Meu Amigo Homem eu te Adoro

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⁠Mas eis que surge um Homem, ao lado do sepulcro,
com voz serena e olhar profundo.
“Mulher, por que choras? A quem procuras?”
Palavras suaves, que curam feridas duras.

“Maria”, Ele diz... com doçura sem fim,
e naquele nome... o mundo volta a ter jardim.

Ela O reconhece, cai aos Seus pés,
o Cristo ressuscitou, é real, é de fé!
Não é fantasia, é verdade vivida:
Jesus venceu — e deu nova vida.

Inserida por MiriamLeal

⁠Um Homem se aproxima, com passos suaves,
pergunta gentil: “Sobre o que conversais?”
E eles contam, com alma ferida,
sobre Aquele que achavam ser a vida.

Inserida por MiriamLeal

⁠Confessa com fé, entrega o viver,
Deixa o velho homem morrer.
Porque ao que crê, com o coração,
É dado o céu e o perdão.

Não olhe pros erros, olhe pra cruz,
Ali está o amor que conduz.
Volta, filho amado, volta ao lar,
Jesus está pronto pra te abraçar.

Inserida por MiriamLeal

⁠A unção que vem do céu não enche o ego ela esmaga o orgulho.
Ela não faz o homem parecer grande,
ela faz Deus ser tudo.
Por isso, muitos desistem no meio.
Querem o dom, mas não suportam a dor.
Querem microfone, mas não suportam o silêncio de Deus forjando o caráter.
Querem autoridade, mas sem o caminho da obediência.
Mas os que suportam o processo…
Serão cheios de uma glória que o mundo não pode dar.
E que os céus nunca deixarão apagar.

Inserida por MiriamLeal

⁠Ele ama o leproso, o perdido, o cego,
Mas o homem ama apenas o que é espelho.
Ama quem se encaixa no seu molde,
E exclui quem a graça de Deus envolve.

O coração do homem endurece fácil,
Fecha portas com trancas de orgulho.
Mas o coração de Cristo se abre todo,
Mesmo sabendo que será ferido de novo.

Inserida por MiriamLeal

⁠Mas o homem… ah, o homem se esquece,
Fala de amor, mas pouco oferece.
Aponta dedos com tanta razão,
E guarda pedras dentro do coração.

Inserida por MiriamLeal

"Deus criou o homem porque não aguentava ver os macacos imitando tudo, se arrependeu porque não mudou nada"

Inserida por mcmacedo

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Homem não conquista o verdadeiro mundo, sem estar ao lado de uma verdadeira MULHER...

Inserida por RavFlash

O sábio não é o homem que fornece as verdadeiras respostas; é o que formula as verdadeiras perguntas.

Inserida por jjovanil

Pode-se dizer que ele era quase um homem, tinha lá seu corpo estruturado feito um rapaz bem avistoso. Ele me atraia de alguma maneira com aqueles olhos castanhos e principalmente aqueles braços que por vezes eu me imaginei por entre eles, me roubava toda a atenção que eu tinha durante as aulas. Ficava um tanto difícil me concentrar em algo que não estivesse ligado a ele, muitas das vezes meu esforço de olhar pra ele sem que ele percebesse ia por aguá a baixo, e eu ficava um tanto sem jeito. Ele me causa contrações ventriculares prematuras. Nem nos olhavam diretamente, mas de vez em outra eu pegava ele me olhando justo na bendita hora que eu o olhava. Não nos tocavam, ainda. Como poderia? Ambos ali tão quietos por fora, e por dentro sem saber oque um sentia pelo outro. Mas veja bem! Da minha parte eu não sei juro que não sei oque sinto. Por ilusão eu falaria que é ”amor” mas não. Não é! Nunca foi porque diabos poderia virar amor justo agora? Não. Digo e repito não é amor cara! É atração física quem sabe… Mas olha eu aqui fugindo do tal do ”amor”. Mas eu digo olhar ele é algo bonito aliás muito bonito.

Inserida por JeMartines

A mulher só é estrangeira com o homem dentro dela.

Inserida por usuario142129

O homem só alcança a vitória se houver uma batalha para lutar. Por isso, não reclame das batalhas; ore, e agradeça pelas vitórias!

Inserida por peds

O homem só alcança a vitória se houver uma batalha para lutar. Por isso, não reclame das batalhas; ore, e agradeça pelas vitórias!

Inserida por peds

Acredito que todo homem que algum dia se empenhou seriamente em preservar ao máximo suas faculdades poéticas ou mais elevadas teve uma especial propensão em se abster de alimentos de origem animal.

Henry David Thoreau
Walden ou A vida nos bosques (1854).
Inserida por lucas_almm

A ideia de que você pode construir uma engenharia social para melhorar o homem, a ideia de que você pode identificar a natureza humana e mexer nela. É o que os ingleses chamam de teorias de gabinete. Faço aqui uma teoria sobre como melhorar o homem. Apago toda a Idade Média, toda a história da humanidade, e acho que nos últimos 200 anos é que a gente entendeu o ser humano.

Luiz Felipe Pondé
CARIELLO, Rafael. A modernidade quis organizar a agonia. Folha de S.Paulo. São Paulo, São Paulo, sábado, 27 jan. 2007.

Nota: Trecho de entrevista de Pondé para a Folha de S.Paulo.

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Inserida por I004145959

⁠A escolha livre que o homem faz de si mesmo se identifica absolutamente com o que se chama o seu destino.

Jean-Paul Sartre
Baudelaire (1947).
Inserida por cdt

⁠Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum dos seus caminhos.

Bíblia Sagrada
Provérbios 3:31
Inserida por TiagoScheimann

Não tenhas inveja do homem violento, nem elejas algum de seus caminhos. Porque o perverso é abominação ao Senhor, mas com os retos está o seu segredo.

Bíblia Sagrada
Provérbios 3:31-32
Inserida por TiagoScheimann

Uma mulher determinada quando quer comer um homem não existem argumentos masculinos capazes de defender a honra e integridade do mesmo. Mulher quando quer faz. Na sua audácia vingativa, facilmente influenciam-nos.