Mensagem para um Funcionario Destaque do ano
“O mundo só existe depois que o concebemos
Como será o arco-íris que ninguém viu,
ou a estrada que ninguém passou?
Como saberíamos da vida que não vivemos,
o que seria do amor sem os amantes?
O que seria do poeta sem poesia ?
o que seria da beleza sem os olhos de espanto?
o que seria do encantador sem a serpente
ou da ilusão sem o iludido?
como saberíamos da fantasia sem Cervantes
ou que mar existiria sem pescador e marinheiro?
O que seria dos deuses sem Homero,
da história sem o escriba,
do cristão sem a bíblia
... de mim sem o teu amor?”
“A vida no planeta corre perigo, graças ao desenvolvimento intelectual dos homens, sobre os poderes da natureza.”
―Evan Do Carmo
Quando produzimos a arte acendemos luzes em nossos olhos e boca, seremos vistos como alguém estranho, até por quem se julga amante das artes, não raro surgem críticas ou elogios vazios, de quem não tem saber poético para criticar ou elogiar. Devemos, no entanto, não nos incomodar com estes que nos invejam ou nos admiram sem conhecimento daquilo de fazemos por amor e ofício.
No que tange à poesia
apenas dois poemas
me fizeram chorar.
O primeiro foi,
"Morri pela Beleza"
de Emily Dickson.
O segundo foi
"Faço poesia como quem morre"
de Manuel Bandeira.
Portanto, senhor poeta,
se nunca chegou ao pranto,
lendo ou escrevendo um poema
repense a sua idéia abstrata
do que costuma apregoar
como poesia.
Já escrevi vários poemas
aos prantos, mas estes só eu os reconheço,
ou aquela que é minha
eterna musa. Iranete Do Carmo
Tudo que precisas saber sobre os homens e os deuses está em Homero.
As escrituras sagradas dos indianos falam um pouco mais dos imortais.
Vai com Sócrates, a Platão e Aristóteles, não te esqueças de Voltaire e de Descartes. Antes disso leia os épicos universais.
Pense em Dante, na suprema poesia, e com Shakespeare experimenta a maestria, dos fantasmas recitando a humanidade.
Vai a Proust entender a descrição e o ciúme... Anda ao lado de Cervantes e Dom Quixote, nos caminhos deste gênio inventor da liberdade.
Me chamo José
Me chamo José
José daqui, José de lá
José de qualquer canto
José de qualquer mar.
José de minas
José de Drummond
José da Bahia
José do Ceará.
Me chamo José
Por não ser doutor
Sou apenas José
José lavrador.
Mesmo sendo José
Arranjei um amor
Que se chama Maria
Maria fulor.
Meu pai é José
Assim como eu sou
José de arimateia
Carregou o senhor.
Me disse que é santo
Todo homem José
Que veste o manto
O manto da fé.
Aqui nesta terra
De tanto José
Deus nunca se esquece
Do povo que é.
José de Abreu
José Xavier
José das medalhas
Maria José.
Eis o que penso sobre a arrogância do homem em qualquer campo de ação.
Quando a insanidade e a estupidez engana a criatura e ela e torna maior que seu criador. Muitos homens se tonam arrogantes, se acham poderosos pelo sucesso material, outros por conquistas intelectuais, esquecem suas origens físicas e metafísicas, ignoram a verdade suprema, a de que tudo que há nos mundos sensíveis e insensíveis ao homem está sob o domínio de Deus.
Devemos buscar diariamente ser uma luz no mundo, para guiar nossos pares, que como nós andam cambaleantes nas trevas das nossas imperfeições, e não um abismo de arrogância e estupidez mundanas.
O que temos de eterno é vida e morte, necessariamente nesta ordem, ambas dependentes uma da outra para existir.
O homem cria a partir de alguma essência material, mesmo sendo parte desta mesma natureza involuntária. Uma criação artística e poética brota das emoções sensitivas, sobretudo da memoria afetiva, que produz nossa inteligência emocional. Contudo, como seres imperfeitos, nossa obra nunca se conclui.
Erra, portanto, Fernando Pessoas, quando diz que só há conclusão na morte, este pensamento é de fato materialista, não condiz com a evolução espiritual poética da humanidade. Desta forma percebe-se que estão sempre a criar a partir da criação de outrem, logo concluímos, talvez erroneamente que não temos direito à autoria daquilo que imaginamos dar a luz
Minha poesia (uma epígrafe)
Faço uma poesia incomum
para alguns poetas contemporâneos
Emil de Castro, sobre o Cadafalso
disse que há momentos lapidares
também tradução perfeita do poeta,
que está madura a minha poesia
todavia, segundo ele, ela, a poesia
não deve ser apenas conceitual.
