Mensagem Religiosa
Para o calvinista, a fé salvífica é um dom de Deus dado somente aos eleitos após a sua regeneração. Sendo assim, nenhum calvinista precisa ter a menor preocupação em pregar o Evangelho para um ímpio; pois o ímpio (réprobo) não pode ser convencido pela verdade, enquanto que os eleitos não precisam de convencimento, pois eles são soberanamente, sem qualquer fé, regenerados, a fim de crer.
No calvinismo Deus convida a todos para a salvação — inclusive os réprobos por quem Cristo não morreu e que já foram predestinados ao inferno desde a eternidade passada. Não precisa ser muito inteligente para perceber que isso é uma contradição ridícula e uma desonestidade diabólica com o réprobo.
Qual a diferença entre um “hipercalvinista” e um calvinista “moderado” quanto ao amor de Deus por toda humanidade? O “hipercalvinista” é honesto quanto à doutrina calvinista; já o “moderado” é desonesto, pois cria um jogo de palavras para tentar esconder a aberração do amor limitado de Deus por todos e seu decreto que predestina multidões ao lago de fogo por toda a eternidade.
John MacArthur em seu livro The Love of God diz descaradamente que Deus ama a todos e tem um desejo sincero de que todos sejam salvos..., mas ainda assim defende a EXPIAÇÃO LIMITADA e a ELEIÇÃO INCONDICIONAL. Logo, uma contradição bizarra, pois como Deus teria um desejo sincero de salvar aqueles que Ele predestinou para o Lago de fogo na eternidade passada.
No caso de Faraó, Judas e outros... Deus não determinou que esses indivíduos fossem maus ou praticassem o mal. Deus, mediante a Sua presciência do coração mau desses indivíduos, apenas usou as suas escolhas más para Seus próprios propósitos.
A grande verdade de muitas lideranças da igreja atual é que a vaidade venceu a verdade. O texto de João 12.43: “pois amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus”..., se aplica perfeitamente em muitos líderes cristãos dessa geração.
Os malabarismos calvinistas em dezenas de textos bíblicos é apenas uma tentativa frívola de conformar as Escrituras a sua doutrina heterodoxa que, não passa de um palavrório vazio e fútil.
O deus criado por Calvino predestinou incondicionalmente bilhões ao tormento eterno na eternidade passada; pessoas, crianças, recém nascidos, fetos, a quem ele poderia, se tivesse amor, ter predestinado à eterna alegria em Sua presença, mas para seu soberano prazer, prefere atormentá-los eternamente.
Calvinistas são mestres em truques semânticos, revisionismo bíblico e histórico, e muita engenharia teológica e filosófica.
Deus não excluiu nenhuma pessoa do plano da salvação e ninguém foi predestinado ao inferno como afirma o calvinismo. A Verdade é que são os homens que rejeitam por seu livre-arbítrio a oferta de salvação que Deus proveu para TODOS por meio de Cristo Jesus.
Todas as recompensas, correções, avisos e exortações descritas na Bíblia não teriam qualquer sentido se não existisse o livre-arbítrio como afirmam os calvinistas.
A Bíblia, a Ortodoxia, e qualquer homem ou mulher com razão, equilíbrio e senso de certo e errado, rejeitam estupefatos os cincos pontos monstruosos do calvinismo.
Do Genesis ao Apocalipse vemos Deus apelando à consciência e à vontade humana para que se arrependa e creia, mas no calvinismo isso é impossível para aqueles que não foram eleitos incondicionalmente antes da fundação do mundo. Assim, segundo o calvinismo, os apelos de Deus do Gênesis ao Apocalipse são pura mentira, pois na verdade Deus não quer salvá-los.
Todas as qualidades de Deus são exercidas em perfeita harmonia umas com as outras. Assim, o argumento falacioso calvinista da soberania de Deus que infere superioridade sobre as demais qualidades de Deus, como o Amor, são absurdos e heterodoxos.
A falta de sinceridade na oferta de salvação do calvinismo transforma Deus em um mentiroso. Apesar das narrativas falaciosas que os calvinistas usam para parecer que essa oferta de salvação é estendida a todos, ela não é (expiação limitada); e pior, eles sabem disso.
Foi Deus quem determinou de Sua própria vontade prover salvação a humanidade. Foi Ele quem gerou o plano da salvação e estabeleceu as condições para atender a esse plano que, são a fé, arrependimento e fidelidade. Essas são regras imutáveis estabelecidas soberanamente por Deus.
A tentativa calvinista de encontrar explicações para o motivo de Deus predestinar incondicionalmente milhões ao inferno antes que tenha nascido, e não exercer o Seu controle absoluto sob cada pensamento, palavra e ato, para eliminar o pecado, a doença, o sofrimento e a morte, e eleger TODOS irresistivelmente ao céu, tem sido a mãe da invenção de uma série de tentativas de racionalizações, revisões bíblicas, narrativas falaciosas e malabarismos bíblicos por parte deles.
O Avivamento Metodista no Século 18 talvez tenha sido o último Avivamento gerado pelo Espírito Santo depois do Pentecostes. Nesse Avivamento houve restauração das doutrinas Bíblicas; piedade genuína; transformação da sociedade; poder na pregação, tanto como causa quanto como efeito; e expansão do Reino de Deus. O que veio depois não foram avivamentos, mas efeitos (despertamentos) do Avivamento Metodista do século 18. Oremos por um novo Avivamento genuíno!
Antes de orarmos para que Deus nos preencha, eu acredito que deveríamos orar para que Ele nos esvazie.
A igreja deve ser lembrada de que não é a mestra ou a serva do Estado, mas sim a sua consciência… Ela deve ser a guia e a crítica do Estado, nunca sua ferramenta. Se a igreja não recuperar seu fervor profético, ela se tornará um clube social irrelevante, sem autoridade moral ou espiritual.
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