Meu Caminho e cada Manha
... assevera
a filosofia do espírito que
cada homem personifica um Ser
condenado ao cultivo e sofisticação
de sua inalienável liberdade — porquanto, lançado ao mundo, ele se torna o único responsável por aquilo que fez, faz
e ainda fará em favor do seu
impermutável destino!
... diz
a filosofia do espírito
que, a cada minuto gasto falseando
o teu próprio destino, serão sessenta segundos de possibilidades que
perderás no solene ofício de
aperfeiçoá-lo!
"Cada elemento se destrói
em razão das imperfeições que lhe
são próprias",diz Sócrates. Portanto, não
há como terceirizar o mal, tampouco a
virtude, que emana de
nósmesmos!
O tempo das licenciosidades plurais
passou ao atribuir a cada indivíduo a causa e a
responsabilidade sobre si, assegurando seuacesso ao inequívoco e necessário — e, sob a aquiescência do mais vertical dos
fundamentos: a Verdade!
"Olhos de ver e ouvidos de ouvir"
correspondem àquilo que cada Ser se dispõe a ver ou a ouvir — algo que somente o tempo
e a experiência adquirida,ampliarãotão necessáriapercepção!
Felicidade
Dai agente percebe que cada um oferece o que tem de melhor ou de pior. E as vezes paramos de revidar e de nos preocupar. Percebemos que atraímos exatamente o que transmitimos e passamos a usar nosso tempo só com quem nos faz Feliz. E isto nos deixa maravilhados com a Vida...
Cada dia cada hora, percebe-se que tudo pode mudar, de uma forma em que todos deverão ver que você fez de bom, mas verão apenas suas falhas e erros.
Nao se diminua é nem se abale. Seja forte e siga em frente.
A cada dia que passa as relações humanas tornam-se mais complexas - até as ALMAS GÊMEAS estão
se tornando
ALMAS ALGEMADAS.
“A inteligência artificial não me preocupa. O que me preocupa é a inteligência natural cada vez mais artificial.”
“Cada livro que escrevi “destrói” uma versão do leitor, até que não reste ninguém para ler — apenas a Verdade para ser vivida.”
Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.
“Cada responsabilidade poupada é uma competência enterrada. Cada consequência impedida é um caráter interrompido. Cada privilégio sem mérito é um golpe contra a dignidade.”
“Não temo uma inteligência artificial mais inteligente que o homem; temo homens cada vez menos dispostos a usar a própria inteligência.”
“O homem não fracassou por pensar pouco; fracassou por pensar cada vez menos por si mesmo e cada vez mais contra si mesmo.”
“Cada vez que adiamos indefinidamente aquilo que sabemos que precisamos viver, contraímos uma dívida com a própria existência.”
Discernir não é apenas decidir em que acreditar. É calibrar quanta autoridade cada informação, pensamento ou influência merece receber antes de participar da decisão.
Carlos Eduardo Balcarse
O problema não é acreditar em tudo. É não saber quanto acreditar em cada coisa
Nunca tivemos acesso a tanta informação / desinformação. E talvez nunca tenha sido tão difícil decidir o que fazer com ela.
Uma notícia chega pelo celular. Um vídeo apresenta uma explicação aparentemente convincente. Alguém compartilha uma denúncia. Um especialista afirma determinada coisa. Outro especialista afirma o contrário. Uma imagem parece comprovar um acontecimento. Uma inteligência artificial responde com segurança. Milhares de pessoas repetem a mesma versão.
Em poucos minutos, não estamos apenas diante de informações.
Estamos diante de disputas pela nossa confiança.
É comum imaginar que o grande problema da desinformação seja acreditar no que é falso. Evidentemente, isso faz parte do problema. Fake news, golpes digitais, conteúdos manipulados e informações deliberadamente enganosas dependem, em alguma medida, da capacidade de obter credibilidade.
Mas existe uma dificuldade anterior e mais profunda.
Mesmo quando uma informação é verdadeira, ainda precisamos decidir quanto peso ela merece.
Verdade e relevância não são a mesma coisa
Uma informação pode ser verdadeira e irrelevante para determinada decisão.
Outra pode ser verdadeira, relevante, mas insuficiente.
Uma terceira pode estar parcialmente correta e conduzir a uma conclusão equivocada porque omite elementos essenciais.
Isso significa que verificar se algo é verdadeiro constitui apenas uma parte do problema.
A pergunta seguinte é:
O que essa informação me autoriza a concluir?
Essa distinção parece simples, mas altera profundamente a maneira como pensamos a alfabetização midiática, o pensamento crítico e o combate à desinformação.
Não basta separar verdadeiro de falso.
Precisamos aprender a distinguir evidência de conclusão, informação de decisão e presença de um argumento do peso que concedemos a ele.
O perigo daquilo que confirma o que já pensamos
Há ainda outra dificuldade.
Não recebemos informações como recipientes vazios.
Interpretamos aquilo que encontramos a partir de expectativas, experiências anteriores, emoções, crenças, interesses e referências sociais. Uma informação que confirma aquilo em que já acreditamos tende a encontrar menos resistência do que outra que ameaça nossas convicções.
É por isso que combater fake news apenas oferecendo mais informação pode não ser suficiente.
