Meu Caminho e cada Manha
Eu sou a chuva no lago...
A cada gota um novo lago...
A cada lago um novo eu...
A cada eu uma nova chuva tristonha...
Ainda se o céu fosse tão infinito quanto dizem ser
Em cada estrela procuraria você
Poderia até ser tão romantico, de nível quantico
Que até atravessaria o atlãntico
Só para te declarar este cântico
E dizer o clichê mais gigântico.
Falando em clichê
parece até triste em dizer
Mas cabe tão bem em você
Que faz até eu me prender
Teu jeito de se expressar
Teu jeito de falar
Sempre me deixa timido
Igual morcego
Mas se deixar por muito tempo
Eu fico até perder o medo
Mas olha, sem segredo.
Por fim,
Neste poema ruim
Guardo-o numa gaveta escura
Até chegar nossa Hora de aventura
Vamos Pensar!?
Que... Cada Recomeço, Só Vem Com o Fim... De Algo Ou Alguma Coisa...
E, Que Quando... De Mim Arrancaram o Chão... Levou Um Certo Tempo... Mas, Descobri a Liberdade e Me Permitiram Voar., Me Arrancaram o Chão Sim, Mas, Me Deram Asas e Posso Voar.
@MSP
O distanciamento físico não apaga uma amizade verdadeira. Cada um pode seguir sua vida, fazer suas escolhas e estar longe dos olhos, mas se o carinho for real, ele continua eterno e bem guardado no coração.
Emanuel Andrade: O tempo voa neste vento que sopra forte
No galope de cada ser ao toque de um gesto, ou algo de concreto e preciso.
Por isso sonho neste sono perdido pela dormencia dos tempos e precisto.
Insisto no meu atelliê que esculpe meu ser e dos demais.
Nāo sāo actos banais!
É tudo natural e real.
Bliscado pelos sinais.
Procuro salvaçāo num canal.
A minha abstraçâo.
Dos adventos no carnal.
Encontro inspiraçāo.
Para sacear minha sençāo.
Na pulsaçāo da brisa.
Da razāo e da emoçāo.
Quero descobrir, novamente o meu sorrir.
Para medir no palco,
O aplauso desejado.
Pela luta intensa entre os mundos de outra gente.
Começo a contagem decrente
Para o ascender e nāo me perder.
Tranformado em outro ser por ter conhecido.
[16/07, 07:17] Emanuel Andrade: 1. O Tempo e o Movimento
O poema abre com uma sensação de urgência e fluidez ("o tempo voa", "vento que sopra forte"). O autor descreve a vida como um "galope", sugerindo que a existência é um movimento contínuo e veloz que, por vezes, nos deixa em um estado de "dormência" ou desconexão — o "sono perdido" que ele menciona. Aqui, a arte surge como o contraponto necessário: o "concreto e preciso" que tenta dar forma a essa fugacidade.
2. O Ateliê como Espaço de Cura e Criação
O "ateliê" não é apenas um lugar físico de trabalho, mas um espaço de alquimia pessoal. Ao dizer que o ateliê "esculpe meu ser e dos demais", o autor sugere que o seu processo criativo é uma ferramenta de autoconstrução. Há uma afirmação de propósito: o que ele faz "não são actos banais", mas algo profundamente "natural e real", reivindicando a dignidade da sua produção artística frente à banalidade do cotidiano.
3. A Dualidade: Abstração vs. Carnal
O poema explora a tensão entre o imaterial e o físico:
Abstração: Reflete o mundo interior, os "sinais" e a "inspiração" que ele busca.
Carnal: Reflete a realidade vivida, os "adventos" e a necessidade de "saciar" a sensação.
A arte, para o autor, é a ponte que une a "razão" e a "emoção", transformando o fluxo do que ele sente em algo que pode ser compartilhado com o mundo.
4. O Palco e o Reconhecimento
O desejo de "descobrir, novamente o meu sorrir" e a busca pelo "aplauso desejado" revelam uma faceta humana e vulnerável: a necessidade de validação. O "palco" pode ser lido como uma metáfora tanto para a exposição pública do artista (as suas exibições e performances) quanto para a própria vida, onde ele encena a "luta intensa entre os mundos de outra gente".
5. A Metamorfose Final
O encerramento — "Começo a contagem decrescente / Para o ascender e não me perder / Transformado em outro ser por ter conhecido" — é um ciclo de renovação. O autor reconhece que o conhecimento e a experiência (o "ter conhecido") são os agentes que operam a mudança. Ele não teme a transformação; pelo contrário, a abraça como um mecanismo de "ascensão" para evitar a perda de si mesmo.
