Mensagem para um Funcionario Destaque do ano
Permitir-se apreciar
- um poema -
Voando pelo ar
É como deixar
- uma pomba -
Pousar na tua mão.
É a alegria a embalar,
- Invadindo o coração
Quem poesia pede,
- prosa faz
Poema comete,
- inspira
A alma de quem escreve.
O Brasil precisa de tudo:
De gente com disposição,
De mil reformas,
E de políticos com coração;
E sobretudo de novidade,
Que traga revolução.
Precisamos ter alma
- feito sucupira -
E para superar a crise:
precisamos ter determinação.
A mulher deve ser elegante,
Suave e ao mesmo tempo,
- marcante -
Como um perfume insinuante,
Deve ter alma, maciez e calma;
Deslindando os mistérios e dar o tom
De amor, paixão e ternura;
Conduzindo a intenção com doçura,
Amando infinitamente, sempre.
A mulher marcante de verdade,
Será lembrada pela virtude,
E grande capacidade de amar;
Espalhando a graça,
- por onde passa
Como uma felina mansa,
Que só no olhar recebe
O seu colo e afeto.
A elegância feminina,
Ilumina o mundo,
Pacifica,
Engrandece,
Enternece,
Aproxima e conjuga,
Acarinha e aquece,
Eterniza a lembrança,
É presença que permanece.
Não vai passar,
É poesia,
É doçura,
Não vai passar,
Porque é para sempre.
Há um céu eternamente,
É esperança,
Faz noite e dia,
Faz sol e chuva,
Que se renovam,
Porque é para sempre.
Não vai passar,
É verdade,
É esperança,
Porque é eternidade.
Há uma renovação,
É sede de viver,
É vontade de ter,
Não vai passar,
Porque é insistente,
Eu quero você hoje e sempre.
No mangue também existe poesia,
Ele é como um anjo que vive,
- entre o céu e a terra
Ele entre o rio e o mar,
Conhece o ritmo das águas,
Ele sabe como se comportar
Como anfitrião da vida...,
No movimentar das águas doces,
E no bailar das águas salgadas,
O mangue sempre sabe esperar...
Talvez seja porque não é notado,
Ou porque vive despercebido,
Ele é abrigo, viveiro e ninho.
O mangue como grande anfitrião,
Só a existência dele é uma lição:
de paciência,
resiliência
e fonte de sabedoria
- Ele surpreende porque é veia;
Existe nele um sangue invisível,
O mangue é um lugar incrível!
Respeite o mangue como intangível,
Ele é a cintura da terra que liga,
O rio com todo o oceano, ele é pura lida!
Tu tens a minh'alma, tu me tens
Em todas as posições...,
Como um barco repousando
Sob as águas salgadas
De todas as emoções...,
Tudo flui,
Em Balneário Barra do Sul;
- Terra de todos os amores
Dos nossos sonhos e mil seduções.
Sou a canção nascida da voz
Do pescador e da rede,
Como peixe sem cardume
Busco o meu rumo,
E o teu amor como lume.
Tu me tens pela eternidade,
Sou as ondas do Universo,
A dança de todas as horas,
A saudade pela qual choras,
A valsa de toda a bondade,
A santidade e o erotismo,
- virtudes eternas em letras
Balneário Barra do Sul
É poesia para que não te esqueças.
Eu deveria viver sempre assim:
em plena contemplação
com um bloco de escrever,
e com você no meu coração.
E sempre que surgisse a inspiração,
eu a simplesmente colocasse no papel.
Eu deveria viver sempre assim:
encontrando bons motivos
em todos os sinais da Natureza,
para escrever versos de amor sem fim.
Porque você é a minha inspiração,
A minha poesia e canção do céu.
Tenho todos os motivos para ser assim,
Escrevendo mesmo até sem motivo,
Encontrei o meu maior presente do destino.
Tronou-se um desejo
Que tem o teu nome!...
Para uns é um escândalo,
E para outros é singelo
Tal como um dia do Sol.
Estou em tuas mãos...,
Como uma delicada flor,
Eis um desejo secreto,
Um tormento severo,
Que só passa no teu colo,
Ele é o meu alento...
Embora, eu seja angélica,
Também sou carnal,
- devoradora
Como uma fera faminta,
Rezo que se consinta..
Estou em teu coração,
Sou chama que abrasa,
- e só aumenta
O meu nome é labareda,
A lascívia que te inunda,
Pedindo que eu te aqueça...
Talvez você não saiba,
Talvez sequer desconfie,
Ou não tenha percebido,
A vida segue um ritmo,
Possui um maniqueísmo,
Comanda até a vontade,
Só não domina a saudade.
