Mensagem de Sentimentos

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Luar esta incoberto pelos olhares...
Velados os sentimentos observamos o luar,
Todos direitos expostos são expostos pela falta de petróleo.
A guerra nada mais e a pirataria dos direitos humano...
Lua torna se evidência da evolução da resiliência humana...
A aventura espacial é um pássaro no contraste da alienação.

Meros olhares futeis.
Meros arficios atrozes
Sentimentos que viaja no abismo,
Sombras que me acompanham.
No isolamento intelectual de alegorias
No profundo sentimento as gotas de realidade são expostos por um poema.
E abnegação destes fatos deixam a marca registrada do instante exato que deserto dentro deste mundo complexo cheio de paradoxos diz seletivo seja.
Bem aventurados aqueles o criticam.
O sentimento que é pássaro que voa num mundo destopico.
Com seres alienígenas de suas próprias convicções.
Aprendi que silêncio arco de pensamento livre de degradação.
Ser inerte atônito devenda próprio deserto nas virtudes mais baixas
Então Alienação intelectual venceu?
Dentro si alegoria vazia quem quiser seja seu eu pois ignorância é um dádiva, para muitos? Dentro deste contexto vies da fisolofia é claro homem deve questionar o impensável mais compreender diante os fatos não aceitação.... apenas o tempo para refletir sobre atos impensável.

Nas virtudes do nascer lágrimas são o viver...
Na angústia dos sentimentos fragmentados...
Nos níveis mais profundos da alma rebelde...
Somos crianças que acabou de entender que mundo é imensidão...

Na sua boca cheia de palavras são reunidas frases desconectadas,
Sentimentos relapsos.
Uma agonia de existencial.
Dentro de paradigmas sois uma obras do cubismo com ar artístico vejo as falhas de um novo formato multiastral...
Lágrimas secas num estado inerte todavia,
Sois antro perdido nas virtudes impressas alienação afetou.

Flores e Cosmos
​Flores no jardim,
Sentimentos ao vento frio.
Meros atrozes artificiais...
Portais da imensidão.
Me vejo em teu nu, na vastidão.
​Flores que morrem no inverno,
Flores mortas no vaso...
Tantas possibilidades no universo,
Sois a poeira que o vento levou,
Mas a saudade inflamou.
​Nos níveis mais profundos estás viva,
Nas obras do destino te encontrei...
Aonde o espaço e o tempo dobram a realidade.
​Rosas do galho seco voltam à vida.
Na luz cálida da lua, suas pétalas caem
Sobre o mar remanescente da vida.
No brilho das estrelas, vejo o fogo da sua paixão.

Na arte teu sono meu sonho.
Aberto meus pensamentos fragmentos de meus sentimentos.
Longis meu sonho cobra o preço terminal de alma perdida por amor definho em teus lábios sois o amanhã...
Tão profundo quanto mares deste mundo pujante floresce no meu coração...
Frio na escuridão dentro do corpo mantém a vida.
Para nuvens do céu encontrei o sol mais nunca o toquei pois minhas asas de cera derretem sobre mar repouso do seu lados espero anoitecer para cantar o luar te ver na madrugada.

Nada pode existir se ainda te amo
Pois o mundo pujante floresce em nuvens.
Fulgaz sentimentos fragmentados no luar.
Pois me atrevi a sonhar agora sinto o fel da existência.

Os sentimentos mortos são como espadas afiadas que nos perfuram ou nós fortalece em uma batalha. Talvez, o maior conselho que dou é
que nunca julgue o amor do futuro por causa de um amor do passado. Por isso se um dia um amor passado te aparecer como uma luz se ilumine e continue a caminhada. Não tem essa de "brinquedo usado eu deixo pros outros." A verdade é
que essa pessoa que você se refere
como brinquedo tem sentimentos e talvez seja o amor dos seus sonhos. Então, cuidado com os cemitério dos amores mortos.

Não alimente fracassos na mente, alimente promessas no coração.
O inimigo tenta plantar sentimentos de incapacidade, mas o Senhor nos chama à firmeza:
“Sede fortes e corajosos; não temais, porque o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco” (Deuteronômio 31:6).

Guardo meus sentimentos
dentro de momentos, e sempre
que Me recordo deles eu sinto por
um momento aquele sentimento.

Eu tenho uma mania
de guardar sentimentos só pra mim,
de esconder no peito as tempestades como se o silêncio fosse prisão e não abrigo.


Guardo culpas que às vezes não são minhas, carrego pesos que ninguém me deu.
Culpa… e mesmo sabendo que não devo, ainda assim me culpo, como quem precisa pagar para existir.


Saio por aí tentando salvar o mundo,
costurando feridas que não abri,
apagando incêndios em casas alheias enquanto a minha queima por dentro.


E no fim do dia, exausto de ser forte,
percebo que talvez o mundo não precise de um salvador —
talvez eu só precise aprender
a me salvar primeiro.

Meu conflito é sempre dois sentimentos,
Um me diz te quero, o outro me diz cuidado
Sobrevivo na esperança que um deles fagocite o outro

Revoguei sentimentos que me feriam e decretei, em caráter definitivo, o amor-próprio.

“Os sentimentos não desaparecem quando ignorados; eles apenas aprendem novas formas de voltar até serem escutados.”
— Juliana Hoffmann Liska

No breve tempo que me ausentei, ao regressar, percebi que já não era o mesmo. Os sentimentos haviam se esvaído como água entre as mãos, e em meu peito apenas o silêncio se aninhava. Aquele eu que um dia partira, morreu no exílio do tempo e jamais retornaria. Em seu lugar, restou apenas uma sombra errante, um eco de mim mesmo, condenado a habitar a casa, mas nunca mais a pertencer a ela.

Exauriu-me a tarefa de legendar minha dor para quem não sabe ler sentimentos. Prefiro o silêncio de quem escreve.

Ser escritor é ser um perito em autópsias de sentimentos que ainda nem morreram, é abrir o próprio peito com um bisturi de papel e analisar por que a esperança parou de circular. É um trabalho sujo, solitário e necessário para quem não sabe respirar sem traduzir o caos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.

Eu aprendi a sorrir como quem esconde evidências, arquivando sentimentos em lugares que nunca deveriam ser revisitados, porque algumas verdades não libertam, elas desmontam, e ainda assim, algo em mim insiste em reconstruir.

Há sentimentos que não cabem em palavras. Não por falta de intensidade, mas por excesso de profundidade. São verdades que só entendem aqueles que já atravessaram certos abismos. O resto do mundo talvez nunca alcance essa linguagem.


- Tiago Scheimann