Me acredito mais pensador que poeta lírico
meu mundo não é empírico
me expresso, sobretudo de dentro para fora
não preciso olhar a natureza para escrever
sou esta mesma natureza, a humana
cheia de contradições e abismos.
Para quem escrevo? Para que tem ouvidos
para algo novo, não faço cócegas nos ouvidos
nem tampouco quero amenizar o que há de caos
e de subterrâneo na alma humana.
Sou o que sou e não há razão premeditada
no que faço da minha agonia existencial
meu minuto de lucidez, entrego todo ao criar
ao fazer, se por ventura distraio alguém, muito bem
mas não tenho esta intenção propriamente dita...
Aos olhos dos homens que não sabem do meu universo, concluem estes senhores debilmente, que não consigo terminar o que começo.
É que toda rotina e gestos repetidos me enfadam. Por isso me tornei escritor, neste contexto criativo, posso com um ponto final, por fim em um projeto, seja este um conto, um romance ou um verso.
Todavia nunca termino meus trabalhos textuais com ponto final, prefiro sempre uma breve interrogação. Sou um escritor medíocre ou um gênio preso nas grades do anonimato?
evandocarmo.com
O mar das ilusões
O mar não pode secar
assim acreditam os mortais
sendo sua experiência permanente
na efêmera visão dos temporais
morre o homem, como morrem assim os animais.
E o mar não se abala, continua impávido, soberbo e soberano, sobre-humano, atemporal.
É o mar nossa idéia de refúgio
é do mar que sugamos o doce e o sal.
Foi do mar que saiu a vida andando, é para o mar que um dia nós voltamos.
Sem o mar não há sonho ou metafísica, é o mar nossa grande eternidade.
A massa estúpida é, durante a vida toda, escrava de Deus, através da religião, que usa o inferno como chicote psicológico, com isto ainda toma seu dinheiro, com dízimos e contribuições compulsivas. A mesma masa é escrava do diabo, por meio da política, com uma diferença, no segundo caso só ocorre de 4 em 4 anos.
Quem diz saber de tudo.
Diz a filosofia
por pura ironia e modéstia
" ninguém sabe tudo."
Diz a poesia, " Quem precisa
saber de um tudo que é um nada?"
Embriagado com a sua
Ante metafísica Nietzsche diz:
" Quantas verdades suporta a tua alma? "
Há momentos em que a presunção de poetas, de filósofo e de homens de várias formações e ofícios, diz saber de tudo, momento este em que o ser se contenta com o que possui. Pois tem a alma e o ventre cheio de ilusão.
Então o verbo se fez carne
e a carne se fez homem
e o homem se fez poeta
e poeta se fez Deus
e Deus se fez musa
e a musa era mulher
e se chamou Ariadne
Ariadne foi morar no labirinto
para onde conduziu o poeta
de olhos vendados
e poeta habitou sozinho
entre anjos e demônios
com a palavra eternidade.
"Evitemos todo tipo de insanidade religiosa concernente à
eternidade, pois a única possível ao homem até agora foi a
literatura.”
Al nacer nos encontramos con el vacío , caímos en el abismo gravedad , ante la inutilidad de un proyecto condenado al fracaso , sin embargo, nos vemos obligados a creer que necesitamos para vivir.
Nuestra primera estímulos para el nihilismo es el azote de un médico o una partera tribal, que nos obliga a luchar por las lágrimas ... Este es el grito , nuestra protesta colosal contra la naturaleza y la locura de Dios ...
Antes de nada, es nuestra desesperación , el poeta y la poesía de amor platónico Muse , el creyente la metafísica humillantes .
He instalado un reloj en otro momento
la espera eterna voluntad
Se puede vivir en otra época
creciendo alma puede alcanzar .
Como Dante , superar barrera física
ir a la musa de la reunión en el extranjero
por encima de la idea humana , la metafísica
un dios en el horizonte para dudar .
Tudo que vem em tuas mãos te pertence. Continuar sendo dono, depende da maneira como tratas o que tens.
Una rosa para sus pensamientos,
la distancia del alma es abismal
a pesar de que
Presentamos aquí, no hay
... El cuerpo sin el espíritu ... sin el dulce
sin la sal.
Entonces me gustaría tener flores a mi seputamento? ¿No sería begonias u orquídeas. Para mí sería suficiente con que usted me toma adiós.
Para el poeta reír como llorar
y el poeta hace caso omiso de la muerte
abraza la desgracia como
si abrazas a un hermano.
- Relacionados
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Mensagens de despedida para amigos para marcar o coração de quem parte