Ah, talvez! Esse talvez...
Que morde a beira do lábio,
Ousado e larápio...,
É passo com sutileza,
Requer toque com firmeza,
Porque no fundo é safadeza,
Assim alcança o astrolábio...
Vejo o cair da noite acetinado,
Como se eu estive no teu colo,
Doce, quente e perfumado...,
Aos beijos molhados e cálidos,
Os dois apreciando o Balneário,
Saídos do meu imaginário...,
Experimentando esse rimário...
Um sopro de amor
Um barulhinho do mar
Gostinho de tardinha
Pairando leve pelo ar
Tardinha de brisa
Cheiro de amor
Carinho a tardinha
Em pleno fragor
Tardinha sertaneja
De ternura e beleza
Colocando na mesa
A doçura de amor
Tardinha tão suave
Tão sua e tão minha
Tardinha, ai que maldade!
Já está deixando saudade...
A meu ver não é apenas um sino,
Espia! Existe outro ao lado,
É verdade, que são dois sinos,
Sinos são vozes feitas para escutar,
São vozes anunciadoras do tempo,
Sabem ao seu jeito dar o recado,
- e a escuta despertar
Assim anunciam os sinos,
Que daqui para frente vou contigo.
Seguirei para Isla Negra,
Para qualquer lugar,
Desde que eu volte
- sempre -
para a casa do poeta.
Haja visto, de que a moça
- admirável -
e que ele gosta,
- sou eu
Por uns passou desapercebido,
Que o nosso amor chegou
é despercebido,
Faz parte, foi por obra do destino,
- destarte
O amor hoje é fruto ainda proibido.
A meu ver o tempo sempre inflige,
A pena dessa espera,
A espera sempre vale a pena.
Os sinos sinalizam, abrem a alma
Para aprender a ter calma,
- e se concentrar
No tempo que tem o seu próprio tempo,
Espera com paciência,
Que a oportunidade irá chegar.
A saudade não passou,
O presente ainda machuca,
O futuro é um convite,
O poeta tem razão.
É de exuberância monumental,
- a minha vista é do quintal,
À espera da tua presença espiritual.
Lá em Isla Negra perdura
A saudade que você deixou,
O amor que ainda persiste
No rimário de encanto e sedução.
É uma espera sem igual,
- dizem que isso não é normal
Essa espera valerá a paz sem igual.
A saudade não vai passar
O presente irá te trazer,
O futuro irá nos pertencer
- E o poeta há de nos escrever! -
Um poeta morre e nasce,
Sempre que escreve poesia,
E vai seguindo o curso da maré,
Ele reinventa,e sempre ressurge;
O poeta quando menos se espera,
- ele ressuscita
O poeta é feito de sangue, pó e ouro.
Um poeta se mata e ressuscita,
Sempre que declama poesia,
E vai seguindo o curso do rio,
Ele inventa, e surpreende;
O poeta não espera nada de ninguém,
- ele é eterno
O poeta é feito de amor, ódio e mistério.
Vocês não fazem a mínima ideia
do que é feito um poeta,
E muito menos como na vida
um poeta surge;
Portanto, desejo que todos vocês
vão para o Inferno!
Ninguém está sozinho,
- eu acredito
Nem um cadinho nisso,
Somos feitos de carinho,
E de doçura sem fim...
Descobri em ti a salvação,
A redenção do meu coração,
O teu amor é revelação,
Fonte da minha libertação.
Desde que você chegou,
A estação saudade se alterna,
Entre o verão e a primavera,
Mesmo que você se vá,
Aqui você para sempre ficará.
Quando vejo você dormir,
Dá uma vontade de contigo ficar,
É um sonhar de olhos abertos,
Amando cuidar de você,
Destino traçado para prosseguir,
E até os teus passos velar...,
Porque o teu olhar é farol a luzir,
É lindo o teu acordar!...
Quando vejo você dormir,
Tenho a certeza do futuro,
Desse amor puro,
E que se você se sente seguro;
Agradeço aos astros o teu existir,
O teu sentir e o teu fluir,
Esse teu lindo sorriso,
Que sempre faz o meu sorrir.
Vendo você dormir,
Não dá vontade de fazer mais nada,
A não ser ficar te namorando,
Como o Sol e a manhã,
Que juntos tem cor ‘auriromã’,
Dos teus lábios cor de maçã,
Da tua saliva um punhado de hortelã,
Sinto o quanto a vida é [boa,
No teu corpo nado como quem nada
numa tranquila [lagoa,
Na minha vida você apareceu para
me amar, - não foi à [toa...
