Mensagens de Medo
O tempo cirandeiro
do calendário não
me assusta porque
não tenho medo
de não encontrar
a minha metade
que leve a transbordar.
Na ciranda da vida
o quê me fascina
é a poesia e a sorte
de saber esperar.
(Se o amor está
escrito ele sabe
onde me encontrar).
O meu maior medo de me casar é lidar com esse mundo que as pessoas se programaram para nada durar, e se você é considerada uma "mulher boazinha" pode ser interpretada como uma mulher desinteressante. Vivemos num mundo de gente viciada em problemas.
Existem assuntos que prefiro não criticar não por medo ou qualquer outro sentimento, e sim por desprezo mesmo; a vergonha que a pessoa está passando por si mesma cumpre toda a função que às vezes criticar pode atrapalhar e quero que ela passe mais vergonha ainda.
Do envelhecimento só tenho dois medos: medo de perder a vontade de aprender e medo de deixar de ser interessante para mim mesma.
No mais, cada segundo de vida conquistado pede gratidão e celebração mesmo de forma silenciosa.
Amar você não
tenho medo,
Apenas quero ver
qual será o seu tempo.
Vivo para fazer
na vida tudo durar.
Se for preciso coloco
a carne no sereno,
para colocar um
Arroz Maria Isabel
para você de respeito.
Porque se não for
bem-feito é melhor
mesmo nem começar.
Você vai comigo
passear no Túnel
Mal Assombrado
de Siderópolis,
Não temos medo
de fantasmas,
O quê nos assusta é
a maldade humana,
Os fantasmas se
encarregam sempre
da maldade humana,
Quem faz maldade
não pode reclamar,
mas sempre reclama;
Nunca te enganei,
eu sempre te avisei,
O nosso Deus é
sempre mais forte:
Ele não nos engana.
Um verdadeiro estadista é um ser humano que não conhece a palavra medo e que tem a capacidade de fazer com que os princípios básicos morais dialoguem coordenadamente com o Direito Internacional e com os Direitos Humanos.
Cabelos ou joias não
fazem uma mulher,
Não tenha medo
de passar o mesmo
que Dalva e seus cabelos,
Não tenha medo
de bruxas ou de praga,
Não tenha medo de nada,
Porque o quê faz uma
mulher é o brilho que
ninguém pode roubar
é o brilho de dentro
que te faz sempre brilhar.
Sê você mesmo
o seu benzimento
e a tesoura de vencer
qualquer bruxedo,
Não tenha medo,
o segredo é só ter fé
e na vida ser de respeito.
Beija-flor-verde-ouro,
meu poético tesouro,
Não tenho medo do desdouro
porque quando o amor vier sei
que poderei confiar em dobro.
Meu Beija-flor-de-bico-vermelho,
juro que quando o amor chegar
na minha vida jamais terei medo,
Enquanto o amor não vem
sigo tecendo o poético enredo.
Esmeralda-de-bico-vermelho
vem comigo porque vou te mostrar que não é preciso ter medo,
Com fé no destino caminhar
ou voar não tem nenhum segredo
Orbito nos horóscopos
secretos das galáxias,
Ninguém me captura
nem por medo,
Como borboleta nômade
não tenho e não terei
nenhum governo;
Não há autoritarismo
que me dobre ou prenda,
A minha liberdade interior
é a indestrutível crença.
Tentar insistir é loucura,
trago os signos
e as fases da Lua,
Como borboleta nômade
vivo pronta a escapar,
Ninguém nunca
há de me dominar;
Tenho vela, bússola
e orientação interior:
ignoro o quê tumultua,
Estou por onde você
menos imaginar
todos os dias
sempre a surpreender
onde menos esperar.
O quê está levando a isso tudo? O ego a nível macro, o medo de perder o domínio, a polarização política provocada artificialmente e a falta de emprego judicioso da convergência sobre tudo aquilo que nos diz comum a tudo e que é essencial à sobrevivência (atitude corriqueira encontrada das sociedades tribais e menosprezados pelas 'civilizações').
Balança a palmeira diante
do vento da esperança
na Ilha do Chico Pedro:
decidi amar sem medo.
Na Baía da Babitonga fica
e assim me deixo levar
como embarcação que
está próxima de chegar.
Conhecer bem por onde ir
e sei que sabe me encontrar
onde estou em pleno mar.
Não preciso muito fazer
para a nossa hora acontecer,
e com os olhos fechados viver.
É preciso despertar o adormecer da alma, lutar contra o medo do desconhecido. A cegueira do medo impede que a luz ultrapasse as barreiras contidas nas profundezas do âmago...
O medo impede-vos de abrir as asas e voar; limita-vos a observar a vida de um plano inferior. Abrirdes vossas asas sem medo, voar ultrapassa todos os limites.
Esconder-se por medo de revelar o que vossa alma tem de mais sublime é o mesmo que estar morto em plena existência.
"Num tempo em que a verdade é censurada e o medo é vendido como virtude, uma marca autêntica é um ato de rebeldia."
"Em tempos de manipulação sutil e medo travestido de moral, um storytelling autêntico é mais que técnica — é insurgência."