Às vezes, o problema não está na ausência de dados.
Está na maneira como atribuímos autoridade aos dados que recebemos.
Duas pessoas podem acessar a mesma informação e conceder a ela pesos completamente diferentes. E uma mesma pessoa pode exigir provas rigorosas para aquilo de que discorda e aceitar evidências frágeis quando elas confirmam aquilo em que deseja acreditar.
Pensar criticamente, portanto, também exige aprender a desconfiar da facilidade com que concordamos conosco mesmos.
Nem acreditar, nem desacreditar automaticamente
Existe uma falsa alternativa que frequentemente empobrece esse debate.
De um lado estaria a credulidade: acreditar em tudo.
Do outro estaria a desconfiança: não acreditar em nada.
Nenhuma das duas produz necessariamente autonomia.
Quem acredita automaticamente terceiriza o julgamento para aquilo que recebe.
Quem desacredita automaticamente pode continuar igualmente determinado pelo conteúdo recebido, apenas invertendo o sinal da resposta.
A questão mais importante talvez esteja entre essas duas posições:
quanto de autoridade esta informação merece receber de mim, nesta situação, diante das evidências disponíveis?
Essa pergunta desloca o problema.
Em vez de apenas aceitar ou rejeitar, passamos a calibrar.
Da informação ao discernimento
É nesse ponto que a discussão encontra o eixo das pesquisas que venho desenvolvendo sobre discernimento.
Tenho trabalhado com a possibilidade de compreender o discernimento não apenas como virtude abstrata, prudência ou expressão do chamado bom senso, mas como uma capacidade que possa ser descrita operacionalmente, examinada e submetida à investigação empírica.
Entre os conceitos explorados nesses trabalhos está a calibração discernitiva.
Em termos simples, não se trata apenas de perguntar se determinada pista, informação ou argumento está presente. Trata-se de investigar se o peso concedido a esse elemento é compatível com sua utilidade para o julgamento que está sendo realizado.
Essa diferença é fundamental.
Uma informação não deveria governar uma decisão simplesmente porque apareceu.
Uma afirmação não se torna mais verdadeira porque foi repetida milhares de vezes.
Uma fonte não se torna infalível porque possui autoridade.
Uma emoção não transforma automaticamente uma interpretação em fato.
E aquilo que confirma nossas convicções não recebe, por isso, maior valor probatório.
O desafio está justamente em aprender a ponderar sem simplesmente obedecer.
Educação contra a desinformação
Talvez por isso a educação para o enfrentamento da desinformação precise ultrapassar a orientação tradicional de “verificar a fonte”.
Verificar fontes continua sendo indispensável.
Mas podemos avançar.
O estudante pode aprender a perguntar:
Qual é a evidência?
O que essa evidência efetivamente demonstra?
Que conclusão estou acrescentando por conta própria?
Estou atribuindo peso excessivo a uma informação apenas porque ela confirma aquilo que eu já pensava?
Que informação seria capaz de me fazer mudar de posição?
Estou avaliando a qualidade da evidência ou apenas a intensidade da minha reação diante dela?
Essas perguntas deslocam a educação do conteúdo para a operação cognitiva realizada sobre o conteúdo.
É nessa direção que a Pedagogia do Discernimento, a Alfabetização do Discernimento Consciente e outros constructos que venho investigando procuram abrir uma agenda de pesquisa: não oferecer às pessoas uma lista definitiva daquilo em que devem acreditar, mas investigar maneiras de desenvolver melhores condições para que consigam avaliar quanto peso cada influência merece.
A autonomia começa onde termina o automatismo
Fake news são perigosas.
Deepfakes são perigosos.
Golpes digitais são perigosos.
Algoritmos capazes de selecionar aquilo que vemos também merecem atenção.
Mas existe um elemento comum atravessando todos esses fenômenos: Em algum momento, algo externo encontra um sistema humano que precisa interpretar, avaliar, ponderar e decidir.
É nesse encontro que a autonomia pode ser preservada ou perdida.
Por isso, talvez o enfrentamento da desinformação não dependa somente de produzir informações melhores.
Dependa também de formar pessoas capazes de não transformar automaticamente informação em convicção, convicção em certeza e certeza em ação.
Porque discernir não é simplesmente acreditar menos.
Também não é duvidar de tudo.
Discernir é aprender a decidir quanto peso aquilo que nos influencia merece ter sobre aquilo que decidiremos.
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Autor e Pesquisador
Às vezes, a vida nos tira o chão para nos lembrar que sabemos voar. Cada fim é apenas o rascunho de um novo e lindo começo.
Quando você toma, se responsablizas, a medida que cada um vai buscando seu futuro não aconselho aceitarem dinheiro vindo de fontes que sabes que nunca investiste.
Isso pode dar em problemas que nem sabias que tinhas.
Bom conselho !
- Relacionados
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Frases espíritas: sabedoria e reflexão para iluminar seu caminho
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- 57 frases motivacionais para agradecer por cada etapa da jornada
- Textos sobre a vida para encontrar beleza no caminho
- Frases de Jesus Cristo para iluminar o caminho
- Feliz aniversário, meu amor: frases para uma surpresa inesquecível