Paixão doce assim é para a vida [toda,
Ninguém desfaz, - ela não [voa...
Ninguém percebeu,
Que eu tenho raiz,
Sou a flor da duna,
Que cresceu feliz.
Tenho um doce aroma,
Bondade e textura,
Foi Deus quem me quis,
Nem o vento me derruba.
Nasci flor da duna,
Brilho com o Sol,
Existo além do tempo,
Eu descanso com a Lua.
Enxergo na penumbra,
- Deus é poesia
Enfeito o ninho da coruja,
Para o teu olhar trago alegria.
Resisto a forte mudança,
Das dunas não mudo,
Eu não perco a esperança,
De colorir o mundo com amor,
Enfeitando a vida com temperança,
E seguir plantando nesse mundo a esperança.
Festa e luz interior,
Iluminando o exterior,
Assim é o Rio de Janeiro,
Soberano como um poema de amor,
Belo e sempre em pleno esplendor.
Em busca do teu olhar penetrante,
Olho para o céu só para te encontrar,
- grande é o amor que tenho para dar
Da ternura boa para plantar,
- todas as veras faces reveladas pelo amor
Ipês floridos a coreografar,
Balançando e soltando flores pelo ar,
Para o nosso caminho de amor enfeitar.
Festa do Sol, verão estrelar,
Assim é o Rio de Janeiro,
Brilhando sem parar,
Sambando no salto da cabrocha,
Explosão sensual que te fez apaixonar.
Em busca de desvendar ousadamente,
Olho para a tua constelação solar,
Para melhor nos entrosar,
Escrevo para fazer a fazer engrenar,
Para você não esquecer, e sempre lembrar,
Que não existe limite para o amor amar,
E nada que seja impossível que o amor
in natura não possa contagiar...
Como se desperta para um sonho:
temos que nos descobrir.
Como se voa para um país distante:
temos que nos seguir.
Sem nada a temer, e nada a dever;
Temos que nos entregar...
Os outros podem até nos condenar,
É preciso não perder tempo,
e escrever a poesia galante que
celebre o verão amante.
O amor tem um caminho próprio,
Ele se faz lar por duas pessoas,
O amor tem uma lógica própria,
Ele transforma notícias ruins em
notícias boas - e sem retórica,
Transforma o ébrio em sóbrio.
Como se voa ao ponto mais alto céu:
temos que nos amar.
Como se desperta para a vida:
temos que nos transformar em mel.
Sem nada a resistir, e nada excluir;
Temos que nos servir...
Numa servidão doce, mútua e terna,
É preciso não ter limites,
e traçar o destino (com devoção);
Para eternizá-lo em versos de paixão.
Escrevo para no seu
coração criar raízes,
Com a fé de que um
dia seremos felizes,
Não ligue para o que
os outros dizem,
O importante é que os anjos
nos bendizem.
As palavras são
como os bosques,
Elas podem ser
noturnas ou diurnas,
Deixe que permaneça
só os toques,
E que definitivamente
não te percas.
Escrevo para não
ficar de ti isolada,
Porque devagar irei
te adentrando,
Como um carinhoso remanso,
Aos poucos você irá
se apaixonando...
E destes versos
que se encaixam,
Como o bosque
e o remanso,
Sei que cada um
deles te encantam,
Seremos elementos
que se completam.
Lua e estrela,
Estrela e Lua,
O teu beijo como um cometa,
O teu amor é o meu planeta.
Um toque de fantasia,
Para quebrar a rotina,
E alegrar a retina
Para enfeitar a vista.
Estrela e lua,
Lua e estrela,
O teu corpo me esquenta,
O teu amor é o meu planeta.
Um toque de carinho,
Para enfeitar o ninho,
E alegrar o coração,
Para viver a vida com paixão.
Como se não houvesse o amanhã,
Pedi um pouco da tua atenção.
Vem, vem, vem, meu amor,
Só um pouco da tua atenção,
Para abandonar a ideia vã
de que não me tens no coração.
O teu carinho é como o solzinho
de verão se despedindo da tarde,
do canal de Barra do Sul
O teu jeito de ser faz iluminar,
e torna sempre o mundo ainda
mais azul...
A tua atenção sempre chega
em boa hora,
- tens a ternura de quem te
namora
E o amor de quem escreve
sobre o poente e a aurora.
Portanto, meu amor, não
vá embora, daqui a pouco
já será de noitinha...
Farei-te insinuações e as
melhores carícias até de
manhãzinha...
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