Mensagens Profundas
Deixe-me tocá-lo com meus mais profundos desejos de conquistas. Irei convence-lo de que sue mundo não lhe pertence. Pertence a mim.
somos pessoas
de almas sinceras e discretas
descrentes de tudo que vêem
e alteram as coisas
as quais fazem vós
com convicções ou dúvidas
que toda a vida possui
na intenção de serem puras
somos vãos
da história inacabada
um trajeto sem rumo?
ou uma rota errada?
caminhos recalcados
de corpos regidos
e ambições insistidas
e estragam-se as coisas
somos aristocratas
de moda racial
crucifixos a postos
em beira ao absurdo
somos condenados
a sufocar nossos gestos
magoarmos nossas atitudes
calarmos nossos berros
e a Deus seguimos certos de que pecamos
Essa dor flamejante vem de vidas passadas, distantes, suas almas desamparadas choram e clamam por paz. Estas foram madames elegantes e cavaleiros paqueradores, engasgados com amor em suas gargantas e o pouco sangue em volta de seu coração.
Pela metade
Acordei pela metade
entre o sonho e o real;
porém, estava você nos dois
me chamando para ver o sol,
que eu não sabia,
se aqui ou no Japão...
De teus olhos
Emanam suaves canções
Ondas calmas é tua voz
Que banham almas e corações
Palavras que sufoca em teu silêncio
São gritos abafados
Guardados,
Gritos que cala
Se guardou
Se escondeu do mundo
Mundo de amor.
Só trabalha e agrada os outros
Faz coisas que não quer
Vive o dia a dia sabe lá de quem
Perdido,
Já nem sabe mais o que quer
Doce menino de olhar carente
Mendiga colo, cafuné.
Camille
Deixa dizer-te os formosos cânticos do meu coração
Que a minha alma tanto repulsa pela emoção e pela dor
Foram moldados com carinho, ternura, brandura, zelo e amor
Petrificados na ânfora de Atena com a força de uma paixão
Camille, tu que viajas nas cataratas eternas, deleitando-se
Nem de longe esquece-te do imponente ser de garras e rugido
Oh minha sonhadora: de mechas loiras, ruivas e traje brunido
Quero viajar para sempre nas quedas celestiais, acariciando-te
Tu matastes a morte com a flamejante espada da esperança
E me destes a vida, criando um paraíso que nunca poderei igualar
Cravando o sagrado opúsculo nas areias do Chronos hodierno
Por ti, sofro nas mãos cruéis e perversas do soldado da vingança
Tudo para cavalgar pela última vez, rumando para o reino basilar
Unindo-me para coabitarmos no paraíso cróceo, flavescente e eviterno
Hoje é dia de ser feliz
Mais um pouco cantar a vida
Embalar os sonhos,
Hoje é dia de gargalhar mais ainda
De escorregar entre rios e mar
Hoje é dia de dizer viva
Viva tudo que tem direito
Pule, dance
Viaje na maionese
Corra por avenidas
Olhe o vento
Viva, vamos dançar
Hoje é dia de contar lorotas
De lembrar saudades
De senti sorrisos
De pular da cama
Hoje é dia de viver mais
Amar mais e mais
A vida !
Te desejo..despudoradamente,
Penso em ti e enlouqueço,
Anseio por teu corpo, tua alma e teu desejo,
Sou como um violão com as cordas quase a romperem-se,
Sou toda...
O charme é algo que vem da alma, aparece no brilho dos olhos, no sorriso, no jeito de se vestir, falar e gesticular.
Alma vazia
Cheia de segredos e medos…
Antes os passos firmes,
cheios de ousadia deram lugar
ao desespero, aflição, receio…
Procuro no horizonte o olhar.
Casa onde habitas, é lá que
desejo estar…
O céu me acolhe,
mas me liberto no simples
mergulho no mar.
E a cegueira que cega os olhos,
não é capaz de cegar a visão da alma.
O abstrato ainda é o essencial,
mas é preciso ser emocionalmente inteligente
pra perceber a grandeza de um gesto
que em silêncio se revela…
E nesse silêncio ensurdecedor, se manifesta.
E nessa urgência de ser ouvido se cala.
Porque a linguagem da alma é SILENCIOSA…
De volta ao mundo desconhecido
Percorro o labirinto de minha alma,
na busca constante da minha PAZ.
Procuro insistentemente minha calma.
Dores antigas me visitam,
Cicatrizes que têm nomes.
Marcas profundas, que nem o tempo
e a distância conseguiram resolver,
Tento de forma desesperada remover.
Sufoco, mas prossigo.
Passos cansados. Gostos amargos.
Indo em busca de mim.
Em que caminho eu me perdi?
Meus sonhos andam magros,
esqueléticos, esquizofrênicos
Ando entre a loucura e a lucidez
as vezes me perco num labirinto
de buscas e em meus encontros
desastrados sofro, viro mesa
esvazio copos, viajo na insonia
E na magreza dos meus sonhos
não consigo mais me lembrar
do teu amor, que me alimentava
foram se as lembranças que por
tantos anos engordaram meus pensamentos
Sinto falta, mas os nossos castelos
são de areia e quando vem a maré
eles se desmancham
e não tem jeito de reconstruirmos
Antonia Diniz
De Cara Limpa e Alma Podre
Tem pessoas que tem uma alma
que parece um esgoto. Podre!
Mas a cara é limpa para disfarça
suas maldades.
Antonia Diniz
Existem sonhos que parecem ser tão reais, mas também existem realidades tão perfeitas, que parecem um sonho daqueles que a gente acorda, mas volta a dormir pra tentar continuar sonhando
A poesia pulsa no sangue
A poesia pulsa na alma
A poesia pulsa no coração
A poesia é calmante
A poesia é doce e sal
A poesia é o sol é a lua
A poesia dança, ama
A poesia faz amor em muita cama
A poesia se apaixona e odeia.
Ela mata, ela fere
A poesia é o mar envolto
A poesia é a areia na praia
A poesia é o ser humano
A poesia é a criança
A poesia é o sol nascendo e si pondo
A poesia é alegria, tristeza, politica, safadeza.
A poesia é delicadeza.
A poesia é imensidão, infinita, universal
A poesia é o nascimento é a morte
A poesia é a noite é o dia
A poesia é vida.
Esse poema está a minha segunda antologia, publicada pelo Beco dos Poetas
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