Mídia
Todo ataque covarde contra um governo democrático e soberano deve ser analisado sempre caso a caso, amplamente pelas circunstancias temporais midiáticas, sociais, culturais e politicas. Pois a raiz do ato criminoso contra um poder ou uma figura de poder constitucionalmente estabelecido pode advir de complexas negligencias, insurgências, divergências, persistências e de forma bem triste, de torpes e camufladas conveniências.
Quando o assunto é felicidade as pessoas não valem o que elas têm ou como são, e sim quem são.
Você pode ser rico e perfeito de acordo com os padrões impostos pela mídia, mas se você não for uma boa pessoa não saberá reconhecer boas pessoas. Passará pela vida cercado do quê julgam perfeito, porém mergulhado na imperfeição e tristeza que só a futilidade é capaz de criar e alimentar.
A demasiada exposição de sorrisos caricaturados e bem treinados nas mídias sociais, são alimentados por vaidades sem prescendentes na história humana. Afinal, as pessoas vaidosas amam mandos e riquezas, simulando justiça e integridade, sendo seguidas e admiradas por tantas outras que justamente precisavam dessa riqueza e justiça social.
Num mundo em que se cria laços digitais e em que se desfaz de laços emocionais com tanta facilidade, o abraço e o beijo reais se tornam somente uma ferramenta para os "outros" curtirem.
Nenhuma memória sã, seria tão inóspita, ante uma verdade,
quanto o maquiavélico intelecto dos metafóricos manipuladores de massas.
Nenhuma sabedoria vã, seria tão capaz de desvirtuar a verdade,quanto a midiática explorativa da ignorância factual dos que a promovem.
Nenhuma verdade seria tão mentirosa, quanto a história política,onde o cinismo e a falsidade são artimanhas ocultas em promessas fúteis!
Frase de : Almany Sol, em 21/06/14
A pior censura não é aquela grosseira que escandaliza, mas a refinada que até conquista seus censurados.
Muitas vezes as notícias e resultados não anunciam informações e constatações, mas sim influências para transformar em realidade o fatos inicialmente propalados.
Qualquer pensamento, qualquer conhecimento que você tiver e que for novo, qualquer manifestação da arte que for dom seu, devem ser compartilhados gratuitamente. Não se vende o que garante a sobrevivência da nossa raça, ou pelo menos não dever-se-ia vender. Enquanto as mídias, o capitalismo e a "democracia" me ensinam a ser o melhor dentre todos, a pensar só em mim, no meu progresso e em meus bens materiais; o Cristianismo me ensina a ser o último, a servir a todos e a morrer pelo outro.
Entre preconceito, meia verdade,história mal contada, juízo de valor, há quem busque a verdade, e quem "ganhe" para nos manter longe dela
Tem que ser esperançosamente brasileiro mesmo quando há anos, todos os meses, todos os dias, percentualmente nossos noticiários: 60% política envolvendo corrupção/improbidade administrativa e desmandos - 30% violência de forma geral - 19% fofocas de celebridades - 1% "algo positivo".
O crucial não é o conteúdo de qualidade, mas gerar polêmica. E se para isso criar um texto ridiculo for preciso, isso não importa.
Que tempos idiotas estamos vivendo.
Tudo é sensacionalismo.
Mais importante é aparecer, seja como for.
A imprensa nunca foi tão desacreditada quanto agora, diante da Era da Internet, a qual lhe tirou o título de quarto poder.
Se o jornalismo não reconhecer a essência de seu papel diante da Era Internet, caminha a ser uma profissão deveras dispensável.
A ideologia é mouca
Ideomídia e ideociência
são gêmeas e comuns
Usurpadoras da humanidade
Há que sermos ladinos com as informações
O jornalismo tem como meta principal trazer à sociedade informações de fatos ocorridos sem juízo de valor de qualquer ordem, mas deixa de ser jornalismo quando promove a indução ao erro interpretativo.
Parte expressiva do jornalismo tem promovido desinformação, alienação, confusão conceitual e tirado do telespectador o seu maior direito, de ser protagonista de seus próprios pontos de vista.
Todo debate público midiático falha em pelo menos três pontos primordiais.
Senso de proporção, senso de causalidade e senso de relação factual.
Sem isso, é impossível entender qualquer coisa.
