Mensagens sobre a Terra

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Te amo...
Amo mais do que o sol ama a lua,
mais do que a terra ama o mar.
Mais ainda do que as estrelas e
seu infinito.
Mais do que o vento quando toca
as flores do campo.
Mais do que os enamorados e amantes
ao arder de uma paixão!
Amo como se não hovesse
mais o amanhã para se amar!

Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua da sua terra: todas as outras as deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro.

agora ar é ar e coisa é coisa: traço
nenhum da terra celestial seduz
nossos olhos sem ênfase onde luz
a verdade magnífica do espaço.

montanhas são montanhas; céus são céus -
e uma tal liberdade nos aquece
que é como se o universo uno, sem véus,
total, de nós(somente nós) viesse

- sim; como se, despertas do torpor
do verão, nossas almas mergulhassem
no branco sono onde se irá depor
toda a curiosidade deste mundo
(com júbilo de amor) imortal e a coragem
de receber do tempo o sonho mais profundo

As mães da terra nunca abandonam os seus filhos. Teus braços se abrem quando é preciso um abraço, teu coração sabe compreender quando é preciso uma amiga, e teus filhos são guiados por tua força, tua coragem e teu amor pela vida. E se preciso for, darão asas a seus filhos para que possam voar.

Que os pais da Terra sejam abençoados pelo Pai Maior e que cada filho possa envolver-se em gratidão, amando e respeitando seus pais.

Astronauta tá sentindo falta da Terra?
Que falta que essa Terra te faz?
A gente aqui embaixo continua em guerra
Olhando aí pra lua implorando por paz
Então me diz: por que que você quer voltar?
Você não tá feliz onde você está?
Observando tudo a distância
Vendo como a Terra é pequenininha
Como é grande a nossa ignorância
E como a nossa vida é mesquinha
A gente aqui no bagaço, morrendo de cansaço
De tanto lutar por algum espaço
E você, com todo esse espaço na mão
Querendo voltar aqui pro chão?!
Ah não, meu irmão... qual é a tua?
Que bicho te mordeu aí na lua?

Gabriel O Pensador

Nota: Trecho da letra da música "Astronauta", Gabriel O Pensador e Lulu Santos

⁠ “O gosto da morte está sobre os meus lábios. Eu sinto um gosto que não é dessa terra”

O homem que nesta terra miserável mora entre as feras, sente inevitável necessidade de também ser fera

Mar nosso que estais na terra,
Santificadas sejam as nossas ondas,
Venha a nós a vossa praia,
Seja feito o nosso swell,
Assim no verão como no inverno,
O surf nosso de cada dia nos dai hoje ,
Perdoai as nossas vacas,
Assim como nós perdoamos quem nos rabeia,
E não nos deixas cair na tubulação,
Mas livrai-nos do crowd, aloha!

COMPANHEIROS


quero
escrever-me de homens
quero
calçar-me de terra
quero ser
a estrada marinha
que prossegue depois do último caminho

e quando ficar sem mim
não terei escrito
senão por vós
irmãos de um sonho
por vós
que não sereis derrotados

deixo
a paciência dos rios
a idade dos livros

mas não lego
mapa nem bússola
porque andei sempre
sobre meus pés
e doeu-me
às vezes
viver
hei-de inventar
um verso que vos faça justiça

por ora
basta-me o arco-íris

em que vos sonho
basta-te saber que morreis demasiado
por viverdes de menos
mas que permaneceis sem preço

companheiros

Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.

Sou obrigada a continuar, porque, embora isso não se aplique a todas as pessoas da Terra, é verdade para a vasta maioria: a morte não espera por ninguém - e quando espera, em geral não é por muito tempo.

O corpo em quatro elementos

Terra...
Rolastes nossos corpos em terras batidas
Numa cumplicidade do amor em realizações
Fazendo Sugar a energia terrestre da vida
Satisfazendo os desejos de dois corações.

Água...
Banhastes em fontes de águas puras
Deliciando-se do doce molhar do desejo
Como se fosse uma corrente de loucuras
Navegando por entre bocas, deliciando-se dos seus beijos.

Ar...
Sobrevoastes por sonhos da imaginação
Em voos rasantes a corpos sedutores
Numa viagem que vai ao céu do amor sem sair do chão
Como a magia de belos pássaros voadores.


Fogo...
Queimastes nossos desejos ao calor de uma realização
Explosão da vontade de um bom beijo
Que queima dentro do coração
Satisfazendo nossos desejos.

É fogo, é terra, é água é ar
São quatro elementos num só corpo
Satisfazendo e realizando as vontades
De um coração, fazendo a gente se amar.

⁠Terra do Divino

Indiaroba, berço de encantos,
onde o tempo dança com o vento,
nas águas que abraçam memórias,
no olhar que reflete o sentimento.

Terra sagrada, solo de fé,
onde o Divino deixa sua marca,
em cada reza, em cada festa,
na chama que nunca se apaga.

Do Rio Real que conta histórias
às mãos que moldam o destino,
Indiaroba, alma viva,
és poesia, és Divino.

— ©Jorgeane Borges

Se o azul do céu escurecer
Se a alegria na terra, perecer
Não importa, querida
Viverei do nosso amor
Se tu és o sol dos dias meus
Se os meus beijos sempre foram teus
Não importa, querida
O amargor das dores desta vida
Um punhado de estrelas
No infinito irei buscar
E a teus pés esparramar
Não importa os amigos
Risos, crenças e castigos
Quero apenas te adorar
Se o destino, então, nos separar
Se distante a morte te encontrar
Não importa, querida
Porque eu morrerei também
Quando, enfim, a vida terminar
E de um sonho nada mais restar
Num milagre supremo
Deus fará no céu te encontrar.

"Existem sobre a terra duas raças humanas e realmente apenas essas duas: os decentes e os indecentes."

É possível viajar até o ponto mais distante da terra. Conhecer lugares mais bonitos. Contemplar pontes, postes, viadutos, túneis, estátuas e pedras de diversos formatos. Cachoeiras, rios e mares. Conhecer pessoas de diversas culturas estrangeiras. Saborear histórias, crenças, etc. E, voltar com o coração cheio de vaidade e vazio. Inútil. É preciso fazer a parte mais importante para alegrar a própria alma: Viajar dentro de si mesmo.

É que eles têm medo do novo, a chama que acende o farol
Seremos Deus e o Diabo na terra do sol

⁠O Desejo Como Chuva em Terra Seca

Dentro de mim há um solo sedento, esperando pela chuva certa. Mas não aceito qualquer tempestade, qualquer gotejar. Meu desejo não floresce com qualquer toque, não desperta sob mãos que não saibam sentir. Precisa ser um alívio, não um dilúvio. Um toque que nutre, não que devasta. E então eu espero, mesmo que a espera resseque, mesmo que a sede arda. Porque quando a chuva certa vier, será raiz, será renascimento.

Quero conquistar meus sonhos aqui na Terra, mas almejo minha vitória lá no céu ao lado de Jesus.