Mensagens Noturnas
Que eu Morrar de Felicidade
A madrugada fria,
Reluta em ceder seu lugar ao dia.
Vem o dia amanhecendo,
Junto com ele o sol empurrando a escuridão.
O galo anunciar que é hora de despertar.
Os pássaros nos galhos das arvores espalham amor, com seus cantares.
Já é tarde, acordar e vem amar.
É hora de não te pertencer,
De se entregar sem pensar.
Acordar e vem viver.
Quero tocar o teu corpo quente,
Beber o cálice do pecado,
Perder a razão e me embriagar do teu amor.
E depois se eu morrer,
Pouco me importar!
Já que eu tenho que morrer,
Que eu morrar de felicidade.
INQUIETAÇÃO
É madrugada.
O silêncio não me deixa dormir.
Palavras me acordam.
Palavras choram.
Palavras queimam de febre
em minhas mãos.
É madrugada as luzes se apagam e a rua já se encontra
adormecida,então eu sento na calçada e olho pro horizonte,adimirando a noite e toda sua beleza... sim! toda sua beleza: o céu, a lua e as estrelas.
No meu rosto um vento frio e no meu pensamento você.
Sinto saudade de acordar na madrugada e te ver me olhando.
Quantas vezes, assistindo TV, peguei você me observando com atenção.
Muitas vezes, enquanto escrevia meus pensamentos e poemas, você sempre estava curioso para saber o que eu estava escrevendo (risos).
Sinto falta do seu olhar, das nossas conversas profundas, dos momentos em que você queria mudar alguma parte da minha composição só para me vê irritada. Sinto saudade das suas risadas contagiantes e de ver você tocando violão com paixão, até mesmo de ouvir sua voz cantando como um pato rouco. Hahahaha.
Lá fora o tempo não para
a madrugada inquieta, fria
segue seu caminho
buscando o calor do dia
Aqui dentro sem você,
me resta o dom da poesia.
e nesta madrugada fria irei gritar seu nome em despedida e me afogar inteiramente, numa dose de tequila...
As flores sem você outra vez, apequena a imensidão de um jardim na escuridão de uma madrugada, essa noite fria e calada estende manso itinerante de um amor sem dimensão e mais nada.
Luz do sol que irradia o dia, do dia resplendia a vida, do caos o fim que anoitecia a madrugada com estrelas que nada iluminaria.
O amor morria como nunca tivesse nascido, como o sol que beija o mar e é engolido no horizonte no esplendor fenômeno dos olhos que se escrevia.
à lua que lacrimeja a noite no sereno de sua tristeza, ao sol que traz uma esperança morta, ao amor que se desistia, trago a luz do dia e a poesia de uma noite gótica
Não te esqueço nem dormindo
Na madrugada ouço seu gemido
Notas de sofrimento em melodia
De seu sorriso nasce mais um dia
A lua falta um pedaço madrugada em eclipse total da sua alma ausência
Absinto e abismos se unem
nevoa negra entre espinos laminas e linguá alimenta do sangue
O tempo descarrilha e a madruga apalavrável torna se esquadrinha me entre as trevas
O piano em som triste alienia aos timbre da minha mente as notas se fundem com minha paceira solidão
As folhas cair em um toque suave ouso a que do mundo mesmo ao som de tão pouca intensidade
Os gritos só mesmo da minha alma fria
As flores morrem no caminho que andei seca se a erva e cair se a flor
O tempo me devorá pesamentos obscuro querem me beber meu cheiro os fascina
Os vultos salta de gaia em gaia na espreita e dos becos suga os ecos dos meus próprios passos
O gelo sepultura Dorlores tão solene a triste sem ela
Habita a mim solidão não se ausenta num habitar tão desigual
Os ossos me rasgam ao meio e desova tudo que é vivo em mim Caíram flor e o desejo da mortal guardado cruel onde me traga à sublime morte no ardor das chamas
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Risco a madrugada com meus poemas devora me nos quatros ciclos dos céus na velha história de queixas sobre a lua
Que no futuro falaram que bonito linda poesia e no anonimato eu como meus erros propositais...
Desvanecendo na primeira luz da alvorada sobre o gramado molhado de orvalho, o frio e prateado o gramado a luz do sol em reflexo vívido
As sombras dos buracos negros no espaço no empuxe da verdade nada disso minutos morrendo e a história que conto
sobre mim e nesta automação, ócio dourado que vir cérebro eletrônico, o músculo mecânico de sorriso fixo e frio
Sem coração só fluido e metal eles vem porque os humanos e tornou frio e criou sua imagem e semelhança ai de vós AI de vós porque o povo dirão Amém
- Em que momento do dia você se inspira para escrever?
