Meu Amor Viajou
O sol nasceu mais uma vez
E o dia já se fez pra nós
E o vento a me levar
O mundo é meu lugar
A vida a se mostrar
O mundo é meu lugar
Um legado de formosura:
Há uma rosa linda,
no meio do meu jardim.
Mesmo que você
não acredite, um dia
ela sorriu pra mim.
Rosa encantadora,
de beleza natural.
És bela e formosa,
de perfume sem igual.
Pétalas aveludada,
que atraí todos olhares.
Ao vê-la deixa apaixonado,
leve pássaro ao pousar.
Borboletas não se cansam,
de na rosa rodopiar.
Joaninhas fazem filas,
para da rosa, o perfume levar.
A minha rosa vermelha,
mais parece poesia.
Pois carrega em cada pétala,
um amor, que é sua sina.
Linda rosa formosa,
desabroche no meu peito.
Faz o amor renascer
e a felicidade grudar de jeito.
Poema de autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 03/10/2019 às 21:00 horas
Manter créditos a autora original #Andrea_Domingues
eu não erro diversas vezes, eu encontro infinitas formas do que eu devo evitar para alcançar meu objetivo, sendo todas essencias para o meu sucesso
Queimada de novo,
serpenteei em chamas,
buscando ainda em vão
meu vestígio ardente.
Através de fumo e cinzas
parece que já entrevejo
um fio tão precário
aqui, de mim ao infinito
Francisco de Assis
Francisco pequenino.
Meu bom Francisco menino.
Que a pureza de seu coração
ilumine meu olhar para o irmão.
Me encante como encantou Clara
para que trabalhe sem cessar na sua santa Seara!
A melancolia que no meu eu habita deixou de ser um inimigo e passou a ser aliada, uma aliada para as maiores e mais profundas reflexões da vida.
“Às horas na estrada passam devagar mesmo olhando a janela, sei que vai demorar chegar ao meu destino..”
O meu porto está vazio
e o meu mar está morto,
sem você, que era o o meu navio,
sem você, que era o meu porto.
Além
Ler é bom!
Por isso que eu leio!
Esse é meu dom!
Mesmo estando de saco cheio!
Por isso eu viajo sem rumo!
Pelos céus e pelos mares!
Mesmo sem pensar vivo com aprumo!
Leio até em cima de árvores!
Então eu lhe aconselho!
Leia como ninguém!
Até os olhos ficarem vermelhos!
Lendo você irá além!
Eu não sei qual é o nome que se dá
Ao meu tipo de sobrevivência
Eu estou morta mas meu corpo
Está vivo
As pessoas entendem como se
Eu tivesse levado um tiro
Mas eu levei, de amor
Mas é um buraco no peito
Que somente eu posso ver,
Ninguém vê
Amor, ódio, vento tempo
Dores são coisas que não vemos
Mas podemos sentir
Balança
na balança dos julgamentos
eu aqui
você ali
seu lado pesado
desequilibra o meu
mas tudo bem
eu sou leve demais
para me preocupar.
Ele acelera
Mas também se acalma
Tu é choque-elétrico
Mas também é paz
Pra minha alma
Meu movimento assimétrico
E minha inércia, minha calma.
Ao raciocínio deste poema,
Declaro morte!
A priori, o nome dele
Deveria ser sorte.
Sorte para quem te beija
E se demora nos seus lábios
Rítmico à sensualidade que reside
No teu corpo mágico.
Sorte para quem acorda
Com o céu meio nublado
Pois vê em teu sorriso
O mesmo ensolarado.
Sorte pra quem toca fino
Cada parte do teu corpo
Como se tocasse violino
Num estilo harmônico e barroco.
Sorte te ver de longe
Sorte te ver de perto
Sorte te ver livre e dançante
Como um ser lindo, sexy e desperto.
