Mensagem o Sorriso do meu Amigo
É paia te perder quando eu posso te ter, Mas não tem problema, tu vai achar alguém melhor. Eu te vi de longe e percebi, eu não era certo pra você, eu não sou certo nem pra mim, lágrimas no meu celular.
Ela era simplesmente incrível, uma verdadeira magia... Jamais imaginei que um dia experimentaria essa magia novamente.
A arte do rabisco é mental, é uma forma de liberar pensamentos, emoções e ideias de forma rápida e intuitiva.
INCÊNDIO
Não atice o fogo
Que você não pode apagar.
Porque a labareda inflama
E aquela tímida brasa
Vira uma grande chama
Que vem ao seu encontro...
E pode lhe queimar!
Maria do Socorro Domingos
Cada um de nós deseja deixar uma marca, um legado. Que nossas ações sejam lembradas, que nossa coragem inspire, e que nosso amor transcenda o tempo. Vamos viver de forma a ser lembrados, não apenas pelo que fizemos, mas pela intensidade com que vivemos.
Vértice do Absurdo
A vida é um charco sem fundo,
um reflexo turvo de estrelas mortas.
Gritamos contra o caos, mas o caos não ouve.
Ele ri, como uma fera que mastiga o silêncio.
A revolta é um jogo de crianças cegas,
chutando pedras no vazio infinito.
O universo não tem orelhas,
nem olhos para testemunhar nossos gestos inúteis.
Que é o homem, senão pó fingindo ser luz?
Um grão na tempestade,
uma mentira que respira por hábito.
Resta-nos o quê? A queda? A rendição?
Afundamos em perguntas como num pântano,
nossas respostas são véus rasgados
flutuando na brisa podre do absurdo.
Deus é uma sombra que perdemos ao meio-dia.
E mesmo assim, caminhamos.
Entre ruínas, sob céus que nos odeiam,
rimos de nossa carne apodrecida,
fingindo que ela não carrega o peso da eternidade.
A vitória? Não existe.
O caos vence sempre,
não porque é forte, mas porque é eterno.
E nós? Nós somos apenas ecos,
gritos que se afogam na noite sem fim.
Poema do Abismo
O homem ergue-se, cego, sobre as ruínas do ser,
com a ilusão de tocar o céu, de conquistar a luz.
Mas o céu é vazio, a luz, um reflexo do abismo,
e ele caminha em círculos, perdido, sem fim.
A razão, essa chama fraca, não ilumina mais o caminho,
apenas queima, sem piedade, a carne que se arrasta.
O mundo é uma mentira, um espelho quebrado,
onde os rostos são sombras e a verdade é um grito.
Os poetas, esses destemidos, olham o abismo,
mas o abismo é profundo demais para ser compreendido.
Eles escrevem, mas suas palavras são ecos de desespero,
gritos que se perdem nas cavernas do caos.
O homem luta, mas a luta é fútil,
pois o caos não cede, ele apenas se expande.
A liberdade é uma ilusão, um véu rasgado
que a morte, implacável, rasga sem compaixão.
E assim, o homem cai, sem saber, sem lutar,
afogado em suas próprias mentiras,
enquanto o poeta observa, impotente,
sabendo que não há fuga, que a dor é eterna.
Não é saudade dela, é saudade do "eu" que existia ao lado dela. Mas o tempo passou, e somos agora apenas sombras do que fomos um dia.
**Se Eu Morresse Hoje**
Se eu morresse hoje, quem sentiria?
Minha mãe, com lágrimas que rasgam o tempo,
meus filhos, crescendo sem o calor das minhas mãos,
minha mulher, habitando noites longas e vazias,
dois ou três amigos, mais lentos no amanhecer da saudade.
E o mundo?
Seguiria, indiferente, como após a queda de uma folha.
Mas eu?
Eu sofreria o peso do inacabado:
poemas interrompidos, abraços que não dei,
a linha invisível que une início e fim,
cortada abruptamente.
Morrer hoje seria mais que ausência.
Seria um adeus ao que não vivi,
um vazio gritante do que não foi entregue.
E talvez, no último suspiro,
eu compreendesse que viver
é um texto sem fim,
escrito no escuro do tempo.
FRAGMENTOS DO CAOS
O caos é um fio entre os dedos,
uma dança sem coreografia,
onde o silêncio e a tempestade
se encontram no mesmo passo.
Eu, que procurei a ordem,
agora deixo os dias caírem
como folhas ao vento.
Os sonhos, feitos de estrelas quebradas,
se constroem nas fissuras do instante.
Cada erro é uma vitória secreta,
cada dúvida, um caminho escondido
na curva do tempo que escorre lento
como água por entre os dedos.
E, quando o mundo grita seu peso
em vozes de aço e de dor,
me perco no sereno vazio,
onde as pedras sabem o segredo
de como ser eternas sem esforço.
Assim, encontro a paz não em um canto,
mas na ousadia de me espalhar
pelos espaços entre o tudo e o nada.
