Minha Alma tem o Peso
Nossa consciência tem total liberdade de decisão ou é influenciada pelo inconsciente e subconsciente?
A fofoca tem um viés moralizador de superioridade ao difamar o outro, o que distorce a verdadeira moral e prejudica o status quo.
A geração anterior tinha mais identificação com os pais, enquanto a atual tem mais competição.
Eis a questão!
O amor romântico tem sido evitado devido às dificuldades que as pessoas enfrentam ao expressar ou nutrir emoções, bem como ao lidar com os desafios que surgem na convivência a dois.
A conhecida DR tem sido mais frequentemente convocada para defender e impor nossos ideais do que para resolver os dilemas dos casais.
Cada uma tem uma forma de expressar o amor.
Uns usam palavras, outros usam gestos.
No fim, todos estão certos.
As pessoas não gostam de mim porque falo a verdade. Mas, essa é a sua verdade.
Cada pessoa tem uma verdade que nem sempre coincide com a dos outros.
Eis a verdade!
Enquanto na comunidade tem gente incomodada com a saída dos "emergentes".
No condomínio fechado tem gente incomodada com a chegada.
Aprendendo com a vida.
"Quem tem boca vai a Roma"
No meu primeiro dia de trabalho, com 15 anos, menino da periferia, fui acompanhado por meu pai para agência do Banco Nacional, localizada no bairro da Pituba. Logo na recepção, foram nítidas as expressões de surpresa e desconfiança dos funcionários presentes.
Confesso que na época não dei muita importância para esse fato, talvez pela vida dura que levávamos e pela necessidade, sempre fui pragmático e focado no que era mais importante, naquele momento: o emprego.
Logo na primeira semana de trabalho, uma das minhas funções como boy era fazer pagamentos nos cartórios, bancos, correios, repartições públicas. Era muito verde, tímido, introspectivo, inexperiente e não conhecia a maioria dos bairros de Salvador.
De fato, não achava essa situação um grande empecilho para executar minhas tarefas. Porém, percebi que não poderia demonstrar ao meu chefe essa limitação quando comparado ao outro colega de função.
Dessa forma, sempre que ele perguntava sabe aonde fica? Eu respondia sem titubear: Sei, sim!
Já no ponto de ônibus, lembrei de um ditado antigo: quem tem boca vai a Roma. E assim, de grão em grão fui conhecendo todos cantos da cidade.
Mas uma coisa chamou bastante atenção nesses primeiros dias de trabalho.
Antes de sair para tarefas externas meu chefe entregava um valor em espécie para despesas com transportes.
Num desses dias, ao retonar no final da tarde, devolvi ao meu chefe o troco, já que não gastei tudo. Para minha surpresa, em vez de devolver o troco para tesouraria, ele simplesmente colocou o dinheiro no bolso e deu uma sorriso sarcástico.
A percepção da vida como ela é no mundo corporativo dava os seus primeiros sinais.
Muitas vezes perdemos bons projetos por achar que uma ideia só tem valor quando é dita por um doutor.
A excessiva fragmentação da vida tem levado muitas pessoas a sofrerem de depressão.
Fragmentamos tudo, família, trabalho, ensino, lazeres, livros, músicas, artes...
Estamos virando pedaços de vida desprovidos de sentido.
A felicidade está em amar o que se tem, apesar de não se ter tudo que se ama, em meio à sensação de plenitude e em harmonia consigo mesmo e com o mundo.
