Minha Alma tem o Peso
A beleza está em toda parte. Não a perca de vista. Nunca se sabe quando poderá voltar a enxergar outra vez.
Se sempre digo nunca é porque nunca digo sempre. E se sempre é sempre nunca, nunca será para sempre.
A vida é difícil para todos nós. Saber disso nos ajuda porque nos poupa da autopiedade. Ter pena de si mesmo é uma viagem que não leva a lugar nenhum. A autopiedade, para ser justificada, nos toma um tempo enorme na construção de argumentos e motivos para nos entristecermos com uma coisa absolutamente natural: nossas dificuldades.
Não vale a pena perder tempo se queixando dos obstáculos que têm de ser superados para sobreviver e para crescer. É melhor ter pena dos outros e tentar ajudar os que estão perto de você e precisam de uma mão amiga, de um sorriso de encorajamento, de um abraço de conforto.
Use sempre suas melhores qualidades para resolver problemas, que são capacidade de amar, de tolerar e de rir.
Muitas pessoas vivem a se queixar de suas condições desfavoráveis, culpando as circunstâncias por suas dificuldades ou fracassos. As pessoas que se dão bem no mundo são aquelas que saem em busca de condições favoráveis e se não as encontram, se esforçam por criá-las.
Enquanto você acreditar que a vida é um jogo de sorte vai perder sempre. A questão não é receber boas cartas, mas usar bem as que lhe foram dadas.
Teria mais amigos e amores na vida do que roupas em seu armário? Usaria menos maquiagem e mais franqueza? Veria no mundo beleza além da tristeza?
FOTO(SÍNTESE)
Que o sucro de tuas pétalas,
Das folhas desabroche a doce
Lembrança que o Sol deixara
em minha raízes, Flor(e)Ser...
Sem recomeço, não há batalhas, sem pelejas não há vitórias e sem triunfos não haverá mais sentido viver...
Faça o que quiser, mas o faça com(paixão). O que fizer doutro modo irá ferir alguém começando por si mesmo(a).
E a cada minuto que passa
Palavras, mentiras expostas no ar
Te vejo às traças
Seus disfarces mentem sem ter onde chegar
Ele, um jogador
Que apostou tudo no amor,
Acabou em um sallon
Ao som de John Coltrane.
Ela, cartomante,
Com pinta de farsante,
Pede outra dose
E brinda a má sorte.
Enquanto ele embaralha
As cartas no balcão,
Ela faz leituras
De mãos no saguão.
Os dois nem imaginam
O que o futuro lhes reserva:
O mago, o enforcado, a morte e o ermitão.