- Pela manhã quando acordo, e de madrugada quando deito.
- Qual o segredo disso?
- A cama? rs
O suspiro da alma
O amanhecer na madrugada, ainda paira a escuridão
A espera do sol mostra uma luz com as cores do azul
No fulgor da pele um sentir de calor
Que me faz lembrar de sabor de seu beijo
Na pontinha de seus lábios
Um contingente que lembra felicidade
As curvas deslumbrantes de seu corpo
A rigidez do toque
A beleza incomparável entre as montanhas
No lugarejo que mostra a beleza natural
Que resplandece em minha alma
Todo o amor guardado nos séculos
Se libertam como o inocente reconhecido
O clarão do amor me faz explodir de luz
Sobre a imensidão de seu sorriso
Nas curvas desejosas de nossos corpos
Selando o amor.
Declaração de segunda de carnaval.
Para a dama minha.
O Carinho e da Presença
Namore alguém que escreva textos lindos
De madrugada, para você ler ao acordar.
Palavras de conforto e carinho, tão infindos,
Que aquecem a alma e fazem o dia começar.
Alguém que não busca desculpas ou razões,
Para estar ao seu lado, firme e presente.
Que te envolve em abraços e emoções,
E te faz sentir amada, plenamente.
Nas palavras que fluem como suave melodia,
Encontra-se o amor que transcende o tempo.
Um relacionamento repleto de harmonia,
Onde cada gesto é um afago, um alento.
Que assim seja o amor, puro e verdadeiro,
Onde os textos de madrugada são declarações,
E as palavras de conforto são o roteiro,
De uma história de amor sem limitações.
Esperando (por Ká)
Vão-se as horas
Chega a madrugada
O sono bate à porta
Que não quero abri.
Espero em vão
E nada acontece
As horas passam
E nada acontece.
Em, 25/06/2017
S. Salla
3 horas...
Madrugada escura, um calor que queima,uma angústia que castiga e uma saudade que não passa...
Aquelas noites onde nossos cigarros nos faziam companhia e nossos olhares nos batavam...
Eramos felizes, mais por uma questão de saúde mental nos separamos ó doce vício...
Na madrugada mais triste...
Na depressão mais aguda...
Nas lágrimas mais sofridas...
Lembro de como te fiz feliz, e de como sua felicidade me alegrava.
Velho Carreiro...
A madrugada ia fria, deixava ali sua família, seus filhos a se sonhar, o carro de boi cantava, os cocões sua cantiga a entoar, a sua carga pesada forçando as rodas na estrada, caminhos a se marcar! Marcou fundo em minha alma, seus rastros pelas estradas, hoje não existem mais, mas minha alma é cortada, pelas marcas aqui deixadas pelo teu carro de boi, saía nas madrugadas, semanas eram passadas até o teu retorno ao nosso lar, felicidade ao extremo, pobres, desde bem pequenos, suas saudades a machucar. Hoje no meu carro de luxo, ao viajar, fico mudo, quando um resto morto de um carro de boi, chego a avistar, encostado em algum rancho, apodrecido pelo tempo, lembranças me fazem chorar. Te vejo por entre as lágrimas, sumindo naquela estrada, estrada do meu viver, assim se foi já faz tempo, mas as saudades ao relento, meu coração a doer...
(Zildo De Oliveira Barros) 20/05/15 Manhã
Mulher madura...
Andastes por tantas estradas e corpos experimentou, nas madrugadas da vida, tantas bocas já beijou, amastes e foi amada, lembranças que se guardou, lágrimas em tardes quentes também já as derramou, no hoje o corpo tão belo, o poeta entre versos dele tanto se falou, mas da rainha a alma o poeta visitou, e nas noites em conversas, como colchas de retalhos o poeta as costurou, eram tão lindas histórias que uma colcha formou! Cobrindo-te com esta colcha o frio acalentou, as almas então descobertas tanta prosa proseou! Amores por entre dores no hoje brilha a flor, mulher linda e insinuante, do salto és o penhor! Diamante ou ouro puro, depende do teu valor, valor que a ela dê quando pedires amor, podes ter desta mulher o perfume de uma flor, um corpo, que por inteiro, um lindo rosto, um sonho em esplendor! Não terás nada picado, a mulher de mais idade não se divide amor...
(Zildo De Oliveira Barros) 18/07/17