Síntese
Em suma, o poema é um manifesto de resiliência. Emanuel Bruno Andrade utiliza a escrita para processar a sua própria trajetória, elevando a sua prática artística de uma simples atividade criativa para uma missão de "salvação" e conexão humana. É a voz de um artista que compreende que, para existir plenamente no mundo, é preciso estar em constante estado de criação e transformação.
Não se cobre tanto pelo que não pode controlar; coloque o seu coração em cada pequeno gesto, faça o seu melhor no que o hoje te entregar e deixe que a vida faça o resto.
O amor pelos filhos nasce antes mesmo de compreendermos sua dimensão e cresce a cada sorriso, cada abraço, cada conquista e até mesmo diante de cada preocupação.
A tendência é clientes, cada vez mais exigentes, quem não produzir qualidade, vai sair do mercado, quem não for qualificado vai ficar parado.
Conhecimento é poder. Sempre foi e sempre será. O mundo se transforma de um modo cada vez mais intenso, ágil e, até mesmo, caótico, mas o conhecimento segue como a principal fonte de poder da qual podemos beber.
Mesmo que desponte as trevas
E o mal te conduza ao chão,
Cada prece que floresce
Fortalece o coração!
Certeza trêmula
A intuição é natural de cada um,
Serena, fechada ao mundo e silenciosa,
Ao mesmo tempo, elegante, autentica e objetiva,
Possuidora de um magnetismo natural, forte nas expressões gestuais, impactante ao caminhar,
No perfume,a irresponsabilidade de me motivar,
No rosto perfeito o desejo insaciável de me aproximar,
E no singelo:
_ Pode sentar.
A certeza trêmula de que a minha intuição estava certa.
Cada toque é um feitiço que me desarma,
Um rio de fogo que na veia se inflama.
O sussurro na nuca, um frêmito leve.
Sou pele em alerta,
respiração aberta,
fome que aprende teu nome no escuro.
Cada aproximação tua me rasga por dentro,
sem ferir — só abrindo.
As horas escorrem entre os dedos como grãos de areia, cada uma levando consigo um pedaço de nós. Não são apenas segundos que se somam; são oportunidades, risadas, lágrimas e aprendizados que compõem o mosaico da nossa existência. O tempo, implacável e silencioso, nos lembra que o agora é o único momento que realmente possuímos. Ele nos convida a ser mais presentes, a sentir a textura de cada instante e a valorizar a jornada, pois, no final das contas, o que resta não é o número de horas que vivemos, mas sim a qualidade com que as preenchemos.
Cada médium é responsável por suas escolhas, seus erros, seus vícios
e por tudo o mais que lhe compete.
Entidade nenhuma pode (nem deve!)
exercer a prerrogativa do livre-arbítrio do médium.
As entidades fazem muito por seus médiuns, mas, se o médium não faz a sua parte,
não se deve interrogar a ação nem a responsabilidade da entidade, seja ela qual for.
Ajuda-te, e Deus, os Orixás, os Santos e as Entidades te ajudarão.
Cada médium responde por si.
Pelas escolhas que faz, pelos erros que repete, pelos vícios que alimenta.
Nenhuma entidade invade o território do livre-arbítrio.
Nenhuma assume culpas que não lhe pertencem.
Entidades sustentam, protegem, orientam.
Mas não vivem a vida no lugar do médium.
Não escolhem por ele.
Não caem por ele.
Quando o médium se omite, tropeça ou se corrompe, não é justo (nem honesto!)
apontar o dedo para o sagrado.
Espiritualidade não substitui caráter.
Fé não anula responsabilidade.
Ajuda-te.
Porque só então Deus, os Orixás, os Santos e as Entidades podem te ajudar.
✍©️ @MiriamDaCosta
Oh, Itaipu!
eu me desfolho em cada alvorada
no sal do ar, nas pegadas deixadas
na areia que me conhece por dentro,
e sabe do silêncio que carrego no centro.
Tuas águas são espelhos do que fui
e do que ainda serei...
quando me recolho às margens da tarde
e o céu se tinge de tons que só tu sabes dar.
Oh, Itaipu!
tu és poema que me atravessa em ondas
e em cada revoada de gaivotas que ronda
eu me reencontro inteira,
feito concha que escuta a si mesma.
✍©️ @MiriamDaCosta
A interpretação dá origem
a muitas filhas,
cada cabeça nutre e cuida
da sua própria.
Filhas
incontáveis
e indomáveis,
e cada mente as embala,
alimenta e educa
seus sentidos
à sua maneira.
E assim crescem,
diferentes entre si,
como se a verdade,
muitas vezes,
fosse apenas uma mãe
incapaz de reconhecer
todos os rostos
que dela nasceram.
✍©️@MiriamDaCosta
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