Mensagens Póstumas para Mãe

Cerca de 62 mensagens Póstumas para Mãe

Os meus sinceros pêsames. Lamento a sua perda e imagino a dor que agora atormenta seu coração. Mas tenha força e acredite que com o tempo tudo ficará mais fácil. A saudade estará sempre presente, e através dela a memória de quem se foi continuará viva.

Desconhecido
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Dedicatória:
Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas.

Trecho do livro 'Memórias Póstumas de Brás Cubas' de Machado de Assi
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No dia que a universidade me deu um diploma e uma ciência que estava longe de carregar no cérebro. Confesso que me senti ao mesmo tempo enganado e orgulhoso.

Memórias póstumas de Brás Cubas
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A franqueza é a primeira virtude de um defunto, pois na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças, obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência.

Memórias póstumas de Brás Cubas

Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" parece afundar.

Desconhecido
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Saber do falecimento foi sem dúvida uma notícia triste e envio agora meus pêsames, para você e para sua família. Estarei aqui para o que você precisar. Não quero que você desanime, mas sim que tenha forças para continuar.

Desconhecido
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Os meus pêsames. Lamento profundamente a sua perda, e espero que estas palavras levem um pouco de conforto e paz ao seu coração. É muito doloroso ter de dizer adeus a quem amamos, mas este é o destino final de todos nós e apenas podemos tentar aceitar. Quem partiu encontrou agora a paz eterna, mas não desapareceu para sempre. Pois, através de você, do seu amor e da sua saudade continuará presente. E um dia voltarão a encontrar-se na eternidade.

Desconhecido
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Pêsames.
Ao quadro sem cor
Ao projeto perdido
Ao amor demolido
Dedico meus pêsames
E a mim, um punhado de rosas vermelhas.

Ao equilibrista
Ao doente
Até o ocidente
A corrente que rompe sonhos mundanos;
Me desequilibra
Me corrói
Me respira
E ao mesmo tempo me desperta.

Ao meu protetor atrás da porta
Ao poeta desiludido
Dedico meus velhos pêsames
Uivando pra Lua

Ao sol
Ao tempo parado
As palavras cruzadas
Aos caminhos errados
E a mim;
Um punhado de espinhos
Machucando cada curva do meu corpo
Dedilhando e fazendo sangrar

Ao ponto certo
Ao trem atrasado
Ao jardim mal colhido
Dedico meus novos pêsames
Coitados
Mal sabem eles que sou a linha torta que impede o trem de continuar.

Luana Rodrigues

Os meus pêsames pela sua perda. Posso imaginar o tamanho da sua dor, mas tenha força e não perca a esperança de um reencontro na eternidade.

Desconhecido

A cada ente querido e amigo que se vai, nos tornamos enfraquecidos, não por sermos pessoas fracas, mas por estarmos perdendo a raiz que nos prende à vida terrestre.

Lmagari

QUANDO EU MORRER...

Você pode até chorar, mas não vá se lamentar, não vá agir como se a vida também tivesse acabado para você. Na verdade, você é a minha continuação, desde que sejam mantidos acesos os meus ideais, desde que mantenham-se vivos os meus bons costumes, os meus bons exemplos...

Conte histórias sobre mim e de como eu queria mudar o mundo, mas seja também o protagonista da sua própria história, piloto da sua própria moto sobre a belíssima estrada da vida e de vez em quando lembre-se de olhar pelo retrovisor, para ver o quanto tem avançado, mas lembre-se de seguir em frente, pois você ainda pode ir mais longe.

Fernando Angelo
Inserida por nandoangelo

Memórias Póstumas de Marcel Cheiroso

Melhor escapar vivo do que morrer cheiroso...
Com essa frase singela Marcel Cheiroso despediu-se da vida dos machões e entrou para o time dos enrustidos.
Na véspera, havia comprado um guarda-roupas novo nas Casas Bahia e tomou os últimos goles no Vai Ladrão.
Era o fim de uma era de culpas e desculpas às quais o malandro finalmente resolveu renunciar...

