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O nascimento é o surgimento da existência, e a morte é o fim dessa existência.


A vida é um loop eterno entre esses dois lados.


O nascimento e a morte são duas ilusões, pois o que prevalece e é eterno é a vida. A vida nada mais é do que uma consequência constante entre o nascimento e a morte.


O fim é o início, e o início é o fim. Nascemos para morrer, e nascemos da morte. A vida é eterna.

A vida não acaba com a sua morte, ela continua.


Você não tem apenas 80 anos, você tem bilhões de anos, porque a vida é algo que transcende o tempo e o espaço.


Eu morro, mas continuo aqui. Estou sempre aqui, porque não sou apenas um corpo, uma matéria. Sou a vida que habita dentro deste corpo e dentro de bilhões de outros corpos. A vida é uma força contínua, e enquanto houver vida, ela continuará. Eu sou a vida se multiplicando, se renovando, se transformando em diferentes corpos ao longo do planeta e do universo.


A vida é um fluxo eterno, e eu sou uma parte desse fluxo que nunca se acaba.

A morte nos leva tudo e não nos deixa nada, exceto o amor que deixamos aqui, antes de morrer.

O sentido da morte está em tudo aquilo que você fez e deixou na vida antes de morrer.

Faça a diferença enquanto é vivo, pois de indiferença, a morte já é mestre.

O que é a morte, se estou vivo?
Já me fiz essa mesma pergunta antes de nascer.

A morte me tira tudo que eu tenho na vida, mas não me tira nada que eu deixar na vida.

A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.

A morte nos ensina a verdadeira igualdade; ninguém é rico diante dela.

Ela nos lembra que, no fim, ninguém leva nada.

A morte nos mostra que ninguém é melhor que ninguém.

Ela nos ensina que ninguém é perfeito.

E, acima de tudo, a morte nos revela a igualdade fundamental: ela vem para todos, sem exceção.

Para o mal, tudo é fácil, o mal quer acabar, destruir, eliminar, o mal é filho da morte.

Para o bem, tudo é difícil, o bem quer iniciar, construir, acrescentar, o bem é filho do nascimento.

E ambos são necessários para o equilíbrio das suas escolhas.

A morte sussurra no meu ouvido e deixa minha mente bem clara:

"Desse mundo, você não leva absolutamente nada. Eu te tiro tudo: objetos, pessoas, pensamentos, nada que você possa segurar. Você só deixa, e o que você deixa é tudo o que viveu. Então, viva! Porque a única coisa que eu não te tiro é o que você viveu e deixou na vida."

O sentido da vida é a morte. Nascemos para morrer e seguimos em direção a esse destino. Mas o que nos leva até ele são as escolhas que fazemos em vida. Cada escolha gera consequências, e essas consequências se tornam nossas lições.

O que aprendemos ao longo da vida é o que deixamos quando partimos. E, no fim, o que realmente fica não são bens ou conquistas, mas os afetos que espalhamos pelo caminho.

O nascimento é o "bem-vindo" a um novo mundo.
A morte é a "despedida" do mundo que ficou para trás.
E a vida é a passagem entre mundos, onde cada momento vivido é parte de algo maior no universo.

Se a morte realmente existisse, o nascimento não aconteceria… Logo, morte é nascimento, ou seja, é o começo de uma nova transformação.

De uma célula, me transformo em embrião.
De embrião, me transformo em feto.
De feto, me transformo em bebê.
De bebê, me transformo em criança.
De criança, me transformo em adolescente.
De adolescente, me transformo em adulto.
De adulto, me transformo em idoso.
De idoso, me transformo em matéria orgânica.
De matéria orgânica, me transformo em nutrientes para a terra.
Da terra, me transformo na vida que renasce.

Nada termina, tudo se transforma.

O sentido é compartilhar,
não guardar...
Pois, de qualquer forma,
quando a morte chegar,
em referência,
só vai sobrar
o ar,
para os outros respirarem.

Respirando essa ideia,
além do ar,
que é dar,
tudo o que tenho para acrescentar,
do meu próprio bem-estar,
para os outros usarem,
tudo o que eu tenho para dar.

Dar o que me faz aceitar;
Dar o que me faz observar;
Dar o que me faz expressar;
Dar o que me faz falar;
Dar o que me faz mostrar;
Dar o que me faz informar;
Dar o que me faz ensinar;
Dar o que me faz ajudar;
Dar o que me faz acreditar;
Dar o que me faz realizar;
Dar o que me faz encontrar...

Encontrar o sentido dessa vida,
que é dar tudo o que sou para compartilhar.

Deus para mim é a morte; justo, não falha, a certeza, a verdade, o caminho e a vida.

Depois que eu descobri que o sentido da vida, além da morte, é viver compartilhando, compartilho tudo o que sou.

Compartilho o ar que respiro, o sentimento que transmito, a ideia deste pensamento, tudo aquilo que invento... Compartilho minhas reflexões, percepções, emoções, minhas ações... Compartilho tudo o que falo, digo, expresso, demonstro, mostro... Compartilho meus movimentos, por onde passo, o que faço, o que traço, desfaço, satisfaço... Compartilho tudo o que vivo, seja positivo ou negativo, pois tudo o que experimento faz parte de mim.

Evito guardar, prefiro compartilhar, pois, de qualquer forma, a morte levará tudo. Então, escolho deixar no mundo tudo aquilo que sou...

O tempo em vida começa no nascimento e termina na morte, e todo o tempo que você espera dos outros é o tempo que perde na vida.

O silêncio e a palavra ⁠caminham de mãos dadas.O silêncio já salvou pessoas até da morte.E o grito na hora oportuna também já impediu até de mulheres serem vendidas a traficantes de pessoas em aeroportos.Por isso, que a sabedoria não é sempre calar,mas falar na hora certa e às vezes ser sábio é confiar nos instintos e gritar mesmo parecendo ser um louco que luta pela sobrevivência neste mundo cheio de perversidade,mas que ainda habita amor e a esperança.

Se existir algo depois da morte, nós descobriremos quando chegar a hora.
Se não existir absolutamente nada, não haverá um “eu” decepcionado por não ter encontrado nada.
Enquanto isso, existe uma coisa que nenhuma religião precisa convencer você a fazer:
viver o presente.
Porque seja qual for a resposta final, este instante é o único que você tem nas mãos agora.
E talvez seja justamente essa a pergunta que todas essas religiões, filosofias e tradições estão tentando responder de maneiras diferentes:
se ninguém consegue me garantir o que encontrarei depois que esta vida terminar, quem eu escolho ser enquanto ainda estou aqui?