Mensagem para Mae Morta
'' Palavra sem atitude é morta.. vira blablabla e mais nada, não acrescenta.. não evolui''..
ღ Flavia Leticia ღ
Nosso passado vai ser sempre folhas
morta que o vento levará sempre
consigo. E seremos abençoado
Depois da nossa união!
“Tem gente que se acha tão insignificante (morta) que, necessita se rotular com algum modismo para se sentir notada (viva).”
Lá debaixo de uma árvore morta eu vou estar, fumando meu cigarro francês e olhando as lembranças que você me deixou, chorando e me destruindo, amarga e solitária como sempre, eu vou estar lá, esperando a minha vida acabar...
Minha alma já anti morta, agora consegue alcançar o mais alto do céu.
Pusestes em meus pés a confiança de onde caminhar. E em meu peito a veracidade do que posso acreditar.
Quando ele fala, parece que os sons comumente gritantes se emudecem no horizonte circular. Só ele posso escutar.
Ao lado dele ouço uma alma inocente, em seu rosto poderia se ver uma calmaria, assim como o balançar do mar. Como o primeiro sono de um ser inocente.
Se via apenas a ausência da malemolência, descobria-se na ansiedade os encantos de suas afeições, no anseio amoroso de querer estar perto.
Aos prantos, na lacrimosa saudade, esperando poder abrir novamente as asas. Almejando eternamente a sua presença.
Havia Marta.
Estava morta.
Entrava torta.
Não tinha vida.
Que dirá sorte.
Tão milionária.
De grande porte.
Mas dentro d'alma
Não era forte.
Outonando
Hoje sou árvore morta
Despida do tempo que não vingou
Revolta ao vento
Dissipando os resquícios do que ficou.
Minha estação requer recolhimento
transpor um novo momento
em todo contínuo tempo
há esperança de florestamento
em cada folha que ao chão deitou...
(...)"Desculpas peço agora
em verso e prosa,
À tristeza e ao mal querer.
Planta morta,
No jardim da minha vida
não aflora.
Em minha poesia
tristeza existe,
sentimento ausente ,
Que ainda assim,
Tanto teimo em escrever.
Ahhh pobre tristeza...
Tenho pena de ti.
Caminhas apressada
e não te aproximas de mim.
A felicidade reina soberana
em meu viver.
Peço-lhe sinceras desculpas,
Mas não me há tempo
pra sofrer..."
Nordeste
As serras ao longe brilham em meu peito
E o tempo aqui é hora morta
Quando ao meio dia os pássaros adormecem
Debaixo das copas das poucas arvores
E uma carreta envelhecida com um jumento cansado
Que vai Murmurando e maneia a cabeça
De um sol agreste que o vai queimando.
As terras secas em vales profundos
E um povo amável do fim do mundo
Que Suspira e respira a poeira das fabricas
Do gesso absurdo.
Enfim no fim de tudo
Nem uma escultura gesso existe neste pequeno
Paraíso de um Adão e de uma Eva
Para que a memória dos seus antepassados
Deixe de ser escura.
Sou um corpo livre
De uma alma perdida
Não aproveitei enquanto te tive
Não estou morta mas arrependida
DILÚCULO
Luz da manhã
como o ouro da montanha alta,
intocável virgem,
conforto da noite morta...
Sonhos à brisa fresca
beijando a face das flores,
o verde das árvores,
a alma vagante da noite...
Calor do sol
aquecendo os túmulos brancos
e os negros, e os perdidos
na esperança do conforto...
Luz da manhã
como a face dos anjos eternos,
dos sonhos inocentes,
das estradas silenciosas...
Mesmo o meu corpo frio
desconhecido aos céus,
nas promessas eternas do tempo,
elevai as minhas grandezas...
Luz da manhã,
que os teus sorrisos eu não perca
nas horas do dia,
no crepúsculo da vida...
Ela está morta...
Procurarei outra
Por que
Se encontra apenas o vazio
Não conheço o amor
Nem mesmo esse vazio
Desconheço a imensidão
Não tenho mais um coração
Somente as sombras que lhe rendeu
Tantas sobras perdidas além desse vazio
Já que sou apenas solidão que nunca foi
Deixei o mesmo espaço dessa existência
Imediatamente está em um paradoxo...
Imerso em um poço feito pelo destino
No qual abandone este ferimento que foi
Logo tempo para maiores medos
Embora que nunca tenha conseguido
Sentir se fora um grande sonho
Entre as regras da perdição nunca...
Se encontra nas suas sobras de maiores
Sombras de um pouco de um deleite
Abandonei tudo bem como acordei.
Por Celso Roberto Nadilo
A primavera morta em sementes amanhecidas de escárnio não idolatra a fria neve que escorre dos grandes olhos marfins, cresce perdida entre valsas de pássaros que nas rosas encontra o mais singelo labirinto, declina as musas o tenro papel dourado que há muito era o ouro destilado, mas que por ora se envenena da mais lúgubre história, cansa-se em desejos e repousa na memória.
Eles querem que eu ache normal,
ver gente morta todo dia no jornal
Eles querem me fazer crer,
que é super normal ver o povo sofrer
Ela está triste, morta por dento, mas quem precisa saber disso afinal? Por isso ela seca o rosto e sai com o mais belo dos sorrisos no rosto
"Quando vejo uma pessoa morta, ou melhor, nas raríssimas vezes que vi, penso "Onde ele(a) está?"... Mas eis uma resposta: "Ele(a) simplesmente, não esta mais!"
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