Marinho Guzman

Soneto de autopostumação

Sensações póstumas devem ser reconfortantes,
pelo alívio do sofrimento de uma vida inteira,
tornando todo o peso do dia a dia uma besteira,
uma vez do outro lado nada mais será como antes...

Preocupações de outrora em vida serão irrelevantes,
parte de uma extinta realidade passageira,
meu espírito, móvel velho em que se tirou poeira;
renovado, fará de angústias e mágoas coisas distantes...

Não há medo, confio no que mereço, por tudo que fiz;
a morte é um processo natural, calmo e bem-vindo,
finalmente terei a chance de ser bem mais feliz...

Ao partir sei que a caminho do maior estarei indo,
será bom, jamais vi uma caveira com semblante infeliz,
todas espontaneamente estão sempre sorrindo.

Clay Werley

Lágrimas póstumas não sabem ao certo; pois pense que com as armas que usei não possuíam munição e o que me restou foi pensar naquilo que um dia lutei.

Gleison Viana
Inserida por Gleisonnerd

Triste, mas fato aqueles que conquistam suas ideologias quando às lágrimas póstumas daqueles que os seguem caem no chão.

Gleison Viana
Inserida por Gleisonnerd

Mande-me flores enquanto estou vivo. Homenagens póstumas não me interessam, pois não as assistirei. Flores sobre meu cadáver para que, se, em vida, me atirou pedras, apenas!? De nada adianta chorar sobre o leite derramado, ele não matará a fome. Nem sobre o fogo apagado, afinal, ele não assará mais a carne. Enfim, valorize enquanto tem. Não sapateie, não pise, não sambe em cima de quem quer apenas o seu bem. O cansaço, aahhh, o cansaço, esse sim, é a pior colheita para quem planta mau agradecimento. E o desprezo?! Não. Ele é apenas consequência do mal feito.

Jesimiel Amaral
Inserida por MielAmaral

Rituais e homenagens póstumas não apagam traições. Estátuas não compensam torturas. Letreiros luminosos em prédios edificados com grana pública não ofuscam isolamentos cruéis. Jardins no centro não limpam cusparadas. Isso não basta.

Fábio Sexugi
Inserida por peabiruta

Enigma


Em vestes póstumas, se foi a razão;
Levou o espelho, deixando o reflexo;
Da imagem nociva, um ponto convexo;
De curvas varridas, transcritas a mão.

Em marcas de ferro, a fogo na folha;
Na tábula rasa, o contraste, a escolha;
De dias nascidos, ao perdido momento;
E noites passadas, sob o sofrimento.

Agora na falta, o caminho é distante;
Paralelo a maldade a inata verdade;
Escondida nas sombras de um meliante.

Se faz insolúvel, a passos de vaidade;
O tal enigma, em mudança constante;
A espera da luz, no reflexo da lealdade.

Álvaro de Azevedo
Inserida por AlvaroAzevedo

do sertão pro caos me desloco,
me deslouco.
faço de mim,
memórias póstumas
de um poeta que vive.

carsan
Inserida por carsannilo

Memórias póstumas de Brás Cubas de Machado De Assis

Quando eu era criança, sob a cama
A minha mãe me ensinavam assim:
Nascer é o início e morrer é o fim.
Como se não houvesse lembranças.

Para os maus, a morte não é ruim?
Pois, não padecerão nenhum castigo...
As pessoas associam este equivoco
De que não há nada além dos confins.

Para os bons, é somente o princípio...
De uma outra vida, totalmente feliz.
Que direi, pois, de Brás Cubas
Em memórias póstumas, do gênio

Machado de Assis? Direi, pois assim:
Quincas Borba, em teu humanitismo:
Lançou- nos a flecha do arco- íris...
E alcançou os nossos íntimos infinitos

Purificando- nos em seres límpidos.
Outrora, a melancólica face do Brasil
Tão zangada, preocupada e abatida,
Agora, se delicia com suaves sorrisos.

Rodrigo Ap Mendonça in: Monólogo de uma sombra
Inserida por roapmendonca