Mensagem para um Funcionario Destaque do ano
Se era disso que se tratava o amor, eu não queria me apaixonar. Não queria ser um idiota que não pode ver o que a outra pessoa precisa, cego pelas minhas emoções. Eu queria estar lá para a pessoa que eu amo até o fim.
Eu morri muitas vezes acreditando e esperando, esperando em um quarto olhando para o teto rachado, esperando por um telefonema, uma carta, uma batida na porta, um som.
A indiferença de um celular
Que criatura cruel é um celular.
Permanece calado nos momentos
Em que mais preciso que fale.
Fala quando não deve.
Grita outro numero
Quando desejo que seja o seu.
Dorme nas minhas noites de insônia.
E berra, interrompendo meu sonho com você.
E nas horas de agonia,
Quando desejo ouvir tua voz...
Me oferece a voz metálica da caixa postal.
Click...
Fecho o flip.
Naquele dia, quando as estrelas caíram. É como se fosse uma cena de um sonho. Nada mais, nada menos que uma bela vista.
O fácil se faz logo, o difícil demora um pouco, o impossível entrega nas mãos de Deus, porque para Ele tudo é possível...
Não são os longos discursos nem a linguagem eloquente que agrada aos ouvidos do Senhor, mas um coração humilde, quebrantado e contrito.
esta história
não é um conto de fadas bruxas.
não há
bruxas.
não há
caça às bruxas.
não há
caras que ateiam fogo.
não há
fogueiras.
não há
uma revolução ardente.
esta é uma história
simples
na qual as mulheres
lutam contra
a estrutura
criada pelos homens,
que permaneceu
muito mais tempo
do que queríamos.
A liberdade, Sancho, é um dos dons mais preciosos, que aos homens deram os céus: não se lhe podem igualar os tesouros que há na terra, nem os que o mar encobre; pela liberdade, da mesma forma que pela honra, se deve arriscar a vida, e, pelo contrário, o cativeiro é o maior mal que pode acudir aos homens.
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És a um tempo, esplendor e sepultura:
ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela.
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
Só quero ir indo junto com as coisas, ir sendo junto com elas, ao mesmo tempo, até um lugar que não sei onde fica.
Já não quero ser grande, forte, inatingível.
quero ser, por hora, de um tamanho que
eu ainda me reconheça, que ainda saiba
me encontrar no passado ou um dia no futuro.
Quero ser humana, quero ser carne e osso,
quero sentir, quero tocar... quero poder
ser isso que sou na medida qualquer do tempo,
estar sempre pronta a me recompor das tempestades;
Não devo estar tão errada...
Há tanta água no oceano que se deixa evaporar
pelo único prazer de voltar a ser uma gota de chuva.
Só queria um amor pra mim
Eu apenas queria ter um amor
Um amor de olhos
Um amor na pele
Um amor de alma
Poder confiar, me entregar
Ter confiança, ter entrega
Poder chorar, estancar um choro
Ter um ombro, dar o meu
Num pensamento sentir sua presença dentro de mim
E saber que estou verdadeiramente dentro de ti
Meu coração não quis ficar no castigo
Ele teima em buscar um amor que o arrebate
Que o roube de mim
É um romântico incorrigível
Apenas peço que você cuide dele
O abrace, afague, proteja
Quando ele pensa em tudo, o medo vem
Ele já tem muita cicatriz, muito sofreu
Será impossível ter um amor assim?
É muito, o que peço?
27.06.07
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