Meu Erro foi te Querer
É triste quando um povo não se atenta em quem vai eleger, porque na hora da crise, quando o seu erro e a corrupção do seu candidato lhe gritar no bolso e na carne, só vai lhe restar enfrentar ou correr, apanhar ou bater, matar ou morrer.
Não crie expectativas sobre quem desaponta, não cometa esse erro pois o efeito é implacável e reverso.
O erro de algumas pessoas não está no que elas são, mas em a si mesmas não admitirem isso... O que nos faz perder o caminho exato não é por si só a nossa condição, mas em desconhecer exatamente onde estamos
"O grande erro de quem cria, ou melhor, de quem pensa que cria por impulsos, é deixar-se levar pela febre de criar. É um perigo, para quem pretende fazer literatura (e até em prejuízo de quem poderia vir a ser um mestre no fazer literário, não fosse arrastado pela febre de criar), deixar que a onda em evolução, ou antes, em efervescência, o leve no seu ímpeto.
Perigoso - tão ou mais que deixar-se envaidecer pelo eco sem fundo e ensurdecedor (mas efémero, porque moda é o vão momento da exaltação) das palmas que se esfumam na breve aragem enganadora da tarde - é não dominar o ímpeto, é não adaptá-lo, com o rigor que o fazer literário exige, às formas do pensamento. Assim eu rasguei muita escrita, assim procedi, nesta azáfama constante e consciente de melhor fazer, ao expurgo dos excessos do ímpeto que me levou a escrever sem peso e sem medida."
© Alvaro Giesta (Aforismos)
Amar verdadeiramente nunca será um erro! O Amor é benigno e nunca o fará sofrer, a falta do mesmo é que trás tal consequência! Mas a vida se encarrega das lições para ambos envolvidos nesse processo, pois colhemos o que plantamos!
Só se erra uma vez na vida!
A segunda vez não é um erro, é uma escolha em errar, pois você tem a escolha e se escolhe errar, é uma decisão em errar!
A terceira vez já é burrice, pois você sabe que é errado, torna novamente no erro e persiste nele!
“Se “Sem música a vida seria um erro.” - como dizia Nietzsche. Sem Samba a vida seria acinzentada...”
Nos vivemos numa época em que o erro e os enganos tornam-se verdades pelo uso habitual que recebem das maiorias!
Você pode errar mil e uma vezes, mas se for paciente, vai ter a chance de cometer o erro de número mil e um.
Eu brinco, eu erro, eu choro, eu bato pé,peço desculpas, mudo de opinião,acerto, sou feliz de um modo, triste do outro, eu falho, não sou tão boa assim e nem tão má assim. Não sou perfeita, nem prometi que seria e sim eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela VELHA opinião formada sobre TUDO!
O erro é uma assinatura humana quando ele é francamente reconhecido por aquele que errou. Não apenas isso. O sujeito, com esse ato almeja, acima de tudo, o acerto. É nesse sentido que errar é humano. Agora, errar e usar essa afirmação, de que todos humanamente erram, pra justificar o seu desacerto, com o perdão da palavra, não passa dum cinismo suíno, dum subterfúgio diabólico para nos distanciar da verdade, agrilhoando nossa alma junto às sombras da farsa e do autoengano.