Deixo que o caos me pinte
de cores que nunca imaginei,
e, sem pressa, aprendo
que não há fim onde tudo começa.
**Convite à Saudade**
Se a saudade vier te envolver,
ou a ausência do café te fizer tremer,
não te prives da coragem de bater
à porta da casa que sempre te quer.
Aqui, entre xícaras e silêncios,
resolveremos o que o peito exige:
o calor de um abraço,
ou o fervor que a cafeína dirige.
Talvez, no amargo, encontre o doce,
e na pausa, o tempo que não cessa.
Talvez sejamos o instante que tece
o fim da ausência que o peito confessa.
Então venha, mesmo sem aviso,
que entre o café e a palavra dita,
cura-se o vício, acalma-se a alma,
e a saudade vira poesia infinita.
"Deus tem sempre o melhor para seus filhos. É necessário, portanto, olhar para a frente, deixando para trás o que passou."
(Fabi Braga, 08/12/2024)
INVENTO E DISFARÇO
Passaste, tão bela, qual brisa ligeira,
Deixando um perfume que o tempo não leva.
Teu rastro, um enigma que o peito me crava,
Teus olhos, abismos, meu mundo exilado.
Nos labirintos onde me deixaste,
Procuro teu eco, a sombra que parte.
Não sei se existes ou foste miragem,
Mas vives em mim, como tatuagem.
És som no meu canto, segredo que guardo,
O perdão que não peço, o silêncio covarde.
Te perco e te acho na arte que faço,
E a cada suspiro, invento e disfarço.
Os erros do passado são como cinzéis: quando usados com sabedoria, esculpem a melhor versão de você mesmo.
Diante do espelho, tu és um poema vivo. Cada fio de cabelo que desliza pela escova é como um verso, tecido com a suavidade dos ventos que sussurram amor. Os teus olhos, que refletem no vidro, parecem guardar um universo inteiro, e eu me perco, feliz, entre constelações de mistério.
Por mais que as tempestades de nossas brigas tentem apagar a chama que arde em mim, meu coração insiste em ser teu farol, te guiando de volta, sempre, ao porto do meu amor.
Te observo com o encanto de quem lê a mais bela história jamais escrita, e cada movimento teu — tão natural e tão teu — reaviva em mim a certeza: sou louco por ti, pelo teu jeito, pela tua essência.
Se o espelho pudesse falar, ele diria o quanto és arte, o quanto és musa de tudo que é belo e eterno. Mas enquanto ele silencia, eu grito, mesmo em silêncio, que tu és o amor que escolhi viver, mesmo quando o mundo desmorona ao redor.
És minha brisa, minha tempestade, meu caos e minha paz. E mesmo quando brigamos, eu sempre volto a este lugar em mim onde tu és tudo: o início, o meio e o fim.
Nem com Vinicius nem com o Tom
Que um amor, tem que triste pra ser bom,
com isso eu Não posso concordar,
nem com o Vinicius nem e o Tom.
Que o amor, não é belo assim
como se canta, não suporta
a miséria que o espanta
Quando falta o pão, pede perdão
e desencanta.
Quando falta o pão, pede perdão
e desencanta.
O HOMEM
Lá vai o homem andando
Na senda do seu viver,
Querendo chegar bem cedo
Antes do amanhecer.
Lá vai o homem cantando
A canção que aprendeu,
Sonhando com o dia claro
Onde o sol apareceu.
Lá vai o homem chorando
As dores do envelhecer,
Esperando a semente
Do fruto que irá colher.
Lá vai o homem sonhando,
Lembrando do que aprendeu,
Das lições da vida
Que o amor lhe concedeu.
Desperta o homem, outro dia,
Da luta que abraçou,
Trabalhando com coragem
No ofício redentor.
Lá vai o homem cantando
A canção que aprendeu,
Sonhando com o dia claro
Onde o sol apareceu.
AINDA ESTOU AQUI
Ainda estou aqui,
mesmo que tua surdez me negue.
Ainda estou aqui,
ecoando no vazio do teu silêncio.
Falo o que sinto,
palavras partidas,
versos ocos.
Mas teus ouvidos são muros,
e meus gritos, sementes no asfalto.
Ainda estou aqui,
em cada sombra que ignoras,
no peso do ar que não te toca,
no intervalo entre os gestos que evitamos.
Ainda estou aqui,
e não me calo.
Sou o eco do que já fomos,
o rastro de uma chama esquecida.
Falo porque existir é insistir,
mesmo que o som se dissolva no abismo.
Ainda estou aqui.
Tu me ouves?
IPANEMA
Ipanema, Ipanema
Sem Vinícius
E Tom Jobim.
Ipanema, ai que pena
Só restou isso pra mim
A leitura de um poema
Ipanema, mar sem fim.
Na imensidão do do céu
Olha o mar um querubim
A lamentar esta cena
Ipanema tão pequena
Sem Vinícius e Tom Jobim.
Ipanema me distraio
Vendo a praia, cai a tarde
E o sol tem pena...
Nada cura esta saudade,
Deste amor que sempre invade Minha alma tão pequena.
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