Mensagem dos mais Sabios do Mundo
O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.
Não é possível conceber o que é mais nojento, se o mau-caratismo de uma parcela esmagadora de agentes do estado, ou o dos que conseguem apoiá-los.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
Chega!?
Chega, já te perdoei as setenta vezes sete, vá e não peques mais…
Até o perdão tem um limite secreto onde a dignidade aprende a falar mais alto.
Já te perdoei as setenta vezes sete, e em cada uma delas deixei que o coração respirasse a esperança de que tu soubesses finalmente o peso do que fazias.
Mas o perdão, por maior que seja, não é convite para a repetição da mesma queda.
É aviso, cura, é último chamado.
Por isso, vá…
não como quem foge, mas como quem enfim entende que não se pode ferir o mesmo lugar para sempre e esperar que ele permaneça vivo.
E não pequeis mais — não porque o erro seja proibido,
mas, porque há um momento em que machucar alguém que te ofereceu todas as chances deixa de ser falha humana e passa a ser escolha deliberada.
Vai, então.
Leve contigo toda a soma de perdão, mas não esperes que ele continue sendo casa.
Algumas trilhas só viram caminhos quando alguém — finalmente — aprende a caminhar sozinho.
Vá em Paz e não peques mais!
Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.
A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.
O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.
O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.
Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.
Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.
No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.
E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.
É justamente aí que eles revelam sua natureza mais alta.
Quando não conseguimos revidar — nem gestos, nem palavras, nem presença —, o carinho deixa de ser troca e se torna sustento.
Não vem como troca nem pagamento, mas como abrigo.
Não exige força, apenas permite existir.
Há dias em que a alma está tão cansada que até o afeto pesa nas mãos.
E, ainda assim, é nesses dias que ele se faz mais necessário: não para ser devolvido, mas para nos lembrar que continuamos dignos, mesmo esvaziados de nós mesmos.
O carinho verdadeiro não se ofende com o silêncio, não cobra performance, não exige reciprocidade imediata.
Ele sabe esperar…
Espera o outro se reinventar, se restaurar.
Sabe cuidar enquanto a gente reaprende a sentir.
Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!
Às vezes é muito mais difícil lidar com o barulho do estresse do doente do que com o barulho da própria doença.
A doença quase sempre fala baixo, quase em sussurros, enquanto o estresse aprende a gritar.
Grita no medo, na impaciência, na ansiedade que ocupa cada espaço do dia.
O corpo até tenta se adaptar à dor, aos limites, ao tratamento — mas a mente, inquieta, faz mais ruído do que os próprios sintomas.
Lidar com a doença é enfrentar o que é concreto; lidar com o estresse é navegar no invisível, no cansaço emocional que não aparece nos exames.
Talvez por isso doa muito mais.
Porque a doença pede cuidado, mas o estresse pede escuta, acolhimento e tempo — coisas raras quando tudo parece mais urgente.
Silenciar esse barulho interno não é negar a realidade, é aprender a respirar dentro dela.
E, às vezes, é nesse silêncio ainda possível que começa a verdadeira cura.
A inquietação das almas carentes costuma ser muito mais barulhenta do que qualquer diagnóstico.
Há inquietações que gritam, mesmo quando não dizem nada com clareza.
São almas carentes tentando preencher vazios que nenhum laudo consegue medir.
Enquanto o diagnóstico procura nomear a dor, a carência apenas a expõe — sem filtro, sem pudor, sem silêncio.
Por isso, faz barulho: não para ser compreendida, mas para ser percebida.
A inquietação da alma não pede rótulos, pede presença.
Não exige explicações, clama por sentido.
Talvez por isso incomode tanto: porque revela que há dores que não são patológicas,
são existenciais.
E estas, por mais incômodas que sejam, só se aquietam quando alguém aprende a escutar —
não o ruído,
mas o vazio que o produz.
Que o Médico dos médicos tenha misericórdia de todas as almas carentes!
Amém!
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
No esbarrão entre a Beleza da Oratória e a Sabedoria do Silêncio, quem mais se destaca é a Perícia da Escuta.
Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!
Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.
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