Meu Amigo Ama minha Mulher

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Aprendi, em cima da minha moto, que uma vida equilibrada pode te levar muito longe.

Quanto tempo eu vou existir não é minha decisão, mas quanto tempo eu vou continuar a existir no meu jeito atual está sob meu controle.

Sêneca
Cartas de um estoico, volume III. São Paulo: Montecristo Editora, 2021.

Nota: Trecho da carta XCIII (93), Sobre a qualidade da vida quando contrastada com seu comprimento.

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Você é toda linda, minha querida; em você não há defeito algum.

Bíblia Sagrada
Cânticos 4:7.

Em meio a tanta dor minha aflição pediu socorro e a solidão se fez minha amiga.

Tateando Caminhos
passo as mãos no rosto
debaixo da minha pele
quem é esse ser que me habita
tão envolto em penumbras
qual cigana em seus panos?
que mulher é essa
fazendo de mim labirintos
como um peixe no oceano?
passo as mãos no rosto
feito um louco em seu passado
e nem me decifro nem me devoro
abro a janela e bebo a manhã
em grandes goles

Roseana Murray
Poesia essencial (2002).

Todos os dias insistentemente busco colorir o quadro da minha vida... com cores suaves, leves, fortes, nudes, rudes... mesmo que alguns ainda persistam que eu o pinte apenas de preto e branco!

Na minha perspectiva, liderar significa pôr se no lugar do outro e ajudá-lo(a) a se superar!

Acredito que amanhã os angolanos hão-de entender o real motivo da minha luta. E neste dia, homens e mulheres da minha pátria, letrados ou não, hão-de caminhar em busca da verdadeira paz, em busca da verdadeira democracia. Terão a coragem de enfrentar o Regime. Porque não há na historia da humanidade um governo que pode oprimir um povo eternamente.

Só me sinto vivo quando estou usando a minha espada.

A minha religião é a natureza. É ela que desperta em mim os sentimentos de admiração, misticismo e gratidão em mim.

"Toda a minha vida não passa de conflitos. E se não há conflitos por aí, ora, invento um, num piscar de olhos. Ontem eu disse que não estava mais amando? Estou mais apaixonado hoje do que nunca. Tudo voltou… […] Ela é tão jovem, tão bonita e tão triste que eu seria capaz de chorar. Esse é meu sentimento. […] Em seu mundo, todos penduram um Picasso em um local de destaque. Então está muito bem, por ela eu também penduraria um Picasso em um local de destaque. Como meu conhecimento da decadência do modernismo e a loucura cega do progressivismo como um estado de ânimo, uma rebelião estúpida e óbvia contra ressentimentos imaginários, medida contra meu amor por uma garota de 50 quilos? O que importa se eu alcancei grandes verdade sociais & espirituais na solidão do meu quarto e em meu livro enorme e em anos de meditação cuidadosa e compreensão psicológica - o que é minha arte? Meu conhecimento? Minha poesia? Minha ciência? - comparado a seus pezinhos? Sim, sim, sim, acabei de notar a “ondulação de seus dedinhos”. O velho Dimitri, já falei? Aqui não sou Dimitri, sou maior que Dimitri, porque sou o pai de Dimitri, o próprio pai Karamazov. Sou eu desperdiçando fortunas e o amor dos filhos por uma garota - e olhando com ansiedade da janela de minha miséria esperando por ela. Picasso… eu gostaria mesmo de pendurar Ticiano e Grant Wood. Paris… o que quero mesmo ver é Montana. O balé… são os filmes que passam a noite inteira na Times-Square que quero ver. Mozart… O que quero mesmo ouvir é Allen Eager. Mas por ela eu usaria um cavanhaque e fingiria ser um gênio literário, e faria observações proustianas, e seria, é óbvio, sensível."

Você pode fazer parde de um
papel na minha vida, mas não o
papel principal.

Minhas raízes estão no ar,
minha casa é qualquer lugar,
se depender de mim eu vou até o fim,
voando sem instrumentos
ao sabor do vento
se depender de mim eu vou até o fim.

Quando considero a curta duração da minha vida, engolida pela eternidade que passou e passará antes e após o pequeno intervalo que preencho, ou que possa ver, engolfado pela imensidão infinita de espaços que me são inescrutáveis e que não me conhecem, tenho medo, e me surpreendo de estar aqui e não acolá, agora e não antes ou depois. Quem me pôs aqui? Quem deu a ordem e direção para que este espaço e este intervalo de tempo sejam ocupados por mim?

Não confio em ninguém, nem mesmo em minha sombra, pois tem hora que ela não aparece.

Sabe porque eu não desisto de você? Porque minha mãe me ensinou a nunca desistir de um sonho.

Contra minha própria vontade sou teimoso, sincero e insisto em ter vontade própria.

Minha cabeça só pensa aquilo que ela aprendeu... por isso mesmo, eu não confio nela, eu sou mais eu...

Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
Verde!... E que leves, lindas filigranas
Desenha o sol na página deserta!

Não sei que paisagista doidivanas
Mistura os tons... acerta... desacerta...
Sempre em busca de nova descoberta,
Vai colorindo as horas quotidianas...

Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço...
Para quê pensar? Também sou da paisagem...

Vago, solúvel no ar, fico sonhando...
E me transmuto... iriso-me... estremeço...
Nos leves dedos que me vão pintando!

Mario Quintana
Quintana de Bolso. Porto Alegre: L&PM Editores, 1997.

Não tenho responsabilidade de ser bonita. Não estou viva com esse propósito. Minha existência não é sobre o quão desejável você me acha.