Mensagens de Saudades Eternas

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⁠Saudade é história.
Saudade é um pedaço de mim que se criou, que se foi, que virou memória.

“... Ultimamente ando com a memória perfeitamente complexa.
Jamais esqueço daqueles me dão carinho sempre se lembrando de mim e daqueles que se esquecem de mim ou fingem esquecer?!...Bom quem, é mesmo estas pessoas? Ai ai ai perdoa eu disse que minha memória está complexada”
Feliz Natal!!!

—By Coelhinha

Viajar é desdobrar a vida em duas vidas: uma que fica guardada na memória, outra que se projeta no futuro.

Manuel de Oliveira Lima

Soneto “Meus pais”

Alonso e Eunice (em memória)



Seu Alonso, meu pai conselheiro

Homem trabalhador, conhecido por “Meus Amigos”

Ajuda a todos, chama-os de queridos

Sustentou os filhos com o suor de pedreiro.



Dona Eunice, minha mãe educadora

Mulher persistente, intitulada “Minha Amada”

Orientou a tantos, pela educação foi obstinada

Sustentou os filhos com a função de professora.



Ele, eterno “vizinho”, sereno, flamenguista animado

Da família Tavares, cresceu no Acai do Lago Grande

Pai amável, tio carinhoso, esposo apaixonado.



Ela, eterna “diretora”, resiliente, franciscana empenhada

Da família Ferreira, cresceu no Atumã de Alenquer

Mãe incansável, tia inspiradora, esposa dedicada.



Santarém - Pará, 26/08/25.

70 anos de Maria Eunice Ferreira da Silva (em memória) ❤️


Hoje, 70 ela faria
Caminhando persistente
Seus projetos seguiria


Hoje, com seu amado estaria
Eternamente companheiros
Um amor de primazia


Hoje, seus filhos abraçaria
Em união pela vida
E a família guiaria


Hoje, sete netos ela teria
Diria: “Amores de vó”
De carinho os cobriria


Hoje, os dez irmãos reuniria
Para diálogos e conselhos
Como sempre assim fazia


Hoje é o dia de Maria
Da Eunice, mãe, esposa
Que só nos trouxe alegria


Parabéns, mãe, pelos seus 70 anos! 💕


Tatiane da Silva Santos – 04/06/26 🌻

Loira linda você vive constantemente na minha memória,
e há momentos em que a saudade aperta demais.
Então meu coração pede socorro, e a única maneira de alivia-lo é fazer o que ele pede! Desabafar.

O que é o amor?


Vinícius de Moraes o definiu como a memória que o tempo não mata
Filósofos acreditam ser a palavra que nos liberta de todo o peso e da dor
Músicos o classificaram como o pensar além do bem e do mal
Já a bíblia diz Deus é amor e isto basta

"Tarde demais... As flores que não regamos em vida nascem como espinhos na memória."

Nem a memória individual nem a memória coletiva são fotografias do que realmente aconteceu. São reconstruções.

A memória é as emoções. Quanto mais repetimos mais chance temos de encontrar uma resposta emocional, mais chance temos de lembrarmo-nos. Assim, com o tempo, tudo será lembrado.

Sobre Ágape e Vermífugos

Arte
é o que diferencia
memória e esquecimento.

Arte
é nossa alma perene,
nosso fragmento único

Imortal.

Enquanto houver
Arte,
os parasitas estarão em perigo.

Onde a
Arte Reinar,
estaremos imunes aos vermes.

(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Desde tempos remotos, tempos que minha memória não consegue alcançar, meu coração já esperava pelo seu.

Ao olhar uma estrela cintilante, não sei se seu brilho é verdade ou apenas a memória de uma luz extinta, que há muito deixou de existir. Talvez não seja ela que se perdeu, mas eu, que permaneço no lugar errado.

O regresso é miragem, um delírio da memória, a farsa de que ainda existe um ontem em nossas mãos.

Deus tirou-me do caos e deixou lembrança,
essa memória vira gratidão que não some,
o passado me lembra onde cresci e renasci,
gratidão vira mapa do meu novo começo.

O passado só tem poder sobre você se a sua memória for mais forte do que a sua vontade de seguir em frente.

O tempo não apaga a memória, mas ensina a conviver com a ausência sem perder a urgência do presente.

A memória é uma casa de quartos trancados. Algumas portas abrem sozinhas, outras precisam de força. Quando entro, encontro ossos de riso e móveis de abandono. Arrumo o que posso e não tento ajeitar o impossível. Viver é aprender a escolher quais cômodos habitar.

A paciência é a alquimia que transforma perda em memória. Sem ela, o luto explode em rancor e fome. Com ela, o passado vira lembrança comestível. Aprendo a cozinhar memórias, a temperar saudade com graça. E então o que restou alimenta, em vez de matar.

Ainda que a luz se recuse a tocar o chão, há um rastro que a memória insiste em manter. Não me refiro ao toque, à palavra, ao perdão, mas ao contorno que a ausência deixa em você. O espaço que a água preenche é o mesmo que define o vaso, e o que se perde é apenas a medida do achado. Há encontros que não têm nome nem rosto, e são o silêncio que me deixou falado. Eu procuro no eco a prova de que não sumiu. E o ar que respiro não seria o mesmo, se a essência da sua passagem não tivesse ensinado o meu eu a ser extremo.