Mensagem para Noivos
O vínculo entre mãe e filho é natural, fruto da gestação e da amamentação. Ao pai cabe construí-lo pelas suas atitudes.
Qual a vantagem de viver muito tempo e nunca descobrir quem somos? Passamos tempo de mais querendo ganhar o mundo, que acabamos perdido naquilo que tanto sonhamos em conquistar.
Desejamos tanto isso que abandonamos oque realmente importa.
Esquecemos o criador da vida, nosso próximo e nossos familiares. Tudo isso por um desejo egocêntrico, que nem percebemos que mesmo dando tudo que temos, não conseguiremos alcançar o mundo
Uma criança era como uma revolução, Grigori pensou: você pode começar uma, mas não pode controlar aquilo em que ela se transforma.
Se na vida não houvesse esses momentos maus, como saberíamos reconhecer os bons?
Certamente, sem tempestades não haveria bonança!
Não desanime, ei! Lute! Acredite!
Tenha esperança, e sempre quando superar mais uma dificuldade, desfrutará das vitórias.
VIDA SEM RUMO
Já são 6h da manhã, celular desperta, mas o corpo não responde e de repente em seus sonhos uma sirene te causa desespero e espanto, acorda sem rumo. Sem saber por onde começar, vai logo pegando o celular. Ligações perdidas do seu irmão que mora com a mãe em outro estado. O tempo é curto e não pode retornar. Trabalho, imprevistos, clientes, imprevistos, horário de almoço. Trabalho, mas não é visto. Coração bom, mas não é reconhecido. Simpatia, vira sinal de falsidade. Humilde, mas é visto como pobre. Dia fora de casa, quando finalmente chegou a hora de descansar. Opa! A ligação que infelizmente não pôde retornar. Tarde demais: _ Te liguei para avisar que a mamãe morreu e será enterrada às 5h dessa madrugada.
Aprenda a valorizar uma pessoa enquanto ela está em vida, Por que, quando ela se for, seu choro não fará ela voltar, para compartilhar um abraço.
Ciranda de construções e escombros...
Era tudo tão simples e fácil de se viver
Era tanta alegria num jardim de bem querer
Até o sonhar se acanhava, suprimindo vaidades
No viver dos momentos das muitas idades
Não havia fome e nem desamor
A palavra materna, o colo, o olhar
Eram alimentos que saciavam a alma
E fortaleciam o sentido do verbo amar
Não conhecíamos as guerras dos homens
Jamais soubemos, nos dias de nossa infância
Das atrocidades do mundo lá de fora, tão cruel
Família, viva, vivendo dotada de paz e tolerância
Todos, sem exceção, por acreditar, consciente ou não
Que a morte do esteio que a família unia, falta alguma faria
E na graça da viva roda dessa ciranda que o tempo revelou
Irmãos fiaram que a paz é um sujeito que adoece na união
Creio que o melhor que podemos fazer por nossos filhos é permitir que façam coisas por si mesmos, que possam ser fortes, que possam experimentar a vida em seus próprios termos, que possam pegar o trem… deixá-los serem melhores pessoas, deixar que eles acreditem mais neles mesmos.
Valorize aquele que corre com você, independente da sua situação, valorize a simplicidade que você tem na mesa, e a grandeza do coração, desvalorize o que a sociedade impõe você a ter, valorize/preze a sua saúde, a sua felicidade, desvalorize bens materiais, coisas momentâneas, valorize sua família, que é quem vai estar ali quando você realmente precisar, não pessoas de momentos, pessoas de preço.
Entenda que você é muito feliz por ter saúde, ter o prato de comida sobre a mesa, só não se deu conta por felicidades/coisas surreais/momentâneas estarem sempre expostas aos seus olhos, com falso cheiro de felicidade, vendidas ao seus ouvidos, e talvez um pouco distante de suas mãos.
"A questão da antipatia familiar é um sério e problemático tempero que pode desunir o casal, pontuando o fim do relacionamento."
Psicólogo e Escritor Alexandre Bez, Livro: O Que Era Doce, Virou Amargo.
E apesar
de todos os pesares,
e das dificuldades,
e da distância,
e do tempo necessário,
hei de construir uma família,
hei de ser feliz.
Se o autor de "Macunaíma" vivesse nos dias de hoje, colocaria na boca do personagem principal a seguinte exclamação: "Ai que preguiça! E pra que trabalhar, se eu tenho uma bolsa-família pra me sustentar"?!
Acredito que estamos em um processo que vou chamar de desinformação, mediante ao consumo extremo alienado. E para entender a extrema importância e significância deste comportamento humano diante do relacionamento entre pessoas, não precisa ser antropólogo! É... bem simples, vou explicar: estamos caminhando para o ápice do consumismo. Como sei disso? Enquanto eram apenas os produtos manufaturados, confeccionados para durar um determinado tempo, estava tudo bem! Porém agora essa onda contaminou as relações entre família. As pessoas estão usando umas a outras e, numa falácia desordenada, substituem uns aos outros como se fossem meros produtos com data de validade, num processo de descarte humano sem sentido. Enfim, é decepcionante, frustrante ver, presenciar o que acontece com as relações atualmente. Estamos caminhando para o desafeto total. A obsolescência programada está destruindo a nossa maior herança e identidade como humanos - a família.
Valorize aqueles que te amam, independentemente do que você tem ou da posição que ocupa. Pois são estes que ficarão ao seu lado quando acabarem os recursos e nada tiverdes para oferecer.
A vida é assim,
tantos caminhos a se escolher e você escolhe este,
o caminho que escolheste define sua história,
define seus amigos, define sua família,
define o seu fim!
Dormimos tarde, acordamos atrasados, perdemos tempo em locais que não nos agradam e sentimo-nos eternamente em débito com a família...
Vamos Superar essa fase, aprendemos com cada etapa da nossa vida, e nesse momento entendemos que, o dinheiro a soberba e o orgulho, nada valem perto do valor que a vida tem. Um cuida do outro. É assim que vamos passar por essa etapa, como seres humanos melhores. Valorizar o banco da praça que hoje não podemos sentar para conversar com alguém, ou simplesmente ver uma criança sorrir enquanto corre brincando com outra, admirar o voo dos pássaros, o tocar do sol na nossa pele, o abraço que precisamos. Percebemos quão importante a família é, os amigos, a escola, a ida ao cinema, o curtir com “a turma” na praia, jogar conversa fora com o vizinho na calçada, ou simplesmente ler um livro sob a sombra de uma árvore. Seja como for, não se sabe como será o amanhã, mas podemos mudar o hoje. Nunca mais seremos os mesmos, mas com certeza — seremos muito melhores!
Pare de tentar colar os pedaços que não foram quebrados por ti! Aprenda a não ficar amenizando conflitos gerados pelos outros. Se estas pessoas não te respeitam e não se importam com a sua tristeza ou alegria, então, meu bem, não deixe espaço na sua vida para elas. Pessoas assim são devastadoras, entram na sua felicidade, bagunçam a sua paz, quebram seus sentimentos e só trazem o caos. Mudanças de comportamento às vezes são difíceis no início, mas são necessárias! Valorize-se.
Durante os desastres, as crianças pequenas geralmente seguem as dicas dos pais. Enquanto seus cuidadores permanecem calmos e atendem às suas necessidades, elas geralmente sobrevivem a incidentes terríveis sem cicatrizes psicológicas sérias.
