Mensagem para Pessoa que Ja Morreu

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Você já pensou em dar valor naquela pessoa especial agora? Não espere perdê-la para dar o valor que deveria ter dado quando poderia.

Já disse "eu te amo" hoje pra alguém? Não? Então como quer que alguém te diga em retribuição.

Como reconstruir algo que foi perdido no tempo, reconstruir sentimentos, sensações, confiança, prazeres.
Como parar de sentir dor, a dor de algo que é inevitável, um áudio inaudível, um ato devastador.
Irei eu transgredir a efemeridade? Ou deixa-la ser parte de mim?
Que as lágrimas que hoje escondo, dentro de um soluço interno de coragens pedindo socorro, não me sufoquem, mas que me levem por esse mar ao destino certo.

Inserida por JanainaDomingos

O que você ainda não entendeu
é que aquele singelo sentimento
que eu tinha por você
morreu.

Não reclame da tua vida. Jesus morreu por ela.A maior qualidade de uma pessoa, não está à vista para todos verem, e sim escondida para ser descoberta por quem merece...Pode ser insubstituível, mas não é insuperável.

⁠A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

Alguns, bem sei, já até me disseram, me acham perigosa, Mas também sou inocente. (...) Sei, e talvez só eu e alguns saibam, que se tenho perigo tenho também uma pureza. E ela só é perigosa para quem tem perigo dentro de si. (...) Às vezes a raiz do que é ruim é uma pureza que não pôde ser.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica O vestido branco.

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Tento ser muito legal com todo mundo, se você gosta ou não de mim, o problema já é seu.

A vida me ensinou a entender tudo sem reclamar.
Mas fique mais, não vá embora agora que eu já quase era feliz.

E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério. Sou uma só. (...) Sou um ser. E deixo que você seja. Isso lhe assusta? Creio que sim. Mas vale a pena. Mesmo que doa. Dói só no começo.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Máquina escrevendo.

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Entre, vem correndo para mim
Meu princípio já chegou ao fim
E o que me resta agora
É o seu amor

O negócio é só sentir, meu irmão, só sentir. Pensar já era. Pensar acabou, não se usa mais.

Você já parou para pensar como sua vida seria diferente se não tivesse conhecido certo alguém?

A paixão já passou em minha vida
Foi até bom mas ao final deu tudo errado
E agora carrego em mim
Uma dor triste, um coração cicatrizado.

E depois isso passa. Depois te esqueço. Como já esqueci tantas vezes. E você não é mais ninguém como de fato já não é há muito tempo.

E mais uma vez, eu abri uma página sua de uma rede social e fiquei olhando sua foto. Como eu já sorri olhando praquilo, você não tem idéia. Mas das últimas vezes, infelizmente não era sorrindo que eu olhava.

Já repararam como, em dias quentes e azuis na beira da praia, no rio, todos parecem deuses?

Todavia já está ficando tarde e, em atenção às próprias peles, essas moças tão metódicas lembram agora uma à outra que já é hora de apagar a luz.

Mas eu quero mais é aquilo que não posso comprar. Nem é você que eu espero, já te falei. Aquele um vai entrar um dia talvez por essa mesma porta, sem avisar.

Já que sempre acabo comendo chocolate no Dia dos Namorados, alguém podia me dar um namorado na Páscoa.