Mentiras
Palavras não traduzem o que o coração consegue expressar.
Palavras verdadeiras nem sempre irão expressar um sentimento real.
Palavras soam como um vento passageiro.
Palavras às vezes ferem nossos corações, e se permitirmos, podem até deixar cicatrizes na alma.
Palavras são o que muitos ainda não conseguem distinguir.
Palavras? Não! Não as libere por emoções e sentimentos temporários.
Atitudes geram confiança; vocábulos sem sentido criam grandes dúvidas; bons atos falam ao coração. O coração age com atitude, mas emoções são iludidas facilmente com palavras. Tudo o que há de mais importante são nossos propósitos. Ações são prioridades. Acredite, não há efeitos admiráveis com apenas o que se diz, mas com o que se faz. O que fortalece um relacionamento ou qualquer outra coisa são as boas atitudes.
Sem retrospectivas, pois abrir gavetas externas, liberar segredos internos, declarar verdades, organizar pensamentos e se surpreender com o próximo é inovador e rotineiro: uma dialética. Só quer liberdade quem está preso. Pior que o melhor de dois é ser sozinho, não é este caso. Vou lá no fundo e percebo que o ouro estava na superfície, na simplicidade, quanta futilidade, poemas e palavras sempre morrem. A frase que fica: “escolha feita inconsciente de coração não roubado”. Onde o nada foi quem fez meu tudo, silenciosos momentos de solidão. Em alguns momentos ninguém te reconhece, nem você mesmo.
Engraçado é que quando a gente tá gostando de verdade de uma pessoa, aparecem centenas de outras pessoas querendo ficar com a gente!
A única maneira que eu posso realmente,verdadeiramente viver um momento é se realmente significa para mim.
Algumas pessoas se aprisionam em tantas “necessidades”, que conseguem na verdade, perderem a tão desejada e verdadeiramente necessária tranquilidade.
Estamos cada vez mais, nos obrigando a tantos compromissos, que aqueles momentos que desejamos de prazer, estão perdendo gradativamente espaço, ficando relegados simplesmente a meros devaneios.
Passamos pela vida e nos esquecemos de vivê-la São tantas obrigações e regras que nos impomos, que para cumpri-las muitas vezes, não vivemos, mas subvivemos.
As verdadeiras Carminhas
Ainda não tinha parado para pensar na semelhança da personagem Carmem Lúcia da novela Avenida Brasil, com outras tantas Carminhas que por muitas vezes invadem a vida da gente.
Diante de tantas maldades assistidas na telinha, não acreditava ser possível na vida real.
Mas é!
Que cara elas tem?
Normalmente, assim como a personagem, as Carminhas são mulheres muito espertas, não importando muito a beleza exterior. Mulheres belas tem escolhas e chances muito superiores.
As Carminhas são mulheres sem escrúpulos, dotadas de um faro peculiar AQUI VOU ME DAR BEM. E lá vão elas. Destruindo. Arrasando tudo por onde passam. São pessoas sem coração, incapazes de respeitar a integridade de uma família, expondo muitas vezes menores, incapazes de defesa ao abandono. De que mais serão capazes? São capazes de tudo.
Como na interpretação da brilhante Adriana Esteves, as Carminhas não exitam em cometer atrocidades em nome do amor. Que amor?? O pior é que tem gente que acredita e assim, elas devastam famílias inteiras com suas lábias enganadoras. Não conhecem a piedade. Não sentem culpas. São desprovidas de respeito. Não amam a ninguém. São egoístas. Suas metas devem sempre ser atingidas. Não importa como e nem os obstáculos que terão que enfrentar. Tudo é banal diante de suas vontades. Sair de uma vida com uma trajetória obscura e subir alguns degraus, representa as suas vitórias. E para isso, jamais se importam com os meios que usarão para tal. Basta encontrarem um Tufão. E o mundo está cheio deles. Homens bons e puros, presas fáceis a este gênero de mulher.
É muito triste e é triste para todos, assim como o folhetim mostrou.
Há um ditado que diz... "Aqui se faz, aqui se paga". E o dia sempre chega. De uma forma ou de outra, as Carminhas acabam colhendo os frutos das suas plantações.
Fica na mão de Deus!
É lamentável reconhecer nas cenas de uma vida, o tema tão bem abordado pelo autor na ficção.
Parabéns, João Emanuel Carneiro!
Não podia ter sido melhor!!
Vivendo e aprendendo!!!
