou mais pensamento
Pouca ação.
Não deves me cobiçar
Pensamento é veneno
E pode te intoxicar.
Janela
Ei tu... que fica aí me observando
da janela à minha janela
Dá pra dizer o que está achando
do quê observas?
Fica o dia inteiro aí prostrado
me vendo, me lendo...
Colocou insulfilme nos vidros
como senha?
Não funciona,
tem baixa qualidade criptográfica
Estou te vendo.
Autenticidade
Cansei de ser julgada pela minha autenticidade
na essência poética
Aos bravos e recolhidos seguidores dos meus perfis,
não serei performática para agradar
As suas escolhas pelo obscurantismo não me interessam
Deixem de se preocupar com a minha escrita insólita
busquem pelo fanatismo adulador e fantasioso das aparências
que combinam com suas visões
A minha poesia é ácida que até dói
Diante do atual mundo tresloucado
nunca praticarei uma escrita espúria
Sempre estarei no limiar da minha mais profunda essência
convicta das rasas interpretações
As dimensões que ocupamos são antagônicas.
Imagino como seria hoje julgado Manuel Bandeira
Que do seu íntimo preconizou
“Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem-comportado...”
... “Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbedos
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare
— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.”
Minha culpa
De quem é a culpa? Deve ser minha
Sou apenas uma parte do núcleo do átomo
Que valor tem a minha estima?
Ensinei aos meus descendentes
civilismo, conduta ilibada
Para quê?
Para viverem e presenciarem
terrorismo e corrupção
comandados pelos marafões no poder
Mas, a culpa deve mesmo ser minha
desiludida com tamanha podridão
escorreguei na casca da banana
que o mandrião mandou ao chão
Tamanha foi a minha desilusão
que derramei tantas lágrimas
e enchi a barragem em Mariana
e ela se rompeu
Aniquilei com o rio tão doce
cheguei ao mar tão salgado
detonei a região
As minhas lágrimas secaram
vai ter seca, faltará energia
afundarei com a economia
e a miséria reinará
e toda culpa é minha.
Recôndito
Não pega na minha mão em público
Nega o meu beijo na praça
Tem medo de fazer juras
Mas, diz acreditar em disco voador
Secretamente, no lusco-fusco
amor selvagem, abrasador
Veja a loucura
desse fugidio senhor
Encobre-se por todos os cantos
quando o momento é para o amor
Mas, para destroçar o encanto
profere à luz do mundo
blasfêmias com fervor.
Dualidade
Poesia e fraqueza
a primeira, o medo, a utopia
a outra, covardia
Ao medo, a minha estima
à covardia, antipatia
Obra poética divina
temor, fantasia
revelada na emblemática pintura
da Capela Sistina
à irreverência do grafite
não menos belo
não menos poesia
Caída no abismo, a fraqueza
o lado obscuro da dicotomia
o veneno? A covardia
ocultando a dor
realçada na pupila
picha, rasga, queima e ridiculariza
o medo, a poesia.
Mares que vem à bem
Só o sol é capaz de testemunhar minha dor. A noite calada trouxe consigo o silêncio. E o sono roubou-me a lucidez. Os sonhos se tornaram meu ser. Não sentia enquanto via. Não consegui me achar frente ao espelho. Tudo que meu consciente falho reservoou durante o dia, os sonhos embaralharam, e , sem fim e começo me encontro todos os dias ao despertar-me com pequenas faíscas da manhã que se anuncia. O silêncio fica cada vez mais longe. Ouço minha própria respiração. Os pássaros começam a voar para tirar de suas penas o orvalho da noite. E eu à duras penas tento aliviar o orvalho desses meus olhos chorosos cerrando-os em meio à escuridão e meia luz.
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