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Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes
Os Sete Hábitos são:
Hábito 1: Ser Proativo;
Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente;
Hábito 3: Primeiro o Mais Importante;
Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha;
Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido;
Hábito 6: Criar Sinergia;
Hábito 7: Afinar o Instrumento.
É inútil querer discutir e tirar de alguém as suas ideias; as pessoas não querem deixar-se convencer; o melhor é deixá-las.
As pessoas nascem sempre sob o signo errado, e estar no mundo de forma digna significa corrigir dia a dia o próprio horóscopo.
Os obstáculos não podem te deter. Os problemas não podem te deter. Mais que tudo, outras pessoas não podem te deter. Somente você pode deter a si mesmo.
O perigo não está na multiplicação das máquinas e sim no número cada vez maior de pessoas habituadas, desde a infância, a só desejar o que as máquinas podem dar.
O que caracteriza as pessoas que exibem exageradamente a sua virtude é que, quanto menos ameaçada está a fortaleza, mais guardas lhe põem.
O que as pessoas querem é o ódio, o ódio, nada mais do que o ódio, em nome do amor e da justiça, odeiam.
Ninguém pode amar a liberdade sinceramente, senão pessoas boas; as demais amam não a liberdade, mas a licenciosidade.
Por que certas pessoas gritam tanto? Seres vivos em geral, gente, árvore, são extremamente sensíveis a gritos. Com paus e pedras podemos partir ossos, mas com palavras partimos corações.
As pessoas alegres cometem mais loucuras do que as pessoas tristes, mas estas fazem-nas mais graves.
A amizade é um navio suficientemente grande para levar duas pessoas com tempo bom, mas apenas uma com tempo mau.
O mundo está cheio de pessoas com vontade; algumas com vontade de trabalhar e as outras com vontade de as deixar trabalhar.
Pessoas que não se arriscam geralmente cometem dois grandes erros por ano. Pessoas que se arriscam normalmente cometem dois grandes erros por ano.
Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultas. Critico-as. É tão incumum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica. Às vezes é estúpida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado.
