Mensagem para Alguém Especial

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Ninguém poderia ser tão especial como você é para mim, preenche minha vida, meu coração, meu mundo com tanta felicidade. Ninguém mais poderia me completar como você me faz com um simples gesto, com suas doces palavras, com seu sorriso, com seu delicioso carinho. Ninguém mais poderia ser essa pessoa, tão especial, tão meiga, tão cativante, tão doce, tão carinhosa, tão encantadora, tão fascinante, tão apaixonante como você é para mim. Ninguém mais poderia me conhecer e me compreender melhor do que você! Ninguém mais poderia ser o meu amor... Ninguém, a não ser você. Lembre-se... Te amei ontem, te amo hoje, te amarei sempre... eternamente.

Um certo dia conheci alguém especial, com um sorriso contagiante, linda, deslumbrante. E por acaso neste dia você estava lá.

Você é única, linda e especial. Se coloque em primeiro lugar, segundo, terceiro, porque você é a pessoa mais importante da sua vida e o pódio vai sempre pertencer a você.

Preciso de tão pouco para sorrir,um olhar,seu jeito,seu sorriso,você é incrível e muito especial para mim. Se era para ser assim,que assim seja,nada levará você de mim,te amo,minha morena.

Uma amiga me disse que apareceu alguém em sua vida, fazendo ela se sentir especial e depois desapareceu. A questão é que tu é especial. Mas sabe...nem todo mundo tem o dom de regar uma flor. 💚
E ninguém te faz especial...você é.
A diferença é que você permitiu dividir tua essência com outra pessoa. E não percebe que você é puro amor e merece ser feliz com você mesma, ser perdidamente apaixonada por você, ser o amor da sua vida e ponto final.
É só Abrir os olhinhos de dentro e ver... você é tudo que precisa para ser feliz, o resto ou faz parte do espetáculo ou fica na platéia, sendo apenas figurantes solitários e egocêntricos.

Num mundo onde está valendo mais o ter do que o ser, ter um amigo é um privilégio muito especial...

Você me fez entender o que as pessoas diziam sobre o amor ser difícil, mas valer a pena.

O Amor de Dudu nas Águas


Estou virando uma menina
tornada mulherinha
com tanta coleirinha
de maturidade
ainda assim me sinto parida agora
tenra, maçã nova
nova Eva novo pecado.
Tudo gira e eu renasço menina
vestido curto na alma de dentro...
Deixo no mar os velhos adereços
a velha cristaleira, os velhos vícios
as caducas mágoas.
Nasce a mulher-menina de se amar
com água no ventre e no olhar.
Nasce a Doudou das Águas.

Estou ficando bonito, saudável e corado. Uma gracinha. Agora só me falta mesmo um Grande Amor, assim mesmo com maiúsculas.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

Quando me apaixonei por você eu te entreguei meu coração. Agora, sou refém do teu amor. Não vivo longe de você. Não te afaste de mim.

Se um dia tiveres de escolher entre o Amor e o mundo, saibas que, se escolher o mundo ficarás sem o Amor mas se escolheres o AMOR com ele conquistarás o mundo.

Escrever e ler são formas de fazer amor. O escritor não escreve com intenções didático-pedagógicas. Ele escreve para produzir prazer. Para fazer amor. Escrever e ler são formas de fazer amor. É por isso que os amores pobres em literatura ou são de vida curta ou são de vida longa e tediosa.

O amor não precisa de memória, não arredonda, não floreia:
faz forte estilo. E fim.

Tenho coragem? Por enquanto estou tendo: porque venho do sofrido longe, venho do inferno de amor mas agora estou livre de ti.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Esperei extrair do meu casamento com Joe, amor, afeto e compreesão. Mas tudo naufragou num mar de indiferença

Peste, fome e guerra, morte e amor, a vida de Tereza Batista é uma história de cordel.

Jorge Amado
Tereza Batista, cansada de guerra

Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. (…) Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor, era melhor.

Martha Medeiros

Nota: Trechos de crônica de Martha Medeiros.

Que setembro venha com bons ventos, que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer...

Ele a olhou. Ela, louca de amor por ele, não o reconheceu. Ele havia deixado de ser ele: transformara-se no símbolo sem face nem corpo da paixão e da loucura dela. Não era mais ele: ela amava alguém que não existia mais, objetivamente. Existia apenas dentro dela.