Mensagens de Sol
O que é a felicidade?
A felicidade pode estar em um dia de sol, nas árvores, no convívio com os animais.
A felicidade pode estar na poluição e na agitação diária. A felicidade pode estar em sonhos e pensamentos confidenciais.
A felicidade pode estar no amor que você ama!
A felicidade pode por vez, ser a ausência da tristeza,sendo assim a felicidade não é uma tabela pronta, não há um rico manual sobre o que realmente é a felicidade.
A felicidade não é apenas a qualidade ou estado de feliz.
A felicidade é um estimado estado de espírito que você espera que nunca termine.
Bela Nina
Entre brilhantes mantas verdes
Banhada por águas límpidas
Debaixo de um sol dourado
Encontra-te, mui bela Nina.
És um manto de belezas
Com água em abundancia
Com seus braços verdejantes
És sorriso de criança.
Tens em si uma beleza
Um carisma sem igual
Quem te visita sempre volta
Ao seu abraço maternal.
És uma terra abençoada
O teu ar transmite paz
As virtudes do teu povo
São valores sem igual.
Há em ti belos segredos
Nas entrelinhas da história
Com os tesouros vividos
Em teus feitos em tuas glórias.
És cidade acolhedora
teu sol é brilho, emoção
quem te conhece te ama
tem você no coração.
És pequena em tamanho
Mas imensa em virtudes
Tua história te engrandece
És registro de atitude.
És história Nina Rodrigues
Teu valor não se desfaz
Nos relatos de tuas glórias
A história se refaz.
O sol em mim
Mesmo que haja saudades
Mesmo que lágrimas tentem me sufocar
Mesmo que meu coração tenha sangrado
Mesmo que minh'alma grite como tu sabes
O sol ainda brilha dentro de mim.
É dia agora ...
Um novo dia, e o Sol já despontou lá no alto. Os desacertos de ontem, ficaram para trás. As lições, você as segura com força. E vamos seguir. Neste novo dia tudo será novo, se você quiser. Basta ter alegria no olhar, positividade no pensar.
Inspiração
Uma brisa fresca
A luz do luar
Um pôr do sol
O nascer do dia
Um sorriso
Um beijo
Um abraço
Uma boa companhia
E Deus...
Provedor desta harmonia.
Poemeto
Ondas cantam no mar
em acordes de sal e sol
para todos se encantarem
e entre suas espumas brancas
num mergulho de sereia
cantarem junto a melodia
que sem parar o mar pranteia
Acalento no coração o sonho
de que poderei abraçar o mundo,
acordo o dia antes do sol risonho,
sentindo a poesia em cada segundo !
Quando nova luz da manhã chegar
e um sol dourado iluminar o teu rosto
sorria, agradeça e faça uma oração
a Deus que te concedeu mais um dia
Ritmo da vida
O vento em rodopios,
a luz do sol em centelhas,
a vida matinal reverbera esperança
nos caminhos de sempre,
basta ter olhos para ver
observando cada nuance,
tudo é feito no tempo certo,
tanto uma tempestade,
quanto a bonança
A sombra se encanta pelo sol todos os dias, segue-o pelo chão, rasteja na saudade a cada novo crepúsculo,
quando em alquimia transforma-se em noite cálida,
até o alvorecer,onde tudo recomeça
desde a eternidade do tempo que não sabemos,
sombra e luz,
sol e lua,
você e eu,
tão perto e tão separados...
Na manhã silenciosa de estio,
onde apenas o sol resplandece,
noto os passarinhos sem um pio
e pergunto-me o que será que acontece?
Em dias assim de tanta nostalgia,
a alma pede apenas um abrigo,
se as aves não cantam, perco a poesia,
sou apenas uma poeta de castigo
🍂
Dentro da tarde,
No crepúsculo do sol
à escuta e a pausa
Nos levando ao silêncio
-
A experiência interior
em tempos barulhentos
chegou, sentou
e ouviu.
“Quando o segundo sol chegar “ eu posso não estar aqui, mas, aqui terá partículas da minha pessoa. O que vem depois? Não sei. Quem sabe ?
No casamento, amizade,
Ou amor
O acordo deve ser
Unilateral,
Se assim não o for,
Não haverá solidez.
SONHO AZUL:
Meus olhos te veem
Como o sol a brilhar.
Meu coração te absorve
Como o pulsar do sangue...
Meus ouvidos te ouvem
Como a praia escuta o mar.
Meu olfato te sente
Como a abelha poliniza o ar.
Minhas mãos? Ah, minhas mãos!
Te afagam como o vento ao mar.
E tua pele a transluzir
Me reluz teu âmago.
No meu sonho azul
De te amar.
Série: Minicontos
1964
Sonhos seriam bisonhos, amores infortúnios. O sol a refletir o tempo. A primavera retarda ante a volta do canhão...
O HOMEM DO MAR
O indolente navegante que veleja Além-Mar – Sol a pino
Nutre-se no vazio do tempo insolente e fugaz dos mares tênues
Sob o vento a seduzir as flâmulas.
Que aportam órfãs mães por seus amores
E suas viúvas a sonhar em solitários portos
Sobre o tremular das águas no sal de sua íris
Ah, insensato homem do mar!
Você só tem as águas salgadas do mar e o vento!
Que emana os eflúvios dos corpos sedentos daquelas que perecem solitárias
Aos portos incólumes destes mares glaucos.
O UNIVERSO NÃO TEM PRESSA
Para que tanta pressa?!
Nem o sol, nem a lua.
Esse mal não lhes convém
Giram lentamente o tempo todo!
Por estarem acima
Refletem os mares e lagos
Aquele a quem pressa lhe faz bem
Seus passos serão sedentos.
Ah! Pra que tanta pressa?
Se o tempo que ainda resta
São sonhos que não veem.
LUSCINIA
Sob o sol ainda brando da aurora
A sutileza dos ventos pacífica sua cópula sobre a copa das árvores em bulicio.
Tinhosa, a clorofila põe -se em rosa pros acordes dedilhar.
Seu canto magestoso me embala a versejar.
Prefiro a lira do seu canto
A copla de seus versos
Suas rimas seu trovar.
O mais celebre dos poetas
Se fazia destoar.
MEDO DE MORRER
Eu tenho medo de morrer.
Porque só em pensar que não vou mais ver o nascer do sol
Acordar com o abraço dos netinhos.
Comungar a natureza em sua leve brisa da manhã.
Se eu pudesse falar com Deus, uma proposta lhe faria.
Uma pequena troca...
Eu abriria mão de um ano de minha vida para ele me deixar voltar uma noite na minha infância.
Na casa de mamãe onde tudo era possível, mesmo que na medida exata.
Todos nós cantávamos à mesa para uma ceia nutrida de carinho e afeto.
O cheiro de café na trempe viaja comigo.
Mas àquela hora só os adultos tinham acesso
Mamãe achava pouco e fervia uma chaleira de flor de laranja
Que era para a gente dormir cedo
Éramos sete, às dezoito horas, Paim no auge de sua devoção religiosa nos obrigava a rezar
Logo todos também religiosamente teriam que ir dormir.
Sem sono, começávamos a brincar no escuro do quarto e mamãe comecava a contar histórias de Trancoso para despertarmos só no outro dia.
Por fim, perguntava-lhe.
Por que as mães precisam nos deixar?
