Mensagem para Pessoa que Ja Morreu
Bom dia!
Simbora já é quinta-feira...
Que saibamos nutrir a memória com o que nos faz bem e liberar o que já não merece espaço dentro de nós.
Feliz dia!
Já falou com Jesus, hoje?Jesus se alegra do nosso diálogo com Ele - na terapia, na cura, na alegria... No silêncio, no falar... Dirigindo, indo, vindo... Decidindo, planejando, executando... Comemorando, festejando... Sorrindo, chorando... Vigiando - para moldar as nossas vontades e emoções, guardadas na mente.
Nem sempre a vida será fácil, mas cada desafio é uma oportunidade de crescer. Você já superou tantas batalhas e ainda está aqui, mais forte do que nunca.
Quando tudo parecer difícil, respire fundo e lembre-se: você tem dentro de si a capacidade de se reinventar, se adaptar e seguir em frente. Confie no seu caminho e nunca duvide da sua força!
Resiliência é a força que nasce dentro de você.
O Espelho da Alteridade
Já se pegou pensando que, em algum lugar do mundo, existem pessoas que, aos seus olhos, parecem habitar um planeta distante? Comportamentos, vestimentas, linguajar... tudo tão alheio à sua realidade.
Mas e se o reflexo se invertesse? E se você fosse o estranho sob o olhar de outrem?
Afinal, o que define a "norma"? Será que não somos todos, em essência, singulares e peculiares? Reflita sobre isso.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Vão entender depois do parágrafo, quando a vida já não ter nada pra explicar, quando o fim só deixar lembranças pra chorar.
Felicidade é: Acordar, e colocar dentro de você aquilo que te faz ser muito melhor do que ja você é.
Título: Fotos.
Fotos já manchadas, me lembram momentos,
passados que não voltam, não alteram, não envergam,
pessoas deixadas, amigos perdidos, amores apagados
aos quais eu mesmo havia despido.
Fotos são mais que isso, mas menos que aquilo,
recordam momentos que já não podem ser vividos,
florescem sentimentos que já achávamos ter morrido,
álbum infeliz, colocarei fogo e finalmente vou pedir bis.
Título: Entre Marés.
Já amei tantas, em marés de emoção,
Cada uma com sua marca, sua lição.
Mas quem no meu peito fez morada?
Na caminhada do amor, me perco na estrada.
Se o passado bater, sutil na minha porta,
Que o agora me ancore, e o presente me conforte.
Não deixar o hoje fugir, e no jardim de novos sentimentos
Devo deixar a vida florir.
Quem dessas almas, na minha vida tocou?
Se o futuro as trouxer, em que rua eu vou?
Na balança do amor, quem mais vai pesar?
Nessa jornada do coração, como vou amar?
Se todas têm valor, como escolher sem dor?
Amá-las sem desespero, no peito esse calor.
E se voltarem, em novo enlace a me encontrar,
Dividido entre um novo amor, como vou lidar?
Qual caminho seguir, qual destino abraçar?
Entre amores e tempos, a vida a chamar.
A resposta no sopro do coração devo escutar.
Entre marés de amor, eu navego sem parar,
Escolhas do coração, onde vou ancorar?
No presente, eu vivo, no passado, eu aprendo,
Amar quem está comigo, é o que devo fixar.
O Papel da Religião.
A fé nos faz bons ou é a vida que ensina?
Moral se constrói ou já nos domina?
Se entre lobos estou, serei como eles?
Ou a bondade reflete quem nos cerca e vemos?
A religião molda, mas não nos define,
Pois até nos templos, o erro persiste.
O passado avisa, a tradição nem sempre é razão,
É preciso olhar além da ilusão.
Democracia 2.0
Já se perguntou, com tanta tecnologia em ação,
Por que o sistema continua o mesmo, sem evolução?
Tão antiquado, tão mal, tão banal,
Preso num passado que já parece surreal?
Antes, elegíamos alguns para nos "representar,"
Porque não dava pra todos juntos votar.
Mas, hoje, na palma da mão, estamos em qualquer lugar,
Então, por que a política ainda não conseguiu mudar?
Não precisamos mais de vampiros em terno e gravata,
Sugando o sangue do povo, em cada votação ingrata.
Podemos construir sistemas de decisão direta,
Onde a população escolhe, sem essa jogada esperta.
Representante? Coloco aspas sem hesitar,
Porque de mim, esses aí não tem nada pra representar.
O Começo.
Quase impossível de explicar,
Mas era como se eu já soubesse,
Dava nomes ao que antes devesse,
E o desconhecido, enfim, se esclarece.
O medo não veio, só curiosidade,
Cada detalhe, um novo enigma,
Na mente, ideias em agonia,
Cada resposta, outra incógnita.
O relógio a marcar seu compasso,
E eu, inquieto, a desvendar,
Engrenagem por engrenagem no traço,
A lógica oculta a se revelar.
O tempo, um mistério de precisão,
Um ciclo sem fim, sem hesitação.
Mas ao final, no que pensava entender,
Descobri que há sempre mais por ver.
Eu não acho que céu ou inferno exista, o que eu acho que exista é o que já acontece hoje em dia. Solidão, acho que a nossa vida aqui sem amigos, familiares morrendo e nunca conseguindo uma namorada ou esposa e, se consegue, de uma forma ou de outra perdemos. Isso tudo é uma preparação para a solidão eterna, sem ninguém nem nada, nem mesmo sons, toques, dores, formas físicas, nada. Em outras palavras, um vazio eterno.
CONTENTAMENTO (soneto)
Enfim, posso aquietar! Já te poetei
o teu olhar sagaz, sedutor e quente
regeu uma poesia divinal, fremente
onde nos seus versos me entreguei
Em cada poema, sentir-te, bem sei
se foi bem, foi mal, a alma ardente
furou o meu peito, profundamente
tatuando teu nome, marcado serei
É assim, o meu amor: demasiado
poemas tão maciços de confissão
em cada rima o rimar apaixonado
Por este sentir, vivo em comunhão
na crença deste amor encantado
inspirado do enamorado coração!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 março, 2025, 16’30” – Araguari, MG
”Domingo é o dia perfeito para agradecer pelo que já conquistei e renovar a fé naquilo que quero conquistar!”
Rei dos Afetos Imaginários
O homem preso no impossível,
Refém do que já não volta.
Vive revendo o passado,
Cego ao tempo que revolta.
Prisioneiro de um ciclo sem corda,
Não pode voltar, nem o fim mudar.
Apenas imagina o improvável,
Vendo o que nunca há de passar.
Rei dos afetos sem matéria,
Sabe que nada é real,
Mas sente—e isso dói na pele,
Que coisa sobrenatural.
Como é possível sofrer sem ter tido?
Como se apaga o que não existiu?
Se a dor não tem corpo nem nome,
Por que fere como quem partiu?
Reino de sombras e ecos vazios,
Onde o irreal se impõe como lei.
Se tudo é mentira, por que persiste?
Se nada existiu, por que eu sei?
